Nesta quarta-feira, o Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco) executou uma operação contra o prefeito de Ivinhema, Juliano Ferro (PSDB), que se apresenta como “o mais louco do Brasil”. Embora o Ministério Público Estadual ainda não tenha fornecido detalhes sobre a ação, fontes indicam que um proprietário de garagem e um vereador eleito recentemente também estão sendo investigados.
A operação é um desdobramento de diligências realizadas pela Polícia Federal na Prefeitura de Ivinhema no dia 22 de outubro. Em um relatório recente, a Controladoria-Geral da União (CGU) apontou superfaturamento nos recursos federais destinados à compra de merenda escolar, com irregularidades que causaram um prejuízo superior a R$ 200 mil aos cofres públicos.
Além das acusações relacionadas à merenda, Juliano Ferro está sendo investigado pela Polícia Federal por lavagem de dinheiro e ocultação de bens, ligando-o a uma organização criminosa envolvida com tráfico de drogas. O início da investigação se deu após a apreensão de uma carga de maconha, que revelou conexões entre o prefeito e indivíduos envolvidos em atividades ilegais. As autoridades estão examinando transações referentes à compra de uma casa e uma caminhonete

