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Gastos do Ministério Público de MS em diárias e passagens totalizaram mais de R$ 225 mil em setembro

Aproximadamente R$ 50 mil desse montante foram classificados como despesas sigilosas, representando 22,4% dos gastos totais no mês

O Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) revelou que em setembro deste ano despendeu mais de R$ 225 mil em despesas relacionadas a diárias e passagens para membros e servidores. De maneira intrigante, aproximadamente R$ 50 mil desse montante foram classificados como despesas sigilosas, representando 22,4% dos gastos totais no mês.

O relatório, publicado na edição de 16 de outubro do Diário Oficial do MPMS, oferece uma visão detalhada dos gastos. Grande parte dessas despesas se refere a diárias pagas a servidores e membros do MPMS, totalizando R$ 195.587,10 distribuídos em 250 processos. As diárias incluem custos associados à estadia dos servidores fora de seus locais de trabalho, abrangendo alimentação, hospedagem e despesas com combustível quando há uso de veículos pessoais.

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Quanto às despesas com passagens, a maior parte delas corresponde a viagens aéreas realizadas por membros do MPMS e funcionários para participar de encontros e treinamentos em várias partes do país. Alguns registros, com valores ligeiramente inferiores a R$ 40, envolveram despesas em dinheiro para deslocamentos dentro do estado, totalizando R$ 30.215,57 em setembro.

Em resumo, as despesas totais atingiram a marca de R$ 225.802,67.

É importante destacar que essas despesas estão de acordo com a legislação vigente e seguem as normas de transparência aplicadas a órgãos e entidades da administração pública brasileira. A divulgação desses gastos visa garantir que a população possa acompanhar e denunciar possíveis irregularidades no uso de fundos públicos, o que pode resultar em investigações e penalidades.

O relatório também detalha os principais gastos individuais em diárias e passagens. O promotor de Justiça Ricardo de Melo Alves lidera a lista, com R$ 12.492,83 em despesas durante um curso em Brasília. Em seguida, o procurador Antônio Siufi Neto somou R$ 10.562,46 por sua participação em um encontro em Maceió.

O procurador-geral de Justiça, Alexandre Magno Benites de Lacerda, acumulou mais de R$ 13 mil em gastos com duas viagens, uma para Brasília e outra para São Paulo, relacionadas a reuniões institucionais.

As despesas sigilosas, que compõem um montante significativo das diárias, representam 25,9% dos gastos totais em setembro e não têm detalhamento disponível, conforme decisões relacionadas a operações ou investigações das Promotorias ou Procuradorias.

Este balanço do MPMS destaca a importância da transparência e da prestação de contas, assegurando que o uso de recursos públicos seja feito de maneira adequada e fiscalizada pela sociedade.

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