Mato Grosso do Sul encerrou julho com saldo positivo de 3.023 novos postos de trabalho formal, segundo dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) divulgados pelo Observatório do Trabalho de MS, em parceria com a Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação) e a Funtrab.
Foram 36.395 admissões contra 33.372 desligamentos no mês. De janeiro a julho, o Estado já acumula 26.755 vagas formais abertas, o que representa crescimento de 4,2% em relação a 2024 e coloca MS na 13ª posição nacional em empregabilidade.
Nos últimos 12 meses, o saldo foi de 16.689 novos empregos, totalizando 697.024 trabalhadores com carteira assinada. A taxa de rotatividade ficou em 32,69%, dentro da média nacional.
Os setores que mais contrataram em julho foram a construção civil (+1.191 vagas), o comércio (+675) e os serviços (+603). Entre os municípios, Campo Grande liderou a geração de empregos com saldo positivo de 583, seguida por Inocência (+376), Chapadão do Sul (+343), Nova Alvorada do Sul (+221) e São Gabriel do Oeste (+218). Já Dourados (-154) e Três Lagoas (-92) estiveram entre os que registraram maior saldo negativo.
Segundo o secretário de Desenvolvimento, Jaime Verruck, os números reforçam a tendência de crescimento da economia local e confirmam a força do Capital Humano, que garantiu a Mato Grosso do Sul a 9ª posição no Ranking de Competitividade dos Estados 2025.
“Ter saldo positivo de empregos com carteira assinada significa fortalecer o Capital Humano. Isso mostra que a estratégia do Governo do Estado, de combinar atração de investimentos, diversificação produtiva e qualificação profissional, está dando resultados concretos”, afirmou Verruck.
Ele lembrou ainda que a taxa de desocupação medida pela PNAD Contínua do IBGE caiu para 2,9% no segundo trimestre de 2025 — o menor índice desde 2012 —, colocando MS entre os estados com menor desemprego do país.
O Observatório do Trabalho de MS acompanha mensalmente os dados de geração de emprego e renda, que embasam políticas públicas para ampliar a inclusão produtiva e a empregabilidade em todo o Estado.


