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Economia

há 2 meses

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Conta de luz terá bandeira amarela em maio, com acréscimo de R$ 1,88 a cada 100 kWh

A última bandeira amarela havia sido acionada há cinco meses, em dezembro de 2025

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou nesta sexta-feira (24) que a bandeira tarifária será amarela em maio, o que representa um acréscimo de R$ 1,88 para cada 100 quilowatt-hora (kWh) consumido.

A última bandeira amarela havia sido há cinco meses, em dezembro de 2025.

Alems

Segundo a Agência, a medida foi tomada em decorrência da transição do período chuvoso para o seco, marcado pelas mudanças entre outono e inverno. A redução das chuvas diminui a produção de energia das usinas hidrelétricas, e, em algumas regiões, exige o acionamento de usinas termelétricas, que possuem custos mais elevados.

O que são as bandeiras?

O sistema de bandeiras tarifárias foi criado em 2015, e reflete os custos variáveis da geração de energia elétrica. 

As bandeiras indicam quanto está custando para o Sistema Interligado Nacional (SIN) gerar a energia usada nas residências, em estabelecimentos comerciais e nas indústrias.

A cada mês, as condições de operação do sistema de geração de energia elétrica são reavaliadas pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS),  que define a melhor estratégia de geração de energia para atendimento da demanda e traça uma previsão de custos a serem cobertos pelas bandeiras. 

As cores das bandeiras tarifárias são definidas a partir da previsão de variação do custo da energia em cada mês. Quando a conta de luz é calculada pela bandeira verde, não há nenhum acréscimo. Quando são aplicadas as bandeiras vermelha ou amarela, a conta tem acréscimo a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumido.

Os valores cobrados são os seguintes: 

  • bandeira amarela, com condições de geração menos favoráveis, a tarifa sofre acréscimo de R$ 1,88 para cada 100 quilowatt-hora (kWh) consumido; 
  • bandeira vermelha, no Patamar 1, com condições mais custosas de geração, a tarifa sofre acréscimo de R$ 4,46 para 100 quilowatt-hora kWh consumido; 
  • bandeira vermelha, no Patamar 2, as condições de geração são ainda mais custosas, com acréscimo na tarifa de R$ 7,87 para cada 100 quilowatt-hora kWh consumido. 

Com EBC. 

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