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    "title": "Pix News MS - Rural",
    "description": "Feed de notícias de Rural do Pix News MS",
    "home_page_url": "https://www.pixnewsms.com.br",
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    "language": "pt-BR",
    "authors": [
        {
            "name": "Laura Brasil"
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        {
            "name": "Suelen Morales"
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        {
            "name": "Lucas Arruda"
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        {
            "name": "Da redação"
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        {
            "name": "João Buchara"
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        {
            "id": "https://www.pixnewsms.com.br/01a164f4-d2d8-7225-ad27-1b679ad7a025",
            "title": "FCO aprova R$ 100 milhões para investimentos em 33 municípios de MS",
            "url": "https://www.pixnewsms.com.br/rural/2026/10/23/fco-aprova-r-100-milhoes-para-investimentos-em-33-municipios-de-ms.html",
            "content_html": "<p dir=\"ltr\">O Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) aprovou 52 projetos que preveem R$ 100,1 milh&otilde;es em investimentos em 33 munic&iacute;pios de Mato Grosso do Sul. A maior parte dos recursos ser&aacute; destinada ao setor rural, que concentra 47 propostas aprovadas, com valor total de R$ 76,3 milh&otilde;es.</p>\n<p dir=\"ltr\">As aprova&ccedil;&otilde;es foram definidas em reuni&atilde;o extraordin&aacute;ria do Conselho Estadual de Investimentos Financi&aacute;veis pelo FCO (CEIF/FCO), realizada na quarta-feira (21). Os projetos contemplam diferentes atividades econ&ocirc;micas, com destaque para a aquisi&ccedil;&atilde;o de m&aacute;quinas agr&iacute;colas, que teve 26 propostas aprovadas.</p>\n<p dir=\"ltr\">Outras iniciativas rurais incluem reforma de pastagens, compra de bovinos, corre&ccedil;&atilde;o do solo, avicultura, armazenagem, irriga&ccedil;&atilde;o e florestas. Tamb&eacute;m foram aprovados projetos para constru&ccedil;&otilde;es e benfeitorias, energia fotovoltaica e reten&ccedil;&atilde;o de bovinos.</p>\n<h2 dir=\"ltr\">FCO Empresarial soma R$ 23,7 milh&otilde;es</h2>\n<p dir=\"ltr\">Os outros cinco projetos aprovados s&atilde;o da linha FCO Empresarial e totalizam R$ 23,7 milh&otilde;es. Desse conjunto, tr&ecirc;s s&atilde;o voltados ao com&eacute;rcio e servi&ccedil;os, um &agrave; ci&ecirc;ncia e tecnologia e outro &agrave; ind&uacute;stria.</p>\n<p dir=\"ltr\">O FCO oferece linhas de financiamento para empreendedores e produtores rurais, com condi&ccedil;&otilde;es de juros e prazos definidas conforme as regras do programa. Em Mato Grosso do Sul, a an&aacute;lise dos pedidos &eacute; feita pelo CEIF/FCO, vinculado &agrave; Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ci&ecirc;ncia, Tecnologia e Inova&ccedil;&atilde;o (Semadesc).</p>\n<h2 dir=\"ltr\">Fundo soma R$ 1,8 bilh&atilde;o em aprova&ccedil;&otilde;es em 2026</h2>\n<p dir=\"ltr\">Com as novas delibera&ccedil;&otilde;es, o volume aprovado pelo FCO em Mato Grosso do Sul em 2026 chegou a aproximadamente R$ 1,8 bilh&atilde;o, distribu&iacute;do em 937 projetos. Desse total, 803 s&atilde;o da linha rural, que soma cerca de R$ 1,53 bilh&atilde;o, e 134 s&atilde;o da linha empresarial, com R$ 324,4 milh&otilde;es.</p>\n<p dir=\"ltr\">Para este ano, a Superintend&ecirc;ncia do Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco) destinou cerca de R$ 3,68 bilh&otilde;es ao Estado, divididos igualmente entre as linhas Rural e Empresarial. Segundo os dados divulgados, ainda restam R$ 1,82 bilh&atilde;o dispon&iacute;veis para novos financiamentos.</p>\n<p dir=\"ltr\">O saldo n&atilde;o representa aprova&ccedil;&atilde;o autom&aacute;tica de cr&eacute;dito. Os pedidos dependem de an&aacute;lise e do cumprimento dos crit&eacute;rios estabelecidos para cada linha de financiamento.</p>\n<p dir=\"ltr\">&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>",
            "summary": "O Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) aprovou 52 projetos que preveem R$ 100,1 milhões em investimentos em 33 municípios de Mato Grosso do Sul. A maior parte dos recursos será...",
            "image": "https://cdn1.pixnewsms.com.br/Folder/2026/10/7b4f80ef-8e6b-4e3b-804f-5cd978a2e076/conversions/img-0120-730x480-large.webp",
            "date_published": "2026-10-23T00:00:00+00:00",
            "date_modified": "2026-10-22T18:52:08+00:00",
            "authors": [
                {
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            "id": "https://www.pixnewsms.com.br/01a15fc0-cdd1-709f-89b7-8854176d3c85",
            "title": "Lesmas e caracóis ameaçam o início da safra de soja em MS",
            "url": "https://www.pixnewsms.com.br/rural/2026/10/21/lesmas-e-caracois-ameacam-o-inicio-da-safra-de-soja-em-ms.html",
