A Venezuela voltou a registrar atividade sísmica nesta segunda-feira (29), dias após os terremotos que devastaram diversas regiões do país e deixaram um saldo próximo de 1.500 mortos.
Segundo autoridades locais, o novo tremor atingiu magnitude 4,6 e foi sentido em diferentes áreas do território venezuelano. Até o momento, não há informações sobre vítimas, feridos ou danos estruturais provocados pelo abalo mais recente.
O fenômeno ocorre em meio aos esforços de resgate e reconstrução nas áreas afetadas pelos terremotos anteriores, considerados os mais destrutivos enfrentados pelo país nos últimos anos.
Equipes de emergência seguem atuando nas regiões mais atingidas, enquanto milhares de pessoas permanecem desalojadas e dependem de ajuda humanitária. Autoridades também monitoram a possibilidade de novos tremores, mantendo alertas para a população.
Especialistas explicam que sequências de abalos secundários, conhecidos como réplicas, são comuns após terremotos de grande intensidade e podem continuar ocorrendo por semanas ou até meses, dependendo das condições geológicas da região.
O governo venezuelano ainda trabalha na atualização do número oficial de vítimas e na avaliação completa dos prejuízos causados pelos desastres naturais. Organizações internacionais acompanham a situação e prestam apoio às operações de assistência humanitária.
O novo tremor reacendeu o temor entre moradores das áreas afetadas, que enfrentam dificuldades para retornar à rotina diante dos riscos de novos eventos sísmicos.


