O setor agropecuário brasileiro está em intensa mobilização para consolidar uma liderança que represente seus interesses em uma chapa de centro-direita nas eleições presidenciais de 2026. A senadora sul-mato-grossense, com uma sólida trajetória no setor, desponta como a principal escolha para ocupar a vaga de vice-presidente. Sua experiência como ex-ministra da Agricultura e atual liderança no Senado a posiciona como a candidata ideal para fortalecer a conexão entre o agro e o cenário político nacional.
Entidades de peso no setor, como a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), além de associações regionais, estão alinhadas na defesa de uma representação que reflita as demandas do agronegócio. Com uma trajetória marcada pela defesa do setor e pela conquista de mercados internacionais durante sua gestão no Ministério da Agricultura, a senadora tem se consolidado como um nome que une produtores e lideranças, tanto em nível estadual quanto nacional.
A articulação do agronegócio surge em meio a um cenário de insatisfação com as políticas do governo federal, que, segundo lideranças, não têm atendido às necessidades do setor. Temas como segurança jurídica, acesso ao crédito, fortalecimento da balança comercial e preservação do direito de propriedade são vistos como prioridades e demandam um ambiente político mais favorável para garantir investimentos e produtividade.
Além do nome da senadora, outros líderes têm sido cogitados como potenciais candidatos para compor a chapa de centro-direita. Governadores de estados estratégicos no cenário político e econômico também aparecem como opções, mas a preferência do setor está voltada para figuras diretamente ligadas ao agronegócio.

