Nesta sexta-feira (22) mais de 12 mil advogados de Mato Grosso do Sul têm um compromisso importante: escolher os novos dirigentes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) no estado para o triênio 2025-2027. A eleição contará com a participação de profissionais habilitados a votar, que poderão escolher entre os dois candidatos à presidência: Bitto Pereira, atual presidente da OAB-MS e candidato à reeleição pela chapa 22, “Pelo Futuro da OAB”, e Lucas Rosa, da chapa 11, “Renovação: OAB de Todos”. Além da escolha do novo presidente, também serão eleitos membros para o Conselho Seccional, o Conselho Federal, a diretoria da Caixa de Assistência dos Advogados de MS (CAAMS) e as direções das subseções da OAB-MS.
A votação será realizada entre as 9h e as 17h, utilizando urnas eletrônicas, e os resultados devem ser divulgados até as 18h de hoje. A sede da OAB-MS em Campo Grande, localizada na Avenida Mato Grosso, será o principal ponto de votação, mas os advogados também poderão votar nas 31 subseções espalhadas pelo estado. O site da OAB-MS disponibiliza a lista completa dos locais de votação.
Para votar, os advogados devem apresentar o Cartão de Identidade Profissional ou um documento com foto, como RG, CNH, CTPS ou Passaporte. Em caso de ausência, o advogado ficará sujeito a uma multa de 20% sobre o valor da anuidade, mas pode justificar a falta até o dia 6 de janeiro de 2025.
Bitto Pereira, que lidera a chapa “Pelo Futuro da OAB”, está confiante no resultado e acredita que os advogados reconhecerão o trabalho realizado durante sua gestão, especialmente nas áreas de defesa das prerrogativas e dos honorários da classe, além da atuação da Caixa de Assistência. O candidato também destacou a importância de incentivar o empreendedorismo dentro da advocacia.
Lucas Rosa, por sua vez, também expressou otimismo, destacando que a eleição é uma oportunidade para os advogados escolherem seus líderes e para dar um novo rumo à OAB-MS. Ele defendeu uma gestão mais próxima da realidade dos advogados e criticou a falta de alternância de poder. Rosa propõe uma “renovação” na Ordem para que ela retome seu papel ativo no debate público e na defesa da classe.

