Mato Grosso do Sul está prestes a se consolidar como um dos líderes nacionais na produção de ovos, graças ao novo empreendimento avícola do Grupo Yabuta em Nova Casa Verde. O projeto, localizado estrategicamente na MS-134 ao acesso pelo Km 117 da BR 267, inclui cinco aviários modernos e uma fábrica de ração dedicada, configurando-se como um marco para o setor avícola do estado.
Durante uma visita ao Secretário de Desenvolvimento Econômico e Sustentável da SEMADESC, Rogério Beretta, e ao Coordenador de Pecuária, Marivaldo Miranda, o empresário Fábio Yabuta destacou a capacidade operacional atual da granja, que já hospeda 1 milhão de aves e produz cerca de 2 mil caixas com 30 dúzias de ovos por dia. Com a previsão de conclusão do megaempreendimento para 2027, espera-se que a produção salte para 8 mil caixas diárias, enquanto o número de aves alojadas aumentará para 4 milhões.
"Ambicionamos transformar Mato Grosso do Sul em um dos principais polos produtores de ovos do Brasil, ultrapassando até mesmo a produção de estados tradicionais como São Paulo," explicou Yabuta. O projeto não só quadruplicará a produção de ovos, mas também expandirá a força de trabalho para cerca de 2 mil empregados diretos nas três unidades operacionais do grupo no estado.
Este empreendimento não apenas reforça a posição de Mato Grosso do Sul como um centro de produção de ovos, mas também alinha-se com a visão de sustentabilidade e diversificação econômica. A granja em Nova Casa Verde planeja alojar uma combinação de galinhas brancas, vermelhas e livres de gaiolas, refletindo uma abordagem moderna e ética na produção avícola.
"Este é um projeto que exemplifica nosso compromisso com o desenvolvimento sustentável e o fortalecimento econômico. Ele não apenas gera emprego, como também promove a utilização de práticas avançadas na produção agrícola e pecuária," comentou o Secretário Rogério Beretta.
A SEMADESC, juntamente com o Governo do Estado, tem proporcionado apoio integral ao projeto, garantindo desde melhorias na infraestrutura local até assistência no desenvolvimento energético necessário para a operação do complexo.

