Hoje, no último dia da trégua entre Israel e o Hamas, a ansiedade permeia as negociações para a libertação de reféns e a entrada de ajuda humanitária na Faixa de Gaza. Estados Unidos, Catar e mediadores internacionais trabalham contra o relógio para prolongar a pausa em meio às complexidades do conflito.
O acordo, inicialmente estabelecendo um cessar-fogo de quatro dias a partir da última sexta-feira (24), comprometeu o Hamas a libertar cerca de 50 reféns, enquanto Israel concordou em soltar 150 palestinos detidos. Até o momento, 58 reféns foram libertados pelo Hamas, enquanto Israel soltou 117 palestinos.
A expectativa gira em torno da possível extensão da trégua, com Israel considerando prolongar um dia para cada 10 reféns adicionais libertados pelo Hamas. Rumores indicam a identificação de 10 a 20 reféns adicionais, potencialmente estendendo a trégua até quarta-feira (29).
O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, expressou seu desejo de prolongar a pausa, destacando os esforços de representantes norte-americanos e do Catar. Contudo, Israel reafirma que a guerra não chegou ao fim, planejando retomar operações militares após o término do prazo da trégua.
O contexto do conflito remonta a 7 de outubro, quando membros armados do grupo terrorista Hamas cruzaram a fronteira, resultando em 1.200 mortes e cerca de 240 capturas. Desde então, os bombardeios israelenses na Faixa de Gaza provocaram aproximadamente 13 mil mortes, incluindo cerca de 40% de crianças, segundo fontes ligadas ao Hamas.
Antes do cessar-fogo, os combates estavam intensificados, com mais de 300 alvos atingidos por jatos israelenses e tropas envolvidas em confrontos ao norte da Cidade de Gaza. A comunidade internacional aguarda, em suspense, o desenrolar dos acontecimentos neste último dia crucial da trégua. ( com inf do G1)


