Um grupo de guardas municipais e profissionais da enfermagem se uniu em um protesto na manhã desta segunda-feira (11) na Praça do Rádio Clube, em Campo Grande. O objetivo é cobrar da Prefeitura melhores condições de trabalho, incluindo o plano de cargos e carreiras, o pagamento do adicional de periculosidade e a contratação de guardas aprovados no último concurso.
Os profissionais de segurança seguirão em direção ao paço municipal, onde se encontrarão com os profissionais da enfermagem que estão acampados no local. Representantes de outros sete sindicatos também se juntarão ao grupo para uma assembleia conjunta. A intenção é que as categorias deliberem e obtenham uma resposta satisfatória da Prefeitura.
O presidente do sindicato dos guardas municipais, Hudson Bonfim, expressou a insatisfação da categoria com a atual gestão. Ele destacou que uma das principais questões para os profissionais é o não pagamento do adicional de periculosidade, um benefício crucial para os trabalhadores expostos a riscos iminentes.
O primeiro pagamento de adicional de periculosidade deveria ter ocorrido em 2020, e só foi efetuado em 2021, com um ano de atraso. O segundo pagamento ocorreu em 2022, mas o terceiro, programado para 30 de janeiro, ainda não foi realizado. Esse enquadramento impacta significativamente no salário dos guardas, representando um acréscimo de 20%.