            "content_html": "<p dir=\"ltr\">A presen&ccedil;a de lesmas e carac&oacute;is em lavouras de Mato Grosso do Sul acende um alerta para os produtores de soja na safra 2026/2027. A equipe de campo da Associa&ccedil;&atilde;o dos Produtores de Soja de Mato Grosso do Sul (Aprosoja/MS) identificou a ocorr&ecirc;ncia desses organismos nas regi&otilde;es Oeste, Sul e Norte do estado e recomenda monitoramento desde a semeadura.</p>\n<p dir=\"ltr\">De acordo com o Informativo T&eacute;cnico 07/2026 da entidade, as principais esp&eacute;cies registradas em lavouras de gr&atilde;os em Mato Grosso do Sul s&atilde;o o caracol Drymaeus interpunctus e a lesma Sarasinula linguaeformis. Os dois organismos podem danificar as plantas, especialmente durante a germina&ccedil;&atilde;o e a emerg&ecirc;ncia da soja, fases em que a cultura ainda apresenta capacidade limitada de recupera&ccedil;&atilde;o.</p>\n<p dir=\"ltr\">Segundo o analista t&eacute;cnico da Aprosoja/MS, Lucas Santana, o ataque pode comprometer o estabelecimento da lavoura e reduzir a popula&ccedil;&atilde;o de plantas por hectare.</p>\n<h2 dir=\"ltr\">Umidade e palhada favorecem lesmas e carac&oacute;is</h2>\n<p dir=\"ltr\">Lesmas e carac&oacute;is preferem ambientes &uacute;midos e sombreados. Por isso, a atividade desses organismos tende a aumentar ap&oacute;s as chuvas, em per&iacute;odos de alta umidade e temperaturas amenas.</p>\n<p dir=\"ltr\">Durante o dia, eles podem ficar escondidos sob a palhada, em fendas no solo, debaixo de torr&otilde;es e entre restos culturais. A atividade costuma ser maior ao entardecer e durante a noite, per&iacute;odos em que os organismos saem dos abrigos para se alimentar.</p>\n<p dir=\"ltr\">A cobertura do solo, comum no sistema de plantio direto, oferece prote&ccedil;&atilde;o contra a radia&ccedil;&atilde;o solar e predadores. No entanto, a presen&ccedil;a de palhada n&atilde;o significa necessariamente que haver&aacute; infesta&ccedil;&atilde;o. A intensidade da ocorr&ecirc;ncia varia conforme o talh&atilde;o, o hist&oacute;rico da &aacute;rea e as condi&ccedil;&otilde;es ambientais.</p>\n<h2 dir=\"ltr\">Quais danos as pragas podem causar &agrave; soja?</h2>\n<p dir=\"ltr\">Os principais danos aparecem nas folhas jovens, nos cotil&eacute;dones, estruturas iniciais da planta, e nas hastes. Ao se alimentar dos tecidos vegetais, lesmas e carac&oacute;is provocam les&otilde;es irregulares e raspagens, que podem destruir parte ou a totalidade dessas estruturas.</p>\n<p dir=\"ltr\">Em situa&ccedil;&otilde;es mais severas, as plantas podem tombar ou morrer. Quando a popula&ccedil;&atilde;o dos organismos &eacute; elevada, a redu&ccedil;&atilde;o do n&uacute;mero de plantas pode comprometer o estande da lavoura e, em casos extremos, tornar necess&aacute;rio o replantio.</p>\n<p dir=\"ltr\">Os efeitos tamb&eacute;m podem se estender at&eacute; a colheita. Popula&ccedil;&otilde;es elevadas de carac&oacute;is podem contribuir para o embuchamento das colheitadeiras, aumentar o desgaste das m&aacute;quinas e provocar mau cheiro durante a opera&ccedil;&atilde;o.</p>\n<h2 dir=\"ltr\">Como monitorar lesmas e carac&oacute;is na lavoura</h2>\n<p dir=\"ltr\">A recomenda&ccedil;&atilde;o da Aprosoja/MS &eacute; iniciar o monitoramento desde a semeadura, principalmente em &aacute;reas que j&aacute; registraram a presen&ccedil;a desses organismos em safras anteriores.</p>\n<p dir=\"ltr\">Durante as avalia&ccedil;&otilde;es, o produtor deve observar a cobertura do solo e afastar a palhada e os torr&otilde;es para procurar lesmas, carac&oacute;is, ovos e trilhas de muco. Nas plantas, &eacute; importante verificar folhas, cotil&eacute;dones e hastes em busca de sinais de raspagem ou consumo dos tecidos.</p>\n<p dir=\"ltr\">As inspe&ccedil;&otilde;es ao entardecer e &agrave; noite podem facilitar a identifica&ccedil;&atilde;o, devido &agrave; maior atividade dos organismos nesses per&iacute;odos.</p>\n<p dir=\"ltr\">Ainda n&atilde;o h&aacute; consenso na literatura cient&iacute;fica sobre um n&iacute;vel de a&ccedil;&atilde;o espec&iacute;fico para lesmas e carac&oacute;is. Por isso, a decis&atilde;o sobre o controle deve considerar a intensidade dos danos, a popula&ccedil;&atilde;o de plantas remanescente, o est&aacute;gio de desenvolvimento da soja e a persist&ecirc;ncia das condi&ccedil;&otilde;es favor&aacute;veis &agrave; ocorr&ecirc;ncia.</p>\n<h2 dir=\"ltr\">Manejo integrado ajuda a controlar as pragas</h2>\n<p dir=\"ltr\">O controle de lesmas e carac&oacute;is &eacute; desafiador porque esses organismos podem se alimentar por per&iacute;odos prolongados, utilizar diferentes fontes de alimento e permanecer abrigados sob a cobertura do solo. Por isso, a Aprosoja/MS recomenda o manejo integrado de pragas (MIP), que combina diferentes estrat&eacute;gias de preven&ccedil;&atilde;o e controle.</p>\n<p dir=\"ltr\">A rota&ccedil;&atilde;o de culturas pode contribuir para reduzir as popula&ccedil;&otilde;es. A conserva&ccedil;&atilde;o de inimigos naturais, como aves, mam&iacute;feros, anf&iacute;bios, r&eacute;pteis, bact&eacute;rias e insetos predadores, tamb&eacute;m faz parte das medidas de manejo destacadas no informativo t&eacute;cnico.