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MERCADO DE TRABALHO

há 4 meses

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Programa MS Supera abre inscrições até 11 de março com bolsas de até R$ 1.621

Nesta etapa, estão disponíveis 600 vagas das 2.500 ofertadas pela Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humanos (Sead)

Estão abertas até o dia 11 de março as inscrições para o programa MS Supera, iniciativa do Governo de Mato Grosso do Sul que concede bolsas de estudo a estudantes de baixa renda matriculados no ensino superior ou em cursos técnicos. O benefício mensal é de R$ 1.621, com o objetivo de ajudar na permanência dos alunos na escola e reduzir a evasão.

Nesta etapa, estão disponíveis 600 vagas das 2.500 ofertadas pela Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humanos (Sead). Desse total, 480 são destinadas a estudantes de graduação e 120 para cursos técnicos de nível médio.

Alems

As inscrições devem ser feitas exclusivamente pela internet, no site da Sead, na aba de programas e projetos dedicada ao MS Supera. O candidato precisa preencher o formulário e anexar a documentação exigida conforme as regras do edital.

Quem pode participar

Para concorrer ao benefício, o estudante precisa atender a alguns critérios, entre eles:

  • ter renda familiar de até três salários mínimos ou, no caso de famílias unipessoais, até um salário mínimo e meio;

  • estar matriculado em curso superior ou técnico reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC);

  • não possuir diploma de graduação;

  • residir em Mato Grosso do Sul há pelo menos dois anos;

  • não ter reprovação em mais de quatro disciplinas;

  • estar inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico);

  • não receber outro benefício financeiro com a mesma finalidade.

Também é necessário possuir conta bancária com chave Pix vinculada ao CPF.

Inscrições e regras

As inscrições para o processo seletivo de 2026 começaram no dia 3 de março e seguem até 11 de março. Os interessados devem acessar o portal da Sead e anexar os documentos atualizados exigidos no edital.

Entre as orientações do programa, estudantes que já foram beneficiados e desistiram do curso só poderão participar novamente após um período mínimo de carência, que pode variar de 12 meses a quatro anos, dependendo da situação.

O programa também prevê monitoramento dos beneficiários, incluindo visitas domiciliares sem aviso prévio e cruzamento de dados com bases oficiais, como o CadÚnico, para garantir o cumprimento das regras.

 

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