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Economia

há 2 semanas

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FIAP 2026 coloca agro brasileiro e transição energética em debate global em MS

Debates abordaram o futuro do agro brasileiro diante da demanda mundial por alimentos e energia limpa

O desenvolvimento e crescimento do Estado em diferentes áreas da economia, diante de um cenário global marcado pelo aumento da demanda por alimentos, energia renovável e soluções sustentáveis, foi destaque durante o Fórum Internacional da Agropecuária (FIAP 2026).

O evento, na sede da Famasul (Federação da Agricultura e Pecuária de MS), reuiu representantes internacionais, embaixadores e adidos agrícolas do Brasil, além de outros 14 países e da União Europeia, nesta quinta-feira (18), para discutir o papel do país na produção sustentável de alimentos e na transição energética.

Alems

Durante o painel, o secretário de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc), Artur Falcette, ressaltou o posicionamento estratégico de Mato Grosso do Sul nessa agenda global.

“Colocamos o Mato Grosso do Sul no centro dessa agenda a partir de uma potencialidade criada ao longo dos anos para suprir uma demanda e necessidade global. O nosso desafio é logístico, de infraestrutura, mas o ambiente de negócios de oportunidades já foi criado pois recebemos investimentos recordes e buscamos os caminhos para superar os desafios”, afirmou.

Segundo o secretário, o Estado tem avançado com parcerias público-privadas, concessões e investimentos em diferentes modais de transporte, além de transformações na infraestrutura logística.

“Temos conseguido as parcerias público-privadas, concessões, investimentos nos modais diferentes, que dão competitividade a essa agenda, seja rodoviária, ferroviária, hidroviária, com transformação de infraestrutura e logística dos aeroportos do Estado”, completou Falcette.

O governador também destacou o processo de transformação econômica vivido por Mato Grosso do Sul, com foco na produção de alimentos e energia com sustentabilidade.

“O Mato Grosso do Sul se transformou, há pouco mais de dez anos, como um Estado que se propôs a ganhar excelência e ser muito competitivo na produção de alimentos e energia, e com sustentabilidade”, afirmou.

Ele também ressaltou os impactos sociais e econômicos desse crescimento.

“Com isso crescemos o dobro da média brasileira em uma década, isso se traduz em oportunidade de emprego e renda. Nós viemos da 17ª renda média do país para a terceira maior”, disse.

O FIAP 2026 reforça a posição do Brasil como um dos principais fornecedores globais de alimentos, energia e soluções sustentáveis, com debates voltados à segurança alimentar, comércio internacional, biocombustíveis, expansão agropecuária e integração logística, incluindo a Rota Bioceânica.

 

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