</p>\n<p dir=\"ltr\">Em &aacute;reas com popula&ccedil;&otilde;es elevadas, as iscas est&atilde;o entre as alternativas utilizadas. O Informativo T&eacute;cnico 07/2026 aponta o fosfato f&eacute;rrico como ingrediente ativo registrado no Minist&eacute;rio da Agricultura e Pecu&aacute;ria (Mapa) para o controle de lesmas e carac&oacute;is na agricultura.</p>\n<p dir=\"ltr\">A escolha do produto deve respeitar o registro vigente, as culturas autorizadas e as instru&ccedil;&otilde;es de uso descritas no r&oacute;tulo e na bula. As iscas devem ser distribu&iacute;das sobre o solo, pr&oacute;ximas &agrave;s plantas que precisam de prote&ccedil;&atilde;o, sem incorpora&ccedil;&atilde;o. A aplica&ccedil;&atilde;o no final da tarde favorece o contato com os organismos durante o per&iacute;odo de maior atividade.</p>\n<p dir=\"ltr\">Em &aacute;reas com hist&oacute;rico de ocorr&ecirc;ncia, o informativo indica que a aplica&ccedil;&atilde;o logo ap&oacute;s a semeadura pode ajudar a proteger as plantas durante a emerg&ecirc;ncia. O consumo r&aacute;pido das iscas pode sinalizar uma popula&ccedil;&atilde;o elevada e indicar a necessidade de reavaliar a &aacute;rea, sempre respeitando as orienta&ccedil;&otilde;es do produto.</p>\n<h2 dir=\"ltr\">Monitoramento desde a semeadura reduz riscos</h2>\n<p dir=\"ltr\">A identifica&ccedil;&atilde;o correta das esp&eacute;cies, a avalia&ccedil;&atilde;o dos danos e o acompanhamento frequente da lavoura ajudam a orientar as medidas de controle. O monitoramento precoce &eacute; especialmente importante no in&iacute;cio do desenvolvimento da soja, quando a perda de plantas pode comprometer a forma&ccedil;&atilde;o do estande.</p>\n<p dir=\"ltr\">A Aprosoja/MS refor&ccedil;a que o acompanhamento cont&iacute;nuo permite identificar sinais de ataque e adotar medidas adequadas &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es de cada &aacute;rea durante a safra 2026/2027.</p>\n<p dir=\"ltr\">&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>",
            "summary": "A presença de lesmas e caracóis em lavouras de Mato Grosso do Sul acende um alerta para os produtores de soja na safra 2026/2027. A equipe de campo da Associação dos Produtores de Soja de Mato Grosso...",
            "image": "https://cdn1.pixnewsms.com.br/Folder/2026/10/c80d49ca-76ad-4a62-98b1-03f27770bc3e/conversions/whatsapp-image-2026-10-20-at-105632-0-large.webp",
            "date_published": "2026-10-21T23:40:00+00:00",
            "date_modified": "2026-10-21T18:37:13+00:00",
            "authors": [
                {
                    "name": "Laura Brasil"
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            "tags": [
                "Rural"
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        },
        {
            "id": "https://www.pixnewsms.com.br/01a15fb3-4c76-7342-bd14-b85e13cd499b",
            "title": "Brasil confirma foco de doença de Newcastle em criação comercial de perus",
            "url": "https://www.pixnewsms.com.br/rural/2026/10/21/brasil-confirma-foco-de-doenca-de-newcastle-em-criacao-comercial-de-perus.html",
            "content_html": "<p dir=\"ltr\">O Brasil confirmou um foco da doen&ccedil;a de Newcastle em uma cria&ccedil;&atilde;o comercial de perus em Nova Itaberaba, no oeste de Santa Catarina. O Minist&eacute;rio da Agricultura e Pecu&aacute;ria (Mapa) confirmou a ocorr&ecirc;ncia em 18 de outubro de 2026, ap&oacute;s exames laboratoriais que detectaram o v&iacute;rus causador da doen&ccedil;a.</p>\n<p dir=\"ltr\">O caso foi identificado durante uma investiga&ccedil;&atilde;o epidemiol&oacute;gica conduzida pelo Servi&ccedil;o Veterin&aacute;rio Oficial de Santa Catarina. As amostras foram analisadas pelo Laborat&oacute;rio Federal de Defesa Agropecu&aacute;ria de S&atilde;o Paulo (LFDA-SP), reconhecido internacionalmente como refer&ecirc;ncia para o diagn&oacute;stico da enfermidade.</p>\n<p dir=\"ltr\">Ap&oacute;s a confirma&ccedil;&atilde;o, a propriedade foi interditada e a movimenta&ccedil;&atilde;o de aves foi suspensa. As autoridades sanit&aacute;rias adotaram medidas para conter e erradicar o foco, conforme o plano de conting&ecirc;ncia para influenza avi&aacute;ria e doen&ccedil;a de Newcastle.</p>\n<h2 dir=\"ltr\">O que &eacute; a doen&ccedil;a de Newcastle?</h2>\n<p dir=\"ltr\">A doen&ccedil;a de Newcastle &eacute; uma enfermidade viral contagiosa que afeta aves dom&eacute;sticas e silvestres. A infec&ccedil;&atilde;o pode provocar problemas respirat&oacute;rios, altera&ccedil;&otilde;es neurol&oacute;gicas, diarreia e mortalidade elevada entre as aves, dependendo das caracter&iacute;sticas do v&iacute;rus e das condi&ccedil;&otilde;es do plantel.</p>\n<p dir=\"ltr\">A ocorr&ecirc;ncia exige medidas de controle sanit&aacute;rio para impedir a dissemina&ccedil;&atilde;o do v&iacute;rus e proteger a produ&ccedil;&atilde;o av&iacute;cola.</p>\n<h2 dir=\"ltr\">Carne de frango e peru &eacute; segura para consumo?