Entre janeiro e maio de 2026, Campo Grande alcançou o maior volume de exportações para os primeiros cinco meses do ano desde 1997, quando os dados começaram a ser levantados pelo ComexStat.
No período, as empresas da Capital exportaram US$ 368,6 milhões, valor que representa um crescimento de 37,6% em relação ao mesmo período do ano passado. As importações também avançaram, alcançando US$ 172,9 milhões, alta de 35,7%, elevando a corrente de comércio para US$ 541,5 milhões, outro recorde para o período. O saldo da balança comercial permaneceu amplamente positivo, atingindo US$ 195,7 milhões.
Somente no mês de maio, o desempenho foi ainda mais expressivo. As exportações cresceram 72,2% em relação ao mesmo mês do ano anterior, alcançando US$ 91,3 milhões, enquanto as importações somaram US$ 37,9 milhões, expansão de 103,3%. Com isso, a corrente de comércio mensal atingiu US$ 129,2 milhões, evidenciando o fortalecimento da inserção internacional da economia campo-grandense.
“Campo Grande vem consolidando um ambiente cada vez mais favorável para quem produz, investe e gera empregos. Esses resultados demonstram a força das empresas instaladas em nossa cidade e reforçam nosso compromisso com políticas públicas que estimulem o desenvolvimento econômico sustentável”, avaliou a prefeita da Capital, Adriane Lopes.
Agroindústria impulsiona crescimento
A pauta exportadora da Capital continua sendo liderada pelos produtos ligados ao agronegócio e à agroindústria, segmentos que vêm ampliando sua participação nos mercados internacionais.
Em maio, o principal produto exportado foi o de carnes e miudezas comestíveis, que movimentou US$ 60,4 milhões, crescimento de 43,6% em relação ao mesmo mês de 2025.
Também apresentaram forte expansão os resíduos das indústrias alimentares destinados à alimentação animal, com alta de 550,4%, além das gorduras e óleos animais ou vegetais, que cresceram 720,2%, e das sementes e frutos oleaginosos, com avanço de 320,8%.
Com Acrissul

