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Política

há 4 meses

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Janela partidária deve redesenhar forças na Assembleia Legislativa de MS

Onze deputados podem mudar de legenda; PL avança e PSDB enfrenta esvaziamento

A menos de um mês da abertura da janela partidária, o cenário político na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul aponta para uma mudança profunda na composição das bancadas. A previsão é de que cerca de um terço dos 24 deputados estaduais troque de partido, redesenhando o mapa de forças da Casa.

O PL surge como principal protagonista desse movimento. A legenda deve ampliar de forma significativa sua representação, consolidando-se como a maior bancada. Além de manter Neno Razuk e Coronel David, o partido negocia a filiação de parlamentares que atualmente integram PSDB e MDB, fortalecendo sua posição para o próximo ciclo eleitoral.

Alems

Enquanto isso, o PSDB deve registrar a maior perda proporcional, reduzindo sua bancada praticamente à metade. A saída de quatro deputados enfraquece a sigla, que tenta recompor seus quadros com novas filiações para evitar um esvaziamento ainda maior.

A federação União Progressista também deve ganhar relevância no novo desenho político, reunindo nomes do PP e do União Brasil, além de possível reforço vindo do Podemos.

Algumas legendas correm risco de desaparecer da Assembleia após a janela. PSB, PSD e Podemos podem ficar sem representantes, dependendo das definições individuais dos parlamentares nas próximas semanas. O Republicanos aparece como possível destino de deputados sem partido ou insatisfeitos em suas atuais siglas.

O PT, por outro lado, deve manter sua bancada intacta, preservando três cadeiras e garantindo espaço entre os maiores grupos da Casa.

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