A moeda brasileira acumula alta de 16% em 2025, figurando entre as que mais se valorizaram no mundo, com a quinta melhor performance global. O movimento reflete fatores como a entrada de capital estrangeiro, a melhora das contas externas e expectativas positivas em relação ao cenário fiscal.
Na direção oposta, o peso argentino registra o pior desempenho do ano. Neste mês de setembro, a moeda vizinha atingiu sua mínima histórica frente ao real: um real equivale a 271 pesos argentinos, contra 163 no início de 2025. O recuo representa uma desvalorização de quase 39% em apenas nove meses.
A perda de força do peso ocorre em meio à instabilidade política e econômica do governo de Javier Milei, além das incertezas sobre a condução de reformas estruturais. Frente ao dólar, utilizado como referência para a dívida da Argentina com o Fundo Monetário Internacional (FMI), a moeda argentina acumula queda de 29% neste ano.

