Na véspera do feriado de Finados, o Aeroporto de Congonhas, um dos principais terminais aéreos de São Paulo, enfrentou momentos de caos devido a uma falha em uma aeronave durante o pouso. O incidente envolveu um avião de pequeno porte, modelo Piper Aircraft PA-42, que realizava transporte aeromédico, vindo da capital de Mato Grosso, Cuiabá.
A situação ocorreu por volta das 19h50, quando a aeronave teve problemas com o trem de pouso durante a aterrissagem. Felizmente, a equipe médica do aeroporto conseguiu retirar o paciente a bordo com segurança, evitando ferimentos. No entanto, as consequências do incidente se estenderam para além da aeronave em questão.
A concessionária do Aeroporto de Congonhas, Aena, rapidamente iniciou os procedimentos para remover a aeronave e liberar a pista principal. Esse processo levou aproximadamente duas horas, resultando em um significativo impacto nas operações aeroportuárias. Durante esse período, os pousos e decolagens na pista principal foram suspensos, afetando diversos voos programados.
O fechamento temporário da pista principal causou transtornos para passageiros e companhias aéreas, resultando no direcionamento de 17 voos para outros aeroportos e no cancelamento de 13 voos programados. O Aeroporto de Congonhas, localizado na zona sul de São Paulo, ficou interditado por quase duas horas naquela noite de quarta-feira, 1º de novembro.
Devido ao incidente, o horário de fechamento do aeroporto foi estendido até a meia-noite, em uma medida de alinhamento com as companhias aéreas e o Centro de Gerenciamento de Navegação Aérea. Passageiros afetados pelo redirecionamento de voos, como para o Aeroporto de Guarulhos (Cumbica), foram acomodados em táxis particulares, custeados pelas companhias aéreas, a fim de minimizar o desconforto causado pela interrupção das operações.
A Aena, empresa concessionária do Aeroporto de Congonhas, divulgou um comunicado afirmando que as operações foram retomadas e a pista principal foi liberada por volta das 21h49. Felizmente, a rápida resposta das equipes de emergência e a eficiência na retirada da aeronave danificada contribuíram para evitar maiores incidentes e garantir a segurança dos passageiros e tripulantes.


