A diretora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, expressou sua preocupação com os possíveis impactos econômicos do atual conflito entre Israel e o grupo Hamas na Faixa de Gaza, embora tenha afirmado que é cedo para avaliações definitivas.
Durante a reunião anual do FMI em Marraquexe, Georgieva destacou que a instituição está monitorando de perto como a situação está evoluindo, especialmente em relação ao efeito nos mercados de petróleo. No entanto, ela enfatizou que ainda é prematuro prever o impacto econômico total desse conflito em curso.
A diretora-geral do FMI destacou que o mundo já enfrenta desafios significativos, incluindo catástrofes naturais e conflitos armados. A escalada da violência no Oriente Médio se soma a esses desafios, tornando-se uma nova fonte de incerteza econômica global.
Georgieva observou que o conflito entre Israel e o Hamas afetou os preços do petróleo nos mercados internacionais, causando flutuações. A equipe do FMI está acompanhando essas flutuações com atenção para avaliar possíveis consequências econômicas.
O conflito, que já dura seis dias, resultou em um aumento significativo do número de vítimas civis e deslocados em Gaza. Israel também tem sofrido com ataques do grupo Hamas. A diretora-geral enfatizou a necessidade de um cessar-fogo e de buscar soluções diplomáticas para encerrar o conflito.
Kristalina Georgieva salientou que a população civil está pagando o preço mais alto e que é essencial evitar mais sofrimento e perdas de vidas inocentes. O Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que também participa da reunião do FMI, está atento aos desenvolvimentos econômicos e às implicações do conflito no Oriente Médio.

