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SAÚDE

há 11 meses

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Dengue avança em MS: mais de 7 mil casos confirmados e 17 mortes em 2025

Estado já aplicou mais de 167 mil doses da vacina; Chikungunya também preocupa com 6 mil casos confirmados e 12 óbitos

Mato Grosso do Sul já confirmou 7.482 casos de dengue em 2025, segundo o Boletim Epidemiológico da 29ª semana, divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES) na sexta-feira (25). Ao todo, são 13.887 casos prováveis da doença neste ano. O número de óbitos também chama atenção: 17 pessoas morreram por complicações da dengue, e outros 7 casos estão em investigação.

Nos últimos 14 dias, 23 municípios registraram baixa incidência da doença, incluindo cidades como Dourados, Ponta Porã, Três Lagoas, Aquidauana, Corumbá, Sidrolândia e Costa Rica. Já os óbitos ocorreram em locais como Inocência, Campo Grande, Iguatemi, Paranhos, Miranda e Nova Andradina. Entre as vítimas, seis tinham comorbidades.

Alems

Vacinação contra a dengue

Com o início da imunização contra a dengue, o Estado já aplicou 167.101 doses da vacina. Mato Grosso do Sul recebeu 241.030 doses do Ministério da Saúde. O esquema vacinal exige duas doses com intervalo de três meses entre elas.

A vacinação é recomendada para crianças e adolescentes entre 10 e 14 anos, 11 meses e 29 dias, faixa etária que concentra o maior número de hospitalizações pela doença. A SES reforça a importância da adesão à campanha como forma de prevenção e contenção dos casos.

Chikungunya também preocupa

Além da dengue, a Chikungunya segue em alta. O Estado já registra 13.771 casos prováveis, sendo 6.404 confirmados no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN). Também foram confirmados 67 casos da doença em gestantes.

A doença causou 12 mortes em municípios como Dourados, Fátima do Sul, Naviraí, Sidrolândia e Glória de Dourados. Nove vítimas possuíam comorbidades.

Alerta à população

A SES orienta que, diante de sintomas como febre, dores no corpo, manchas na pele ou cansaço, a população não se automedique e procure imediatamente uma unidade de saúde. O diagnóstico precoce e o tratamento correto são fundamentais para evitar complicações.

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