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Brasil

há 3 meses

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Trio é preso ao transportar emagrecedores ilegais escondidos em caixas de perfume

Substâncias vindas do Paraguai foram encontradas pela PRF durante fiscalização em rodovia de Santa Catarina

Uma carga de substâncias usadas para emagrecimento, sem autorização sanitária no Brasil, foi apreendida pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) neste fim de semana na BR-280, na região de Canoinhas, em Santa Catarina. Os produtos estavam ocultos em embalagens de perfumes árabes com o objetivo de evitar a fiscalização.

Durante a abordagem, três pessoas que estavam no veículo foram presas. As mercadorias e o carro foram encaminhados para os órgãos responsáveis.

Alems

Fiscalização levantou suspeita

Segundo a PRF, os policiais notaram algo incomum ao manusear as caixas de perfume. O peso das embalagens não correspondia ao esperado para o produto anunciado, o que levou os agentes a realizar uma verificação mais detalhada.

Ao abrir as caixas, os policiais constataram que os frascos originais de perfume haviam sido retirados e substituídos por ampolas contendo tirzepatida e outras substâncias utilizadas para fins terapêuticos. Os recipientes estavam enrolados com fita e plástico preto para dificultar a identificação.

Origem da mercadoria

O motorista do carro afirmou aos policiais que havia buscado os produtos na região de fronteira com o Paraguai. Segundo ele, a intenção era revender a mercadoria no comércio informal do Planalto Norte catarinense.

Além do condutor, um casal que também estava no veículo declarou ter ajudado no transporte da carga. Eles relataram que auxiliaram na condução do automóvel porque o proprietário estaria com a carteira de habilitação vencida.

Crime pode levar a até 15 anos de prisão

Após a abordagem, o motorista foi detido, o veículo foi apreendido e os produtos foram encaminhados à Receita Federal. O casal que acompanhava o transporte também acabou preso.

Os três envolvidos devem responder pelo crime de falsificação ou alteração de produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais. A infração é considerada grave por representar risco à saúde pública e pode resultar em pena de até 15 anos de prisão.

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