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JUSTIÇA

há 1 ano

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TJMS sobe ao 11º lugar nacional em ranking de sustentabilidade do Judiciário

Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul alcança sua melhor colocação histórica no Índice de Desempenho da Sustentabilidade, com 69,9%

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS) conquistou a 11ª colocação nacional no Índice de Desempenho da Sustentabilidade (IDS), conforme divulgado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) nesta segunda-feira, 30 de junho, durante a 3ª edição do evento Judiciário Sustentável, realizado em Brasília. O resultado representa o melhor desempenho da história do TJMS e marca um salto expressivo em relação ao ano anterior, quando o tribunal ocupava a penúltima posição no ranking.

Com 69,9% de aproveitamento, o TJMS demonstrou avanço significativo nas áreas de sustentabilidade, acessibilidade e inclusão, superando os 60% registrados em 2023. A evolução está diretamente ligada à implementação de medidas alinhadas às diretrizes da Resolução CNJ nº 400/2021 e da recente Resolução CNJ nº 550/2024, que ampliaram os critérios de avaliação.

Alems

Desde o início da gestão 2025, o presidente do TJMS, desembargador Dorival Renato Pavan, tem conduzido ações com foco na responsabilidade socioambiental. Entre elas, estão a eliminação do uso de descartáveis, substituídos por alternativas sustentáveis, e a promoção de eventos de conscientização, como o seminário “A Justiça e os Desafios Socioambientais Contemporâneos”, organizado em parceria com outros cinco órgãos.

Segundo a juíza auxiliar da Presidência, Joseliza Alessandra Vanzela Turine, os resultados refletem “o compromisso institucional com a construção de uma Justiça mais sustentável, inclusiva e socialmente responsável”. Ela antecipa ainda que uma nova edição do Desafio Sustentável será lançada em breve para fortalecer a cultura ambiental entre os servidores.

O TJMS também tem se destacado em ações voltadas à igualdade de gênero e raça e à inclusão de pessoas com deficiência, áreas consideradas prioritárias pelo CNJ. O IDS avalia critérios como consumo de recursos naturais, gestão de resíduos, uso de fontes renováveis, equidade e descarbonização, com base nos dados enviados pelos tribunais ao sistema PLS-Jud.

Desde a criação do índice, em 2018, o tribunal vem registrando avanços: saiu da 62ª colocação geral e da 19ª entre os tribunais estaduais, com apenas 48%, para se posicionar em 2024 como um dos 15 melhores do país em desempenho sustentável.

Neste ano, o balanço do IDS incorporou ainda os primeiros resultados do Programa Justiça Carbono Zero e os efeitos do Pacto pela Transformação Ecológica, firmado entre os Três Poderes em agosto de 2024, reforçando o compromisso do Judiciário com a redução dos impactos ambientais.

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