</h2>\n<p dir=\"ltr\">Segundo o Minist&eacute;rio da Agricultura, os produtos av&iacute;colas submetidos &agrave; inspe&ccedil;&atilde;o sanit&aacute;ria oficial continuam seguros para consumo humano. A confirma&ccedil;&atilde;o do foco n&atilde;o significa que toda a produ&ccedil;&atilde;o de aves do pa&iacute;s esteja contaminada.</p>\n<p dir=\"ltr\">O &oacute;rg&atilde;o tamb&eacute;m informou que a ocorr&ecirc;ncia ser&aacute; comunicada &agrave; Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial de Sa&uacute;de Animal (OMSA) e aos parceiros comerciais do Brasil, conforme os compromissos internacionais de transpar&ecirc;ncia sanit&aacute;ria.</p>\n<h2 dir=\"ltr\">Foco pode afetar exporta&ccedil;&otilde;es de produtos av&iacute;colas</h2>\n<p dir=\"ltr\">Ap&oacute;s a confirma&ccedil;&atilde;o, pa&iacute;ses importadores adotaram restri&ccedil;&otilde;es tempor&aacute;rias a determinados produtos av&iacute;colas brasileiros. Em atualiza&ccedil;&atilde;o divulgada em 20 de outubro, o Mapa informou que o M&eacute;xico suspendeu importa&ccedil;&otilde;es de categorias de produtos av&iacute;colas de todo o Brasil. China e Chile impuseram restri&ccedil;&otilde;es relacionadas a Santa Catarina.</p>\n<p dir=\"ltr\">As medidas variam conforme o pa&iacute;s e o tipo de produto. O Minist&eacute;rio informou que mant&eacute;m contato com os parceiros comerciais para apresentar informa&ccedil;&otilde;es t&eacute;cnicas sobre o foco e as a&ccedil;&otilde;es sanit&aacute;rias adotadas.</p>\n<p dir=\"ltr\">Novas informa&ccedil;&otilde;es sobre a investiga&ccedil;&atilde;o e o controle da doen&ccedil;a ser&atilde;o divulgadas conforme o avan&ccedil;o dos trabalhos das autoridades veterin&aacute;rias.</p>\n<p dir=\"ltr\">&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>",
            "summary": "O Brasil confirmou um foco da doença de Newcastle em uma criação comercial de perus em Nova Itaberaba, no oeste de Santa Catarina. O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) confirmou a ocorrência...",
            "image": "https://cdn1.pixnewsms.com.br/Folder/2026/10/3aae235f-af71-42d6-aeba-15e6b891ee87/conversions/defesa-agropecuaria-121213-large.webp",
            "date_published": "2026-10-21T23:00:00+00:00",
            "date_modified": "2026-10-21T18:22:28+00:00",
            "authors": [
                {
                    "name": "Laura Brasil"
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                "Rural"
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        },
        {
            "id": "https://www.pixnewsms.com.br/01a15ac3-7cde-720f-a160-0e04b9e70443",
            "title": "Brasil espera retomar exportações de frango e mel à União Europeia até dezembro",
            "url": "https://www.pixnewsms.com.br/rural/2026/10/20/brasil-espera-retomar-exportacoes-de-frango-e-mel-a-uniao-europeia-ate-dezembro.html",
            "content_html": "<p dir=\"ltr\">O Brasil espera retomar as exporta&ccedil;&otilde;es de carne de aves e mel para a Uni&atilde;o Europeia at&eacute; dezembro. A expectativa do governo brasileiro &eacute; que as autoridades do bloco validem a perman&ecirc;ncia do pa&iacute;s na lista de fornecedores autorizados ap&oacute;s a suspens&atilde;o das compras de produtos de origem animal, em vigor desde 3 de setembro.</p>\n<p dir=\"ltr\">A suspens&atilde;o foi motivada, segundo as autoridades europeias, pela falta de comprova&ccedil;&atilde;o do controle sobre o uso de antimicrobianos nas cadeias produtivas brasileiras. O secret&aacute;rio de Com&eacute;rcio e Rela&ccedil;&otilde;es Internacionais do Minist&eacute;rio da Agricultura, Augusto Billi, esteve em Bruxelas, capital da B&eacute;lgica, para tratar do assunto e avaliou positivamente as negocia&ccedil;&otilde;es.</p>\n<p dir=\"ltr\">Uma miss&atilde;o t&eacute;cnica europeia inspecionou unidades de produ&ccedil;&atilde;o e o sistema sanit&aacute;rio brasileiro em agosto. Ap&oacute;s a avalia&ccedil;&atilde;o, as autoridades europeias emitiram parecer favor&aacute;vel aos setores de aves e mel, considerando que demonstraram condi&ccedil;&otilde;es de garantir a n&atilde;o utiliza&ccedil;&atilde;o de antimicrobianos. O documento ser&aacute; submetido &agrave; an&aacute;lise do Comit&ecirc; Permanente de Plantas, Animais, Alimentos e Ra&ccedil;&otilde;es da Uni&atilde;o Europeia (Scopaff).</p>\n<p dir=\"ltr\">Segundo Billi, o relat&oacute;rio favor&aacute;vel seria apresentado em reuni&atilde;o do comit&ecirc; em outubro, mas a decis&atilde;o &eacute; esperada para novembro. A publica&ccedil;&atilde;o poder&aacute; ocorrer at&eacute; dezembro, permitindo a retomada das exporta&ccedil;&otilde;es.</p>\n<p dir=\"ltr\">&ldquo;O relat&oacute;rio favor&aacute;vel ao Brasil ser&aacute; apresentado. Eles v&atilde;o tomar conhecimento para decidir na reuni&atilde;o de novembro. N&atilde;o souberam me precisar a data, mas estamos crendo que para dezembro essa decis&atilde;o j&aacute; esteja publicada e o Brasil poderia retomar as exporta&ccedil;&otilde;es&rdquo;, afirmou o secret&aacute;rio no s&aacute;bado (17), durante a abertura do espa&ccedil;o brasileiro na Sial Paris, feira internacional do setor de alimentos realizada na capital francesa.