Na noite desta sexta-feira (25), o Aeroporto de Congonhas, localizado em São Paulo, foi submetido a um fechamento temporário para pousos e decolagens durante cerca de uma hora, após um alarme falso de "sequestro" ser acionado a partir de um voo operado pela companhia aérea Azul. O incidente afetou mais de 20 voos programados, gerando transtornos para passageiros e causando a adoção de protocolos de segurança.
A situação teve início quando o comandante da aeronave da Azul teria acionado indevidamente a torre de controle do aeroporto, desencadeando assim a execução do protocolo de segurança destinado a situações de emergência. Esse tipo de acionamento é normalmente realizado por meio de um código específico e não por comunicação verbal.
Segundo informações apuradas pela TV Globo, a aeronave da Azul pousou no Aeroporto de Congonhas e foi direcionada para uma pista auxiliar, onde permaneceu aguardando orientações. Um grupo de gerenciamento de crise foi mobilizado para lidar com a situação, e uma inspeção na aeronave foi realizada antes que o desembarque dos passageiros fosse autorizado.
A Azul comunicou que todos os procedimentos de segurança foram rigorosamente seguidos pela empresa, juntamente com instituições e autoridades responsáveis. Após a verificação da normalidade no voo em questão, tanto passageiros quanto tripulantes puderam desembarcar em segurança.
De acordo com a Infraero, empresa estatal que administra o aeroporto, o fechamento durou das 20h49 às 21h49. A consequência direta desse incidente refletiu-se no painel de chegadas e partidas, onde 24 voos sofreram alterações, entre cancelamentos e atrasos.
O impacto se estendeu a voos que pousariam em Congonhas, com dois deles sendo direcionados a outros aeroportos e outros 13 tendo seus pousos cancelados. Além disso, sete voos de decolagem foram cancelados e dois sofreram atrasos.


