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Economia

há 2 anos

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Governo apresenta proposta de desoneração aos representantes municipais nesta quarta-feira

Representantes municipais discutem proposta de alíquotas diferenciadas para compensar reoneração da folha de pagamento.

Representantes municipais foram convocados pela Secretaria Especial de Assuntos Federativos da Secretaria de Relações Institucionais para uma reunião nesta quarta-feira (13), no final da tarde, a fim de discutir a proposta do governo para desonerar a folha de pagamento dos municípios.

O encontro, promovido pelo Palácio do Planalto, contará com a presença de técnicos do Ministério da Fazenda, que apresentarão aos representantes municipais e prefeitos a sugestão do governo para resolver o impasse em torno da alíquota previdenciária dos servidores municipais.

De acordo com informações divulgadas, o governo está considerando alíquotas diferenciadas, levando em conta a arrecadação dos municípios, como forma de compensar as cidades diante da reoneração da folha de pagamento.

A proposta, que será discutida com os representantes municipais, também será apresentada aos presidentes da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, e do Senado, Rodrigo Pacheco, e envolve um escalonamento de alíquotas, variando de 14% a 20% da folha de pagamento.

Durante uma reunião realizada nesta terça-feira, 12, com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, e os líderes do governo na Câmara e no Senado, foi proposto que as alíquotas diferenciadas se concentrem nos municípios com até 50 mil habitantes e menor renda, com um corte de renda per capita de até R$ 3.800.

Entretanto, o movimento municipalista tem demonstrado resistência a essa proposta de desoneração gradual da folha. O presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, rejeitou a ideia, sugerindo que uma alíquota linear de até 18% seria mais bem recebida do que um escalonamento.

Com base na arrecadação dos municípios, a proposta em discussão prevê estabelecer alíquotas diferenciadas, variando de 14% a 20% da folha de pagamento, além de sugerir um refinanciamento das dívidas municipais como parte da medida. ( com inf da FolhaPress)

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