</p>\n<p dir=\"ltr\">O presidente da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Prote&iacute;na Animal (ABPA), Ricardo Santin, tamb&eacute;m comentou a suspens&atilde;o durante o evento. Ele classificou a situa&ccedil;&atilde;o como burocr&aacute;tica e afirmou que, na avalia&ccedil;&atilde;o da entidade, n&atilde;o houve viola&ccedil;&atilde;o por parte do Brasil.</p>\n<p dir=\"ltr\">&ldquo;O Brasil n&atilde;o tem nenhuma viola&ccedil;&atilde;o de nada para a Europa. Vamos continuar essa parceria de muito tempo&rdquo;, declarou.</p>\n<p dir=\"ltr\">&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>",
            "summary": "O Brasil espera retomar as exportações de carne de aves e mel para a União Europeia até dezembro. A expectativa do governo brasileiro é que as autoridades do bloco validem a permanência do país na lis...",
            "image": "https://cdn1.pixnewsms.com.br/Folder/2026/10/9fde234c-fa8e-49de-9e16-f740150641e5/conversions/vaccinarnutricaoesaudeanimal-vaccinar-image-313-780x450-large.webp",
            "date_published": "2026-10-20T23:30:00+00:00",
            "date_modified": "2026-10-20T19:22:03+00:00",
            "authors": [
                {
                    "name": "Laura Brasil"
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            "tags": [
                "Rural"
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        },
        {
            "id": "https://www.pixnewsms.com.br/01a14187-43cd-7294-805d-54db449b04e1",
            "title": "Excesso de chuva provoca erosão e pode exigir replantio de soja em MS",
            "url": "https://www.pixnewsms.com.br/rural/2026/10/15/excesso-de-chuva-provoca-erosao-e-pode-exigir-replantio-de-soja-em-ms.html",
            "content_html": "<p>Excesso de chuva provoca eros&atilde;o e pode exigir replantio de soja em MS</p>\n<p>Estado j&aacute; tem 26,6% da &aacute;rea prevista semeada para a safra 2026/2027, mas precipita&ccedil;&otilde;es intensas causam perda de solo e sementes e dificultam a emerg&ecirc;ncia das plantas</p>\n<p>O excesso de chuva em Mato Grosso do Sul tem provocado problemas no in&iacute;cio do plantio da soja para a safra 2026/2027. Em algumas &aacute;reas, as precipita&ccedil;&otilde;es intensas causaram eros&atilde;o e arraste de sementes, situa&ccedil;&atilde;o que pode exigir o replantio. O cen&aacute;rio tamb&eacute;m exige aten&ccedil;&atilde;o &agrave; forma&ccedil;&atilde;o das plantas, &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es do solo e ao manejo das lavouras.</p>\n<p>Levantamento da Associa&ccedil;&atilde;o dos Produtores de Soja de Mato Grosso do Sul (Aprosoja/MS), com dados de esta&ccedil;&otilde;es meteorol&oacute;gicas autom&aacute;ticas do Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima (Cemtec) e do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), aponta volumes expressivos de chuva entre 1&ordm; de setembro e 14 de outubro.</p>\n<p>Dourados registrou 459,2 mil&iacute;metros no per&iacute;odo, seguida por Ivinhema, com 422,4 mm; Itapor&atilde;, com 389,4 mm; Anauril&acirc;ndia, com 373 mm; Sidrol&acirc;ndia, com 371,8 mm; Nova Alvorada do Sul, com 344,6 mm; e Campo Grande, com 293,2 mm.</p>\n<p>Enquanto as regi&otilde;es Centro e Sul tiveram chuvas que favoreceram o in&iacute;cio da semeadura, o volume elevado tamb&eacute;m trouxe desafios para a implanta&ccedil;&atilde;o da cultura. No Norte e na regi&atilde;o Pantaneira, os acumulados de setembro ficaram entre 0 e 80 mil&iacute;metros, pr&oacute;ximos ou ligeiramente abaixo da m&eacute;dia, conforme o levantamento.</p>\n<h2>Plantio da soja avan&ccedil;a em ritmos diferentes</h2>\n<p>At&eacute; 9 de outubro, Mato Grosso do Sul havia semeado 26,6% da &aacute;rea estimada para a safra, o equivalente a aproximadamente 1,3 milh&atilde;o de hectares. Os dados s&atilde;o do Projeto SIGA-MS, executado pela Aprosoja/MS com recursos do Fundems e da Semadesc.</p>\n<p>A regi&atilde;o Sul apresentava 35,7% da &aacute;rea semeada, enquanto o Centro chegava a 17,9%. No Norte, onde as chuvas foram irregulares, o plantio ainda estava abaixo de 5%.</p>\n<h2>Chuvas intensas prejudicam o solo e a emerg&ecirc;ncia</h2>\n<p>Segundo o analista t&eacute;cnico da Aprosoja/MS, Lucas Santana, o acompanhamento das condi&ccedil;&otilde;es do solo &eacute; essencial para avaliar os efeitos das precipita&ccedil;&otilde;es sobre a lavoura.</p>\n<p>Quando o solo fica saturado, a infiltra&ccedil;&atilde;o da &aacute;gua diminui, favorecendo o escoamento superficial e a eros&atilde;o. O processo pode remover a camada superficial, onde se concentram nutrientes e mat&eacute;ria org&acirc;nica, al&eacute;m de carregar fertilizantes e sementes.