A decisão do Nubank de encerrar o modelo de trabalho remoto e exigir o retorno presencial dos funcionários provocou forte reação interna e terminou com a demissão de 12 colaboradores. O anúncio foi feito durante uma reunião híbrida com cerca de 7 mil empregados, na qual a discordância sobre a medida se tornou evidente.
Segundo relatos, o banco informou que o trabalho presencial passaria a ser obrigatório em seus escritórios, alegando necessidade de fortalecer a cultura corporativa e ampliar a colaboração entre equipes. No entanto, parte dos funcionários manifestou insatisfação, argumentando que o home office havia garantido produtividade e qualidade de vida.
A tensão aumentou nas redes internas da empresa, e o caso rapidamente ganhou repercussão após as demissões. O Nubank confirmou as dispensas, mas afirmou que elas não tiveram relação direta com a manifestação de opiniões, destacando que mantém “ambiente de diálogo aberto e transparente”.
Desde a pandemia, o banco vinha operando em formato híbrido, sendo considerado uma das empresas mais flexíveis do setor financeiro.

