Os Estados Unidos vetaram a proposta do Brasil no Conselho de Segurança da ONU, relacionada à guerra entre Israel e o grupo Hamas. A votação contou com o apoio de doze países, incluindo China, França e outros. No entanto, a resolução brasileira foi bloqueada devido ao poder de veto dos Estados Unidos, um dos cinco membros permanentes do Conselho de Segurança, ao lado de China, Reino Unido, França e Rússia.
Após a votação, a embaixadora dos Estados Unidos na ONU, Linda Thomas-Greenfield, expressou desapontamento com a resolução por não abordar o direito de autodefesa de Israel. Além disso, a Rússia propôs mudanças ao texto brasileiro, exigindo a inclusão de um pedido de cessar-fogo imediato, o que foi alvo de oposição por parte dos Estados Unidos.
A votação do texto elaborado pelo Brasil foi adiada duas vezes, inicialmente devido à busca de um consenso entre os países. No entanto, a tragédia de um bombardeio a um hospital na Cidade de Gaza, resultando em quase 500 mortes, levou ao adiamento adicional da votação. O episódio destaca as complexidades e divisões políticas em torno do conflito entre Israel e o Hamas, refletindo as divergentes perspectivas sobre como lidar com essa crise global.