</p>\n<p>O Informativo T&eacute;cnico n&ordm; 06/2026 da Aprosoja/MS j&aacute; registra relatos de selamento superficial do solo em &aacute;reas da regi&atilde;o Centro e de eros&atilde;o com arraste de terra e sementes na regi&atilde;o Sudeste. Em algumas &aacute;reas, a situa&ccedil;&atilde;o poder&aacute; exigir replantio.</p>\n<p>O selamento superficial ocorre quando o impacto das gotas de chuva desagrega part&iacute;culas do solo, que se acumulam nos poros e reduzem a infiltra&ccedil;&atilde;o da &aacute;gua. Depois que a superf&iacute;cie seca, pode se formar uma crosta que dificulta a emerg&ecirc;ncia da soja e prejudica o desenvolvimento inicial das plantas.</p>\n<p>A umidade elevada tamb&eacute;m pode favorecer doen&ccedil;as, tombamento de pl&acirc;ntulas e podrid&otilde;es nas ra&iacute;zes. As chuvas ainda reduzem as janelas dispon&iacute;veis para pulveriza&ccedil;&otilde;es, dificultando o controle de plantas daninhas e pragas no momento adequado.</p>\n<h2>Orienta&ccedil;&atilde;o &eacute; evitar m&aacute;quinas em solo encharcado</h2>\n<p>A recomenda&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica &eacute; acompanhar a previs&atilde;o do tempo e evitar a entrada de m&aacute;quinas em &aacute;reas encharcadas, para reduzir o risco de compacta&ccedil;&atilde;o do solo.</p>\n<p>Ap&oacute;s per&iacute;odos de chuva intensa, os produtores devem observar sinais de eros&atilde;o, forma&ccedil;&atilde;o de crostas e falhas na emerg&ecirc;ncia das plantas. A avalia&ccedil;&atilde;o do estande, conjunto de plantas estabelecidas na lavoura, &eacute; importante para determinar se h&aacute; necessidade de replantio.</p>\n<p>A manuten&ccedil;&atilde;o da cobertura de palha e pr&aacute;ticas de conserva&ccedil;&atilde;o do solo, como terra&ccedil;os e curvas de n&iacute;vel, tamb&eacute;m ajudam a reduzir o escoamento da &aacute;gua e a eros&atilde;o.</p>\n<p>O monitoramento de doen&ccedil;as e plantas daninhas desde o in&iacute;cio do ciclo &eacute; outra medida recomendada, com planejamento das opera&ccedil;&otilde;es de manejo conforme as condi&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas.</p>\n<h2>Cen&aacute;rio lembra safra de 2015/2016</h2>\n<p>A Aprosoja/MS aponta semelhan&ccedil;as entre as condi&ccedil;&otilde;es atuais e as da safra 2015/2016, que tamb&eacute;m ocorreu sob influ&ecirc;ncia de um El Ni&ntilde;o de intensidade muito forte. Naquele per&iacute;odo, as chuvas favoreceram inicialmente o avan&ccedil;o da semeadura, mas o excesso de precipita&ccedil;&atilde;o trouxe dificuldades aos produtores da regi&atilde;o Sul do Estado.</p>\n<p>Diante do cen&aacute;rio da safra 2026/2027, o acompanhamento t&eacute;cnico das lavouras e a avalia&ccedil;&atilde;o das condi&ccedil;&otilde;es de cada &aacute;rea s&atilde;o fundamentais para orientar decis&otilde;es sobre manejo e eventual replantio.</p>",
            "summary": "Excesso de chuva provoca erosão e pode exigir replantio de soja em MS Estado já tem 26,6% da área prevista semeada para a safra 2026/2027, mas precipitações intensas causam perda de solo e sementes e...",
            "image": "https://cdn1.pixnewsms.com.br/Folder/2026/10/72290227-3e71-4551-8aab-faa9e32fbb24/conversions/img-20261015-wa0342-large.webp",
            "date_published": "2026-10-15T23:00:00+00:00",
            "date_modified": "2026-10-15T21:45:46+00:00",
            "authors": [
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            "title": "Brasil deve registrar safra recorde de 354,5 milhões de toneladas de grãos em 2026, aponta IBGE",
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            "content_html": "<p data-pm-slice=\"1 1 []\">O Brasil deve encerrar 2026 com uma safra recorde de 354,5 milh&otilde;es de toneladas de cereais, leguminosas e oleaginosas. A estimativa representa um crescimento de 2,4% em rela&ccedil;&atilde;o a 2025, quando foram produzidas 346,1 milh&otilde;es de toneladas.</p>\n<p>Os dados fazem parte do Levantamento Sistem&aacute;tico da Produ&ccedil;&atilde;o Agr&iacute;cola (LSPA), divulgado nesta quinta-feira (15) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE).</p>\n<p>Segundo o levantamento, a previs&atilde;o de setembro &eacute; a maior j&aacute; registrada na s&eacute;rie hist&oacute;rica do instituto. Em compara&ccedil;&atilde;o com agosto, houve aumento de 0,4% na estimativa, equivalente a aproximadamente 1,6 milh&atilde;o de toneladas.</p>\n<p>A &aacute;rea destinada &agrave; colheita tamb&eacute;m deve crescer, chegando a 83,2 milh&otilde;es de hectares, expans&atilde;o de 2% em rela&ccedil;&atilde;o aos 81,6 milh&otilde;es de hectares registrados no ano passado.</p>\n<h2>Soja e milho impulsionam produ&ccedil;&atilde;o</h2>\n<p>A soja, o milho e o arroz continuam sendo os principais produtos agr&iacute;colas do pa&iacute;s. Juntos, representam 93% da produ&ccedil;&atilde;o estimada de gr&atilde;os e ocupam 87,3% da &aacute;rea prevista para colheita.</p>\n<p>A soja lidera a produ&ccedil;&atilde;o nacional, com previs&atilde;o de 175 milh&otilde;es de toneladas, crescimento de 5,4% em compara&ccedil;&atilde;o com 2025. A &aacute;rea cultivada tamb&eacute;m apresentou expans&atilde;o de 1,3%.