Nesta quarta-feira (17), uma paralisação de 24 horas dos peritos do INSS afetou significativamente os atendimentos na cidade de Campo Grande e em várias localidades do país. O movimento, que busca reajuste salarial de 23% e a contratação de 1.500 novos peritos, gerou transtornos para aqueles que dependiam de perícias agendadas.
A população, em sua maioria, foi pega de surpresa ao se deparar com as portas fechadas da sede do INSS. Em comunicado afixado, os servidores informaram sobre a paralisação em meio às negociações por melhores condições salariais.
Relatos destacam a falta de comunicação prévia aos cidadãos sobre a paralisação. Uma mulher, que preferiu não se identificar, havia recebido a confirmação da perícia na segunda-feira e compareceu ao INSS na expectativa de ser atendida.
A paralisação, que ocorre em Campo Grande, é parte de um movimento nacional que reivindica reajuste salarial de 23% e a contratação de 1.500 novos peritos. Esta é a primeira de três paralisações programadas para janeiro, impactando o atendimento e a vida de cidadãos que dependem dos serviços do INSS.

