Campo Grande, a capital de Mato Grosso do Sul, completou 124 anos, ontem (26 de agosto), e os moradores têm motivos para comemorar além do aniversário da cidade. A Agehab (Agência de Habitação Popular de MS) está empenhada em beneficiar mais de 2 mil famílias até o final do ano com uma série de ações abrangentes relacionadas à habitação.

A agência tem implementado programas e projetos em toda a cidade, abrangendo desde a regularização fundiária até o auxílio para o financiamento da casa própria. Entre os principais programas estão a "Regularização Fundiária Urbana", a "Substituição de Moradia Precária", a "Produção Habitacional" e o mais recente, o "Bônus Moradia".
A diretora-presidente da Agehab, Maria do Carmo Avesani Lopez, enfatiza a ampliação das políticas habitacionais em todo o Estado e especialmente em Campo Grande. Ela menciona a regularização fundiária, que já beneficiou mais de 600 famílias em 2023, e o lançamento do projeto "Bônus Moradia", que oferece um subsídio na entrada para aquisição da casa própria financiada. O projeto visa atender mais de 700 famílias na capital.
Até o momento, foram entregues 663 títulos de regularização fundiária em diversos bairros da cidade. Outros 118 títulos já estão prontos e mais 1.066 estão em andamento, com previsão de concessão até o final de 2023. A agência também trabalha na regularização dos conjuntos da antiga CDHU, oferecendo o título de propriedade aos moradores.
O Projeto Substituição de Moradia Precária tem como objetivo proporcionar melhores condições de moradia para os residentes da Cidade de Deus, enquanto o Projeto Produção Habitacional planeja entregar 43 unidades habitacionais na Aldeia Água Bonita até o final do ano.
O destaque recente é o projeto Bônus Moradia, lançado em junho, que oferece um subsídio de até R$ 25 mil na entrada para facilitar a compra da casa própria financiada. O projeto tem a previsão inicial de atender 770 famílias em Campo Grande.
Além desses programas, a Agehab também está envolvida em projetos de habitação em parceria com o governo federal e o município, visando a construção de 510 unidades habitacionais destinadas a famílias de baixa renda. O Estado irá aportar a contrapartida necessária para completar o valor do investimento. Estas unidades serão destinadas para famílias do Grupo 1 com renda de até R$ 2.640,00.