</p>\n<p>O milho deve alcan&ccedil;ar 143,3 milh&otilde;es de toneladas, aumento de 1,1% em rela&ccedil;&atilde;o ao ano anterior. Desse total, 29,7 milh&otilde;es de toneladas correspondem &agrave; primeira safra, que deve crescer 15,5%, enquanto a segunda safra est&aacute; estimada em 113,6 milh&otilde;es de toneladas, redu&ccedil;&atilde;o de 2%.</p>\n<p>J&aacute; a produ&ccedil;&atilde;o de arroz deve registrar queda de 11,4%, chegando a 11,2 milh&otilde;es de toneladas. A &aacute;rea destinada ao cultivo tamb&eacute;m diminuiu 12,6%.</p>\n<h2>Trigo, feij&atilde;o e algod&atilde;o apresentam queda</h2>\n<p>Apesar do recorde nacional, algumas culturas devem encerrar o ano com redu&ccedil;&atilde;o na produ&ccedil;&atilde;o.</p>\n<p>O trigo apresenta uma das maiores quedas, com previs&atilde;o de 5,9 milh&otilde;es de toneladas, volume 24% inferior ao registrado em 2025.</p>\n<p>A produ&ccedil;&atilde;o de algod&atilde;o herb&aacute;ceo em caro&ccedil;o est&aacute; estimada em 9,5 milh&otilde;es de toneladas, recuo de 3,9%. J&aacute; o feij&atilde;o deve apresentar redu&ccedil;&atilde;o de 6,6%.</p>\n<p>Na contram&atilde;o dessas culturas, o sorgo deve registrar crescimento de 11%, alcan&ccedil;ando 6 milh&otilde;es de toneladas.</p>\n<p>Os n&uacute;meros refor&ccedil;am a perspectiva de um novo recorde para a produ&ccedil;&atilde;o brasileira de gr&atilde;os em 2026, embora o desempenho varie entre as diferentes culturas agr&iacute;colas.</p>",
            "summary": "O Brasil deve encerrar 2026 com uma safra recorde de 354,5 milhões de toneladas de cereais, leguminosas e oleaginosas. A estimativa representa um crescimento de 2,4% em relação a 2025, quando foram pr...",
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            "date_published": "2026-10-15T12:00:00+00:00",
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            "title": "Lote de Bovinos atinge média de 24 arrobas e ganha destaque em programa nacional da pecuária",
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            "content_html": "<p class=\"MsoNormal\">Um lote de bovinos de Terenos, em Mato Grosso do Sul, alcan&ccedil;ou m&eacute;dia de 24 arrobas e se destacou em um programa nacional voltado &agrave; pecu&aacute;ria. O desempenho chama a aten&ccedil;&atilde;o para a capacidade produtiva da regi&atilde;o e para a busca por melhores resultados na cria&ccedil;&atilde;o de gado de corte.</p>\n<p class=\"MsoNormal\">A arroba &eacute; uma das principais medidas utilizadas na comercializa&ccedil;&atilde;o de bovinos no Brasil. No setor, indicadores de peso e desempenho ajudam a avaliar a produtividade dos animais e a efici&ecirc;ncia dos sistemas de produ&ccedil;&atilde;o.</p>\n<p class=\"MsoNormal\">O resultado tamb&eacute;m refor&ccedil;a a import&acirc;ncia do manejo adequado, da nutri&ccedil;&atilde;o e do acompanhamento t&eacute;cnico para alcan&ccedil;ar bons &iacute;ndices na pecu&aacute;ria. Esses fatores podem contribuir para melhorar o desenvolvimento dos animais e ampliar a competitividade dos produtores.</p>\n<p class=\"MsoNormal\"><strong>Pecu&aacute;ria em destaque em Mato Grosso do Sul<br></strong>Tradicionalmente ligado &agrave; atividade agropecu&aacute;ria, Mato Grosso do Sul tem na produ&ccedil;&atilde;o de carne bovina um dos pilares de sua economia. Munic&iacute;pios como Terenos participam dessa cadeia produtiva, que movimenta propriedades rurais, gera empregos e abastece mercados consumidores.</p>\n<p class=\"MsoNormal\">O destaque do lote refor&ccedil;a o potencial da pecu&aacute;ria regional e a import&acirc;ncia de iniciativas que valorizam o desempenho dos produtores e incentivam a ado&ccedil;&atilde;o de pr&aacute;ticas voltadas &agrave; produtividade.</p>",
            "summary": "Um lote de bovinos de Terenos, em Mato Grosso do Sul, alcançou média de 24 arrobas e se destacou em um programa nacional voltado à pecuária. O desempenho chama a atenção para a capacidade produtiva da...",
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            "date_published": "2026-10-14T19:14:00+00:00",
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            "title": "Produtores atendidos pelo Senar/MS conquistam primeiro lugar no prêmio Fazenda Sustentável 2026",
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            "content_html": "<p class=\"MsoNormal\">Duas propriedades rurais de Mato Grosso do Sul atendidas pela Assist&ecirc;ncia T&eacute;cnica e Gerencial (ATeG) do Senar/MS foram reconhecidas entre as mais sustent&aacute;veis do Brasil. A Comunidade Rural Crist&atilde; Ref&uacute;gio das &Aacute;guias, em Bonito, e a Fazenda Cabeceira da Prata, em Jardim, conquistaram o primeiro lugar em suas respectivas categorias no Pr&ecirc;mio Fazenda Sustent&aacute;vel 2026, promovido pela revista Globo Rural.</p>\n<p class=\"MsoNormal\">A premia&ccedil;&atilde;o chegou &agrave; 10&ordf; edi&ccedil;&atilde;o reconhecendo propriedades que se destacam pela ado&ccedil;&atilde;o de boas pr&aacute;ticas ambientais, sociais e econ&ocirc;micas. Neste ano, 136 propriedades de diferentes regi&otilde;es do pa&iacute;s participaram da sele&ccedil;&atilde;o.