Um novo vídeo atribuído ao bispo Eduardo Costa voltou a ganhar ampla circulação nas redes sociais ao mostrar o religioso caminhando pelas ruas de Goiânia vestindo calcinha. As imagens, divulgadas por páginas de entretenimento digital, registram o momento em que ele aborda um homem em situação de rua.
Segundo a publicação, a gravação foi captada por câmeras de segurança da região. O vídeo mostra o pastor usando boné, blusa e uma peça íntima branca, após estacionar o carro nas proximidades de um comércio. Em determinado momento, ele conversa com o homem, que o convida a se sentar ao seu lado. A continuidade da interação foi ocultada pelo perfil responsável pela divulgação.
Repercussão nas redes
No X, antigo Twitter, o conteúdo gerou comentários e memes. “E as investigações do pastor de calcinha não param… Está indo cada vez mais a fundo nessas ‘investigações'”, disse um internauta. “Pastor de calcinha – lata de conserva – conservador”, escreveu outro. “Falando no pastor de calcinha, ele foi flagrado fazendo uma nova investigação, dessa vez as imagens mostram ele investigando dois moradores de rua. Não vou falar dos detalhes, é só procurar as imagens”, contou um terceiro.
O episódio reacende a polêmica envolvendo o líder religioso desde agosto do ano passado, quando outro vídeo viralizou ao mostrar o bispo usando calcinha e peruca loira em via pública. Na ocasião, imagens divulgadas por portais e páginas locais também foram registradas por câmeras de segurança.
Caso anterior e explicações
Após a primeira repercussão, Eduardo Costa afirmou que utilizou as vestimentas como parte de uma “investigação pessoal sobre uma situação pessoal”.
“De forma errada, acabei colocando uma peruca e um short para tentar localizar um endereço”, explicou à época, em vídeo ao lado da esposa, a missionária Valquíria Costa.
O pastor também declarou que foi alvo de tentativa de extorsão por parte de quem teria feito as filmagens, alegando “tentativa de constrangimento ilegal e uso indevido de imagem”. Ele não detalhou se formalizou denúncia às autoridades.
Até o momento, não há informações sobre eventual investigação oficial relacionada ao novo vídeo que circula nas redes sociais.


