As operações via Pix passam a seguir novos critérios definidos pelo Banco Central. A instituição determinou que os valores máximos de transferências sejam ajustados conforme o risco e o comportamento de cada usuário, substituindo a regra anterior que vinculava os limites ao valor da TED.
Pelas novas normas, caberá às instituições financeiras avaliar fatores como histórico de movimentações, tempo de relacionamento com o cliente, nível de autenticação e dados do destinatário. O teto de R$ 1 mil para transações noturnas entre pessoas físicas foi mantido, mas poderá ter exceções mediante solicitação do usuário.
Especialistas avaliam que a medida amplia a responsabilidade dos bancos na calibragem de riscos e fortalece mecanismos de prevenção a fraudes e lavagem de dinheiro. A mudança integra o conjunto de ações recentes do Banco Central para reforçar a segurança do Sistema Financeiro Nacional.

