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SAÚDE

há 1 ano

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MS amplia acesso à hemodiálise com regionalização e mais 98 máquinas em funcionamento até 2026

Plano estadual descentraliza serviços e garante tratamento mais próximo ao paciente renal em todas as macrorregiões

O Governo de Mato Grosso do Sul está avançando na regionalização do atendimento a pacientes com Doença Renal Crônica (DRC), aproximando o tratamento das pessoas que necessitam de hemodiálise e reduzindo deslocamentos para grandes centros urbanos. Com centenas de máquinas distribuídas em quatro macrorregiões e a previsão de expansão até 2026, a política pública amplia a cobertura do serviço e assegura mais dignidade e acesso humanizado ao cuidado.

“O plano em execução promove a ampliação do número de máquinas, clínicas e uma distribuição equilibrada dos atendimentos nas regiões, com foco na resolutividade e na qualidade do tratamento”, explica a superintendente de Atenção à Saúde da SES, Angélica Segatto Congro.

Alems

A estratégia inclui incentivos financeiros aos municípios, pactuações regionais e abertura de novos serviços. Com isso, o Estado deve contar com 98 novas máquinas de hemodiálise, somando-se às 457 já em operação. Entre as ações estão a ampliação dos serviços em Aquidauana, Coxim, Costa Rica, Bataguassu, Dourados, Ponta Porã e Três Lagoas; novos serviços em Maracaju, Jardim e Nova Andradina; nova habilitação em Campo Grande, com a clínica Davita Pantanal; e novo turno em Bataguassu.

A regionalização permite que os pacientes sejam atendidos em sua própria macrorregião, conforme pactuação aprovada pela Resolução nº 69/SES de 2023. A medida reduz barreiras geográficas e facilita o acompanhamento contínuo. “Essa política integra a Linha de Cuidado da Pessoa com Doença Renal Crônica, que organiza o fluxo e direciona os pacientes para os serviços mais próximos”, afirma Mara Rúbia da Costa Silva, gerente de Atenção à Doença Renal Crônica.

Para fortalecer a rede, o Estado instituiu repasses mensais de R$ 716,12 por paciente em Diálise Peritoneal Automatizada (DPA) e R$ 45 por sessão de hemodiálise (até 14 sessões mensais). Os dados de produção são monitorados pela Gerência de Atenção à Doença Renal Crônica, garantindo transparência na aplicação dos recursos e a sustentabilidade dos serviços.

Com essa política, Mato Grosso do Sul avança no compromisso de oferecer um tratamento mais acessível, contínuo e próximo de quem mais precisa.

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