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Polícia

há 1 ano

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Mato Grosso do Sul: redução nas apreensões de cocaína e êxito na captura de traficantes

Apesar da queda de 21,3% nas apreensões de cocaína, operações policiais têm prendido chefes de quadrilhas atuantes na fronteira com o Paraguai.

As apreensões de cocaína em Mato Grosso do Sul tiveram uma queda de 21,3% em 2024, totalizando 12,5 toneladas, segundo dados da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp). No entanto, este ano marcou um foco renovado das forças policiais na prisão de grandes traficantes, conhecidos como “barões do tráfico”. A estratégia mudou, priorizando a captura dos responsáveis pela distribuição da droga, em vez de se concentrar apenas nas apreensões do entorpecente.

Entre os alvos das operações está Antônio Joaquim da Mota, conhecido como Tonho, preso em fevereiro e considerado o chefe de uma organização criminosa na fronteira com o Paraguai. Tonho permaneceu detido por seis meses, mas foi solto em agosto após uma decisão do Superior Tribunal de Justiça, e permanece foragido. Seu filho, Antonio Joaquim Mendes Gonçalves da Mota, conhecido como Motinha, também está foragido desde o ano passado.

Outras prisões notáveis incluem os irmãos Marcel e Valter Martins, envolvidos no tráfico para diversas regiões do Brasil e planejando expandir seus negócios para a Europa. Valter conseguiu escapar para o Paraguai durante uma operação da Polícia Federal (PF). Junto a eles, Alexander Souza, especializado no tráfico rodoviário, e Ronildo Chaves Rodrigues, que comandava o tráfico de cocaína para a América Central, também foram detidos.

Carlos Henrique Cotta D’Ângelo, superintendente da PF em Mato Grosso do Sul, destacou a importância da fronteira no tráfico de drogas, reafirmando o compromisso das autoridades em desmantelar essas organizações. 

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