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TURISMO

há 4 meses

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Agências que recebem turistas terão novo enquadramento legal aprovado pelo Senado

Projeto reconhece oficialmente agências de turismo receptivo e promete mais segurança jurídica e estímulo à economia regional

O Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (25) um projeto que pode mudar a forma como empresas que atendem turistas são reconhecidas no país. O PL 4.099/2023 classifica oficialmente as chamadas empresas de turismo receptivo como agências de turismo receptivo, fortalecendo juridicamente o setor. O texto ainda será analisado pela Câmara dos Deputados.

Na prática, a proposta reconhece formalmente empresas que atuam na recepção, transporte, elaboração de passeios, roteiros e acompanhamento de turistas no destino visitado. São elas que organizam traslados, conectam visitantes a hotéis, restaurantes e guias locais e garantem suporte durante toda a estadia.

Alems

Relatora da matéria, a senadora Ana Paula Lobato destacou que a medida dá mais segurança jurídica ao setor e reforça a importância dessas empresas, especialmente em regiões onde o turismo é motor da economia.

Segundo ela, o projeto fortalece o empreendedorismo local e contribui para que a renda gerada pelo turismo permaneça nas comunidades. “São empresas de base local, que geram empregos diretos e indiretos, contratam guias, motoristas e firmam parcerias com hotéis, restaurantes e artesãos”, afirmou.

Para a senadora, trata-se de uma mudança simples na legislação, mas com impacto relevante na organização do setor e na imagem do Brasil como destino turístico competitivo.

Indústria química também recebe aval do Senado

Na mesma sessão, os senadores aprovaram o PLP 14/2026, que reduz temporariamente as alíquotas de PIS/Pasep e Cofins para indústrias químicas e petroquímicas integrantes do Regime Especial da Indústria Química (Reiq).

O texto, aprovado por ampla maioria, estabelece percentuais reduzidos até a transição para o novo regime tributário previsto para 2027. A proposta segue agora para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

As medidas reforçam o debate sobre o ambiente de negócios no país e sinalizam ajustes tanto no setor de turismo quanto na indústria estratégica nacional.

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