O empresário Luciano Hang voltou ao centro das discussões nas redes sociais após afirmar que “o atraso do Rio Grande do Sul são as universidades federais”. A declaração foi feita no último dia 30 de maio, durante uma coletiva de imprensa realizada na inauguração de uma megaloja da Havan em Taquara, no Vale do Paranhana, no Rio Grande do Sul.
Durante a manifestação, Hang criticou as instituições federais de ensino superior e afirmou que elas estariam formando pessoas com ideias que, na avaliação dele, não contribuem para o desenvolvimento econômico e social do Estado.
A declaração rapidamente repercutiu nas redes sociais e provocou reações de diferentes setores da sociedade. Enquanto apoiadores do empresário concordaram com as críticas, professores, estudantes e profissionais ligados à educação contestaram a afirmação e defenderam a relevância das universidades federais para a formação de mão de obra qualificada, a produção científica e o desenvolvimento tecnológico.
O episódio também reacendeu o debate sobre o papel de instituições como a Universidade Federal do Rio Grande do Sul, a Universidade Federal de Santa Maria, a Universidade Federal de Pelotas e a Universidade Federal do Rio Grande, que atuam em ensino, pesquisa e extensão em diversas regiões do estado.
Conhecido por declarações que frequentemente geram repercussão pública, Hang mantém forte presença empresarial no Rio Grande do Sul, onde a rede varejista possui diversas unidades. Em outras ocasiões, o empresário já destacou o potencial econômico do estado e sua importância para os negócios da empresa.
A fala segue repercutindo entre diferentes grupos e alimentando discussões sobre educação superior, inovação, mercado de trabalho e desenvolvimento regional. O tema também reforça o debate sobre a contribuição das universidades públicas para a pesquisa científica e a formação profissional no Brasil.
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