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Internacional

há 6 meses

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EUA lançam ataque à Venezuela e Trump anuncia captura de Maduro em operação militar histórica

Presidente americano diz que forças dos EUA executaram ofensiva de grande escala; reação política no Brasil se divide entre celebração e críticas

Em uma escalada sem precedentes nas Américas, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou na manhã deste sábado que forças militares norte-americanas executaram um ataque de grande escala contra a Venezuela e que o presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa Cilia Flores foram capturados e levados para fora do país. A operação, segundo Trump, foi realizada com forças especiais em uma ofensiva que abalou Caracas e outras regiões venezuelanas e pode ter implicações geopolíticas profundas para a região.

Explosões em Caracas e anúncio de Trump

Relatos de testemunhas e publicações nas redes sociais mostraram explosões e aeronaves militares sobrevoando Caracas nas primeiras horas da manhã, gerando pânico entre moradores. Vídeos capturaram colunas de fumaça no céu da capital venezuelana e interrupções no fornecimento de energia em diferentes áreas.

Alems

O presidente Donald Trump declarou que a ação foi um “ataque de grande escala” bem-sucedido e confirmou a captura tanto de Maduro quanto de sua esposa, afirmando que ambos foram extraídos do território venezuelano e estão sob custódia americana. Trump descreveu a operação como “brilhante” e com amplo planejamento militar.

“Os Estados Unidos da América realizaram com sucesso um ataque em larga escala contra a Venezuela e seu líder, o presidente Nicolás Maduro, que foi capturado, juntamente com sua esposa, e retirado do país por via aérea”, disse Trump em suas redes sociais.

Horas depois, em entrevistas a veículos internacionais, ele reiterou que a operação foi conduzida com precisão para cumprir objetivos estratégicos e garantir que Maduro enfrentasse a justiça pelos crimes dos quais é acusado.

Reação de Caracas e aceleração da crise

O governo venezuelano rejeitou imediatamente as afirmações americanas, qualificando os ataques como uma “agressão militar grave” e responsabilizando Washington por bombardeios em áreas civis e militares em diversos estados do país. Autoridades venezuelanas declararam estado de emergência nacional e convocaram setores sociais e políticos a se mobilizarem contra o que consideram uma intervenção externa.

A vice-presidente Delcy Rodríguez disse que não sabe onde Maduro está e exigiu prova de vida como condição para acreditar nas alegações americanas.

Repercussão internacional e contexto

Analistas internacionais ressaltam que a captura de um chefe de Estado estrangeiro representa uma violação inédita da soberania de um país na América Latina e pode desencadear uma série de crises diplomáticas e legais. Países aliados da Venezuela, como Cuba, Irã e Rússia, condenaram veementemente o ataque americano, classificando-o como uma violação do direito internacional. Por outro lado, nações como a Argentina expressaram apoio à operação.

O anúncio ocorre em meio a tensões crescentes entre Washington e Caracas, que incluíram sanções econômicas, bloqueios e uma campanha diplomática para isolar o regime chavista.

Reação política no Brasil

No Brasil, a repercussão política sobre o ataque dos Estados Unidos e o anúncio da captura de Nicolás Maduro foi marcada por profunda polarização. Parlamentares da oposição de direita elogiaram a ação americana como um marco histórico na América Latina, avaliando que a queda de Maduro representa oportunidade para restabelecer democracia e instituições livres na Venezuela. Deputados alinhados ao grupo de oposição afirmaram que a operação abre caminho para uma nova etapa de reconstrução institucional no país vizinho.

Para figuras da base governista e setores de esquerda, no entanto, a ação estadunidense foi classificada como “grave” e inaceitável, com críticas à violação da soberania venezuelana e à ameaça ao direito internacional. Parlamentares petistas e de outras correntes progressistas condenaram o ataque, argumentando que ele pode visar o controle de recursos naturais e criticando o uso da força militar como instrumento de política externa.

O debate no Congresso refletiu a divisão ideológica mais ampla no país, com opositores defendendo que a medida pode enfraquecer regimes autoritários na região, enquanto governistas ressaltaram os perigos de intervenção militar e as consequências para a estabilidade regional.

O que está em jogo

Especialistas alertam que a ofensiva pode aprofundar a crise política e humanitária na Venezuela, criando um vácuo de poder em Caracas e potencialmente desencadeando conflitos internos entre facções rivais. A situação permanece em rápida evolução, com líderes globais buscando respostas e definindo posições sobre o futuro político do país.

O presidente Trump marcou uma coletiva de imprensa ainda neste sábado para apresentar mais detalhes sobre a operação, inclusive aspectos legais e objetivos estratégicos da ofensiva.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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