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Internacional

há 7 meses

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Após ataque perto da Casa Branca, EUA suspendem imigração de afegãos

Governo americano bloqueou pedidos de permanência indefinidamente após tiroteio que deixou militares da Guarda Nacional feridos

O governo dos Estados Unidos anunciou nesta quinta-feira (27) a suspensão imediata e por tempo indeterminado de todos os pedidos de imigração feitos por cidadãos afegãos, após o ataque ocorrido na quarta-feira (26) a poucos quarteirões da Casa Branca, em Washington, D.C. A medida foi tomada depois que dois integrantes da Guarda Nacional ficaram gravemente feridos após serem atingidos por disparos feitos por um cidadão afegão.

Detalhes do ataque e perfil do suspeito

O agressor foi identificado como Rahmanullah Lakanwal, de 29 anos. Ele chegou ao país em 2021 por meio de um visto especial destinado a afegãos que prestaram apoio às tropas norte-americanas durante a guerra no Afeganistão. Embora o visto tenha expirado, Lakanwal permaneceu nos EUA. Segundo autoridades, ele foi detido depois de trocar tiros com agentes da Guarda Nacional.

Alems

O ataque ocorreu em uma das áreas mais vigiadas da capital e provocou o acionamento de protocolos emergenciais, incluindo o lockdown temporário da Casa Branca e a suspensão momentânea de voos no Aeroporto Ronald Reagan.

Reação oficial e medidas adotadas

O presidente Donald Trump classificou o atentado como um “ato de terror” e determinou a revisão imediata de todos os processos envolvendo cidadãos afegãos. Também autorizou o reforço de segurança em Washington, com o envio de mais militares da Guarda Nacional para patrulhamento.

A agência federal responsável pela imigração informou que a suspensão dos pedidos é necessária para permitir uma reavaliação completa dos critérios de entrada e permanência de afegãos no país, especialmente após o ocorrido.

Impactos e repercussões

Organizações humanitárias criticaram a decisão, argumentando que a suspensão atinge indiscriminadamente indivíduos que fugiram de conflitos e que não têm qualquer relação com o ataque. Do outro lado, setores ligados à segurança defendem a medida como necessária diante da gravidade do episódio e dos riscos apontados pelas autoridades.

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