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há 2 anos

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Polishop solicita recuperação judicial após fechamento em massa de Lojas

A renomada varejista brasileira, Polishop, tomou a decisão de entrar com um pedido de recuperação judicial na 2ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), após o fechamento de mais de 100 de suas lojas. Sob a supervisão do juiz Paulo Furtado de Oliveira Filho, o processo ainda aguarda análise.

O presidente e fundador da Polishop, João Appolinário, atribui a crise enfrentada pela empresa à complexa conjuntura econômica, destacando os impactos da pandemia, o aumento do Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) e os desafios relacionados à competição com a Americanas.

O processo está sendo conduzido pelos advogados Roberto Gomes Notari e Marco Antonio Pozzebon Tacco, representantes da Polishop, que optaram por não comentar sobre o caso até o momento.

Appolinário havia mencionado anteriormente uma tentativa de reestruturação extrajudicial junto aos credores da empresa, destacando uma redução significativa no endividamento bancário, que caiu de R$ 270 milhões em janeiro de 2022 para R$ 84 milhões em 2024.

Embora uma decisão judicial anterior tenha suspendido execuções de dívidas e garantido a continuidade de serviços de plataformas de marketing e tecnologia, a Polishop ainda enfrenta desafios consideráveis, incluindo mais de 50 ações de despejo.

A crise financeira da Polishop se arrasta há alguns anos, intensificando-se em 2022 com a inadimplência nos aluguéis dos shoppings onde a empresa mantinha suas lojas. O fechamento de mais de 100 unidades e a redução do quadro de pessoal são algumas das medidas adotadas pela empresa para enfrentar essa crise.

Dentre os credores da Polishop encontram-se grandes empresas como Google, Banco Safra, Itaú e Banco Votorantim. 

 

 

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