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há 2 anos

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Restrição de fornecimento da vacina contra dengue pela Takeda gera impacto na rede particular

Decisão da farmacêutica japonesa prioriza atendimento ao SUS e gera preocupações quanto à disponibilidade do imunizante para a população em geral

A decisão da farmacêutica japonesa Takeda de limitar o fornecimento de novas doses da vacina contra a dengue, Qdenga, para hospitais e clínicas particulares no Brasil tem gerado repercussões no mercado de saúde do país. Anunciada na semana passada, a medida tem como objetivo priorizar o atendimento ao Ministério da Saúde, que distribuirá o imunizante pelo SUS (Sistema Único de Saúde), em meio ao aumento significativo de casos da doença no país.

A restrição no fornecimento da vacina no mercado privado brasileiro visa garantir que as pessoas que receberam a primeira dose do imunizante na rede privada possam completar seu esquema vacinal. No entanto, essa decisão tem impactado diretamente clínicas e hospitais particulares, que já enfrentam desabastecimento da Qdenga em algumas regiões, como São Paulo.

Disponível na rede particular desde julho do ano passado, a vacina contra a dengue tem sido uma opção para aqueles que buscam proteção contra a doença. No entanto, com o anúncio da restrição de fornecimento, surge a preocupação quanto à disponibilidade do imunizante para a população em geral.

A incorporação da Qdenga ao Programa Nacional de Imunizações (PNI) representa um avanço na prevenção da dengue no país. O início da vacinação pelo SUS está previsto para fevereiro, com prioridade para crianças e adolescentes de 1 a 14 anos, que apresentam maior risco de hospitalização devido ao vírus da dengue.

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