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Polícia

há 1 ano

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MS intensifica combate ao tráfico e bate recorde de apreensões no 1º trimestre

Com uso de tecnologia, apoio aéreo e integração entre forças de segurança, Estado apreende mais de 116 toneladas de drogas entre janeiro e março aumento de 151% em relação a 2024.

Com o apoio de aeronaves, viaturas modernas e trabalho de inteligência cada vez mais estratégico, Mato Grosso do Sul intensificou o combate ao tráfico de drogas e fechou o primeiro trimestre de 2025 com números expressivos: 116,3 toneladas de entorpecentes apreendidas — um aumento de 151% em relação ao mesmo período do ano passado.

O balanço, divulgado pela Sejusp (Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública), aponta a maconha como a droga mais apreendida, com 114,7 toneladas interceptadas entre janeiro e março. Na sequência aparecem a cocaína (2,2 toneladas) e a pasta base de cocaína (1,9 tonelada).

Alems

O reforço das operações no interior do Estado contribuiu significativamente para os resultados. Nessas regiões, as apreensões subiram 164%, somando 105,8 toneladas. Em Campo Grande, a capital, o aumento foi de 68%, com 10,4 toneladas retiradas de circulação.

De acordo com o secretário de Justiça e Segurança Pública, Antonio Carlos Videira, os investimentos do Governo do Estado foram decisivos. “A ampliação da frota com 70 novas viaturas, além do fortalecimento do policiamento aéreo e do efetivo nas regiões de fronteira com o Paraguai e a Bolívia, impulsionaram os resultados”, afirmou.

Outro fator determinante tem sido a atuação coordenada com estados vizinhos e a adaptação das estratégias diante das mudanças no tráfico. Segundo o tenente-coronel Wilmar Fernandes, diretor do DOF (Departamento de Operações de Fronteira), plantações de maconha passaram a ocorrer durante todo o ano no Paraguai e Bolívia, aumentando a oferta da droga.

Operações como a “Protetor da Fronteira”, do Ministério da Justiça, têm garantido reforço de pessoal e mais presença policial nas rodovias. O comandante do Batalhão de Polícia Militar Rodoviária, major Vinicius de Souza Almeida, e o delegado Hoffman D’Ávila, da Denar, destacam que a integração entre polícias e o uso da tecnologia contribuem não apenas para interceptar drogas, mas também para conter crimes correlacionados, como furtos e roubos.

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