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Política

há 1 mês

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Após tentativas de driblar corte de penduricalhos, STF proíbe implementação de novos benefícios

Tribunais estariam criando novas gratificações para conceder benefícios aos membros de órgãos do Judiciário, Ministério Público, Tribunais de Contas, Advocacia Pública e Defensoria Pública

Em resposta às tentativas de "driblar" o corte de penduricalhos, o Supremo Tribunal Federal (STF) publicou nesta sexta-feira (8) uma nova decisão, que proíbe a reformulação da estrutura de cargos e de unidades funcionais do Judiciário, Ministério Público, Tribunais de Contas, Advocacia Pública e Defensoria Pública para justificar a implementação de novos benefícios.

A deliberação foi assinada pelos ministros Flávio Dino, Gilmar Mendes e Cristiano Zanin, relatores das ações que foram julgadas pelo Supremo.

A determinação dos ministros também fixa que os pagamentos dos salários dos membros dos órgãos citados sejam feitos em contracheque único, que deve representar o valor efetivamente depositado na conta dos servidores.

Saiba: No dia 25 de março, por unanimidade, os ministros decidiram que as indenizações adicionais, gratificações e auxílios deverão ser limitados a 35% do valor do salário dos integrantes da Corte, que tem o teto como referência e é equivalente a R$ 46,3 mil.

A soma do salário e benefícios ainda pode chegar a R$ 78,8 mil mensais para quem recebe adicional tempo de serviço, benefício que foi mantido pelo STF. O adicional prevê o acréscimo de 5% ao salário por ano trabalhado e pode ser somado a outros penduricalhos autorizados.

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