Durante evento público nesta segunda-feira (29), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que, quando for conversar com o ex-presidente dos EUA Donald Trump, planeja levar consigo a primeira-dama, Rosângela “Janja” da Silva. No momento da declaração, Janja fez um sinal negativo com a mão, o que chamou atenção dos presentes.
Segundo Lula, incluir Janja no diálogo com Trump seria simbólico e demonstrativo de parceria institucional. No entanto, o gesto feito por ela — movimentar a mão em sinal de “não” — foi interpretado por alguns como uma manifestação de desconforto ou discordância com a proposta, reacendendo especulações sobre o papel da primeira-dama em pautas internacionais.
A declaração ocorre em meio a especulações sobre uma possível aproximação diplomática entre Brasil e Estados Unidos. Até o momento, não há confirmação de data, local ou formato para que o encontro aconteça.
Analistas apontam que o gesto de Janja pode ser meramente simbólico ou espontâneo, mas reforça que decisões desse tipo envolvem dinâmicas políticas delicadas envolvendo o governo e a presença de figuras institucionais nas negociações externas.

