Daoud Shehab, porta-voz da Jihad Islâmica, nega que o grupo seja responsável pela explosão no hospital da cidade de Gaza. As Forças de Defesa de Israel afirmaram que foguetes da Jihad Islâmica que haviam sido disparados contra o território israelense erraram o alvo e atingiram o edifício do hospital. Shehab afirmou que não havia operações das brigadas Al-Quds, o braço armado da Jihad Islâmica, naquela área da cidade de Gaza.
Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro israelense, classificou o ataque ao hospital em Gaza como obra de "terroristas selvagens."
Ismail Haniyeh, líder do Hamas, condenou o bombardeio ao hospital e responsabilizou os Estados Unidos, alegando que eles têm responsabilidade pelo ataque por acobertar as agressões de Israel.
As Forças Armadas de Israel acusaram a Jihad Islâmica de ser a responsável pelo bombardeio que atingiu o hospital na Cidade de Gaza e resultou em, segundo o Ministério da Saúde de Gaza, 500 vítimas. Israel também afirmou que foguetes lançados em Gaza em direção ao território israelense "passaram perto" do hospital.

