No último sábado (7), um evento de música eletrônica conhecido como "Universo Paralello," criado por brasileiros, foi abalado por uma situação chocante em Israel. Relatórios do jornal "The Times of Israel" indicam que pelo menos 260 corpos foram encontrados no local do festival.

A festa, que acontecia no distrito sul do país, estava situada a menos de 20 quilômetros da Faixa de Gaza. O DJ Juarez Petrillo, pai do famoso DJ Alok, estava encarregado da organização do evento, que reunia aproximadamente 3 mil participantes. No entanto, na manhã do sábado (7), o festival foi invadido por membros do grupo Hamas, causando uma tragédia de proporções devastadoras.
A organização do evento expressou profunda tristeza e indignação diante do terrível ataque em suas redes sociais: "Estamos consternados, chocados e aterrorizados com o que aconteceu e expressamos nossos mais sinceros sentimentos às vítimas deste ataque cruel."
As informações sobre o ocorrido e o público presente no festival ainda são incertas, e a organização pediu que qualquer pessoa com informações sobre os desaparecidos contribua por meio de um formulário disponibilizado em suas redes sociais.
O DJ Alok também se manifestou no Instagram neste domingo (8), relatando que seu pai estava seguro em um bunker, aguardando orientações para retornar ao Brasil. O conflito entre Israel e o Hamas estava em seu segundo dia, com autoridades locais reportando um triste saldo de pelo menos 1.120 mortes, incluindo 700 em Israel, 413 na Faixa de Gaza e sete na Cisjordânia, além de milhares de feridos.
O Ministério das Relações Exteriores do Brasil confirmou que três brasileiros estão desaparecidos após o incidente, sem divulgar suas identidades. Também informaram que um brasileiro ferido já recebeu alta hospitalar e está se recuperando bem. A situação continua a evoluir, e as autoridades estão trabalhando para lidar com as consequências desse trágico evento.


