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SAÚDE

há 5 meses

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SES antecipa repasse de R$ 5 milhões e reforça apoio à Santa Casa de Campo Grande

Pagamento antecipado garante previsibilidade financeira e fortalece atendimentos de média e alta complexidade pelo SUS

A Secretaria de Estado de Saúde (SES) antecipou o repasse de recursos à Santa Casa de Campo Grande, assegurando maior previsibilidade financeira à instituição, que é referência no atendimento de média e alta complexidade pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em Mato Grosso do Sul.

O pagamento, no valor de R$ 5 milhões, foi realizado nesta terça-feira (28) por meio do Fundo Especial de Saúde de Mato Grosso do Sul ao Fundo Municipal de Saúde de Campo Grande, responsável pela gestão do hospital. A medida reforça o compromisso do Governo do Estado com a manutenção dos serviços hospitalares estratégicos da rede pública.

Alems

O montante corresponde à primeira de três parcelas previstas no 46º Termo Aditivo ao Convênio nº 03-A/2021, firmado entre o Governo do Estado e a Santa Casa. Os recursos são provenientes de emenda de bancada e destinados ao custeio dos atendimentos hospitalares de média e alta complexidade.

Segundo a SES, a antecipação do repasse contribui para o fortalecimento da capacidade de planejamento da instituição e para a continuidade dos serviços prestados à população de Campo Grande e de todo o Estado. Para o secretário estadual de Saúde, Maurício Simões, a iniciativa demonstra responsabilidade com a rede hospitalar. “Estamos garantindo suporte financeiro em um momento estratégico, permitindo que a Santa Casa mantenha seus serviços, organize seus compromissos e siga atendendo a população com segurança e qualidade”, afirmou.

A secretária-adjunta de Estado de Saúde, Crhistinne Maymone, destacou que a ação integra uma política permanente de fortalecimento da rede hospitalar. “Esse repasse reforça nosso compromisso com a assistência de média e alta complexidade e com a estabilidade dos serviços oferecidos à população. Trabalhamos de forma planejada para garantir a qualidade do cuidado”, ressaltou.

Os recursos serão aplicados em despesas vinculadas à atenção de média e alta complexidade, consideradas essenciais para o funcionamento da rede pública hospitalar e para o atendimento de pacientes regulados pelo SUS.

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