A primavera, que começou no domingo (22), marca a transição entre a seca do inverno e as chuvas de verão na região central do Brasil. Conhecida por tempestades rápidas e intensas, essa estação traz chuvas fortes, ventos e até granizo, segundo o Cemtec (Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima
A umidade vinda da Amazônia começa a se estabilizar, com chuvas mais regulares e temperaturas em elevação, devido à maior incidência de raios solares. “Os meses de primavera, historicamente, são os mais quentes do ano no Mato Grosso do Sul, especialmente outubro”, informa o Cemtec.
O prognóstico para este ano prevê chuvas dentro ou próximas da média histórica, que variam entre 400 e 500 mm na maior parte do estado. No sul e sudeste, os acumulados podem chegar a 600 mm, enquanto o noroeste deve registrar entre 300 e 400 mm.
No entanto, as temperaturas serão acima da média, com um trimestre mais quente do que o normal. Essa condição aumenta o risco de incêndios florestais, especialmente nas regiões pantaneira e sudoeste, que estão em alerta elevado.
A observação La Niña, que tem 81% de probabilidade de ocorrer, também deve influenciar o clima, resfriando as águas do Pacífico e provocando alterações nos padrões atmosféricos, o que pode resultar em massas de frio ocasionais.
A média de temperaturas para o trimestre OND (Outubro-Novembro-Dezembro), conforme dados históricos, variando entre 24°

