Em noite de arquibancadas cheias e clima de festa, o ginásio Guanandizão, em Campo Grande, foi palco de uma verdadeira celebração ao futsal nesta segunda-feira (13). O Jogo das Estrelas de Mato Grosso do Sul reuniu nomes consagrados da modalidade e figuras populares em um evento que misturou esporte, entretenimento e nostalgia.
O grande destaque da noite foi, sem surpresa, Falcão. Mesmo aposentado desde 2018, o ex-camisa 12 da Seleção Brasileira mostrou que a técnica segue apurada. Com dribles desconcertantes, gols e o carisma que o consagrou, Falcão foi ovacionado a cada toque na bola — transformando o jogo em espetáculo e lembrando por que é considerado o maior jogador da história do futsal.
Quem também chamou a atenção foi Adonias, apelidado de “rei do drible”, que contribuiu para manter o ritmo elevado da partida e arrancar aplausos da torcida. Outro nome que surpreendeu foi o cantor Guilherme, da dupla sertaneja Hugo & Guilherme, que além de participar do jogo, marcou um gol e interagiu com os fãs, reforçando o clima de descontração que tomou conta do evento.
A atmosfera era de celebração. Famílias inteiras, crianças, jovens e veteranos do esporte marcaram presença, tiraram fotos, buscaram autógrafos e vibraram com os lances dentro de quadra. O barulho nas arquibancadas denunciava a empolgação com o reencontro entre ídolos e torcedores.
Falcão, visivelmente emocionado, agradeceu o carinho do público sul-mato-grossense ao fim da partida:
“A energia daqui é incrível. É por isso que eu continuo fazendo o que amo: ver o sorriso da galera, ver o ginásio cheio. Isso não tem preço.”
Apesar de não ter placar oficial ou caráter competitivo, o evento reforçou a força do futsal na região e o interesse contínuo da torcida por jogos que unem técnica, carisma e entretenimento.
Além do espetáculo em quadra, o Jogo das Estrelas contou com apoio de empresas locais, destacando a importância da iniciativa privada no incentivo ao esporte. Para Rubens Filinto, representante da Plan Loteamentos, uma das patrocinadoras, apoiar o evento foi uma forma de valorizar o papel social do esporte:
“Foi uma satisfação participar de um evento desse porte, com nomes tão importantes. O esporte transforma, e isso precisa ser incentivado.”
O saldo da noite no Guanandizão vai além dos gols e dribles: ficou a sensação de que o futsal segue vivo — e que, para os fãs da bola pesada, a magia de Falcão ainda está longe de acabar.


