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Polícia

há 2 anos

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MS: Maníaco do Parque das Nações Indígenas é recapturado após cometer novos crimes em Campo Grande

Após cumprir parte de sua pena, agressor volta a atacar e enfrenta a Lei mais uma vez

José Carlos Santana, conhecido como o "Maníaco do Parque das Nações Indígenas," voltou a cometer crimes na região central de Campo Grande e foi detido na tarde de segunda-feira (2) durante uma operação liderada pela Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam).

Em 2007, o Maníaco foi responsável por uma série de abusos sexuais, afetando pelo menos 10 mulheres, principalmente na região do Bairro Chácara Cachoeira. Um dos casos mais notórios foi o ataque a uma mulher que caminhava sozinha no Parque das Nações. Na época, Santana foi preso, condenado e recebeu uma pena de 34 anos de prisão em regime fechado, cumprida no Instituto Penal de Campo Grande (IPCG).

No entanto, após a progressão de seu regime, ele foi libertado há dois anos e, recentemente, voltou a cometer crimes semelhantes. As equipes da Deam conduziram investigações que levaram à prisão do suspeito de estupro, com um mandado de prisão em aberto emitido pelo Poder Judiciário.

Santana havia sido inicialmente detido em 15 de junho de 2007, em uma operação conjunta entre a Interpol e a Polícia Civil. Além dos crimes cometidos em Campo Grande, ele também era procurado pela polícia na Espanha, onde enfrentava acusações de estupro de duas meninas. O agressor foi identificado pelas vítimas devido ao seu tênis vermelho. Três meses após sua primeira prisão, ele conseguiu fugir para Campo Grande e se escondeu em uma residência no bairro Maria Aparecida Pedrossian. José Carlos Santana é filho de um membro do Corpo de Bombeiros.

Além da prisão de Santana, a Deam conduziu outras ações relacionadas à violência doméstica na terça-feira (3), embora o número total de mandados de prisão ainda não tenha sido divulgado pelas autoridades.

A operação recebeu o nome de "Incubus," que, de acordo com lendas e tradições, é um demônio masculino que busca mulheres adormecidas para ter relações sexuais com elas. A versão feminina desse demônio é chamada de súcubo.

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