</p>\n<p class=\"MsoNormal\">Na categoria Pequenas Propriedades, a campe&atilde; nacional foi a Comunidade Rural Crist&atilde; Ref&uacute;gio das &Aacute;guias. A horticultura &eacute; uma das principais atividades produtivas da comunidade, que possui quatro hectares destinados &agrave; produ&ccedil;&atilde;o e outros seis hectares de &aacute;rea preservada.</p>\n<p class=\"MsoNormal\">Atendida pelo Senar/MS desde 2023, a comunidade recebe acompanhamento em diferentes cadeias: Agroind&uacute;stria, Olericultura, Bovinocultura de Leite e Apicultura. O trabalho envolve desde melhorias nos processos produtivos at&eacute; a&ccedil;&otilde;es relacionadas &agrave; gest&atilde;o, qualidade e sustentabilidade.</p>\n<p class=\"MsoNormal\">Na agroind&uacute;stria, a assist&ecirc;ncia contribuiu para o desenvolvimento da planta arquitet&ocirc;nica da farinheira, adequa&ccedil;&atilde;o do fluxo de produ&ccedil;&atilde;o, elabora&ccedil;&atilde;o de tabelas nutricionais e cria&ccedil;&atilde;o de r&oacute;tulos. Na olericultura, o acompanhamento esteve relacionado ao processo de certifica&ccedil;&atilde;o org&acirc;nica pelo Instituto Biodin&acirc;mico (IBD).</p>\n<p class=\"MsoNormal\">Na bovinocultura de leite, as a&ccedil;&otilde;es inclu&iacute;ram a constru&ccedil;&atilde;o de mangueiro, com foco no bem-estar animal e o envio de amostras para an&aacute;lise da qualidade do leite. Na apicultura, a comunidade iniciou a atividade com a implanta&ccedil;&atilde;o de caixas de abelhas e j&aacute; realizou as primeiras colheitas.</p>\n<p class=\"MsoNormal\">As pr&aacute;ticas sustent&aacute;veis tamb&eacute;m fazem parte do acompanhamento gerencial. Pelo terceiro ano consecutivo, a propriedade passou pela aplica&ccedil;&atilde;o do question&aacute;rio ESG, ferramenta utilizada para avaliar aspectos ambientais, sociais e de governan&ccedil;a.</p>\n<p class=\"MsoNormal\">Al&eacute;m das a&ccedil;&otilde;es desenvolvidas com apoio da ATeG, a comunidade mant&eacute;m pr&aacute;ticas como compostagem, tratamento de esgoto e utiliza&ccedil;&atilde;o de insumos biol&oacute;gicos. O trabalho realizado no local tamb&eacute;m contempla a&ccedil;&otilde;es sociais, com doa&ccedil;&atilde;o de alimentos e atividades educativas para grupos escolares.</p>\n<p class=\"MsoNormal\">Para Sidney Viana, vice-presidente da associa&ccedil;&atilde;o que re&uacute;ne os moradores do Ref&uacute;gio das &Aacute;guias, o objetivo &eacute; fazer com que as pr&aacute;ticas adotadas ultrapassem os limites da propriedade e possam inspirar outras pessoas. &ldquo;Queremos deixar um exemplo de sustentabilidade que n&atilde;o se reflita s&oacute; dentro da comunidade, mas tamb&eacute;m atinja pessoas de fora e sirva de motiva&ccedil;&atilde;o.&rdquo;</p>\n<p class=\"MsoNormal\">Na categoria M&eacute;dias Propriedades, o primeiro lugar ficou com a Fazenda Cabeceira da Prata, localizada em Jardim. Com atividades ligadas ao ecoturismo e &agrave; pecu&aacute;ria, a propriedade possui 1.115 hectares de &aacute;rea produtiva e 432 hectares preservados.</p>\n<p class=\"MsoNormal\">A propriedade recebe atendimento da ATeG Agroind&uacute;stria desde 2022, com acompanhamento voltado &agrave; produ&ccedil;&atilde;o de doce de leite. Entre as a&ccedil;&otilde;es realizadas est&atilde;o a adequa&ccedil;&atilde;o do fluxo de produ&ccedil;&atilde;o e o processo de certifica&ccedil;&atilde;o pelo Selo Arte.</p>\n<p class=\"MsoNormal\">O trabalho tamb&eacute;m resultou em melhorias nas condi&ccedil;&otilde;es e na organiza&ccedil;&atilde;o do ambiente produtivo. A propriedade implantou o programa 5S, baseado nos princ&iacute;pios de utiliza&ccedil;&atilde;o, ordena&ccedil;&atilde;o, limpeza, padroniza&ccedil;&atilde;o e disciplina.</p>\n<p class=\"MsoNormal\">Na &aacute;rea ambiental, a propriedade utiliza biodigestor e biofertilizantes na irriga&ccedil;&atilde;o, mant&eacute;m compostagem com minhoc&aacute;rio e implantou caixas de abelhas Jata&iacute;. Pelo quarto ano consecutivo, tamb&eacute;m realiza a aplica&ccedil;&atilde;o do question&aacute;rio ESG.</p>\n<p class=\"MsoNormal\">Entre outras iniciativas reconhecidas pela premia&ccedil;&atilde;o est&atilde;o a manuten&ccedil;&atilde;o de uma Reserva Particular do Patrim&ocirc;nio Natural (RPPN), a reciclagem de res&iacute;duos, o cultivo de mudas de esp&eacute;cies nativas e a doa&ccedil;&atilde;o de parte dos alimentos produzidos na propriedade.</p>\n<p class=\"MsoNormal\">Para o diretor executivo da Fazenda Cabeceira da Prata, Eduardo Folley Coelho, o reconhecimento representa o resultado de um trabalho de conserva&ccedil;&atilde;o constru&iacute;do ao longo dos anos.</p>\n<p class=\"MsoNormal\">&ldquo;Quando eu ando aqui na fazenda, vem um senso de realiza&ccedil;&atilde;o muito grande do que conseguimos fazer. &Eacute; um processo de muitos anos, mas, desde o in&iacute;cio, trabalhamos com respeito, sabendo que n&atilde;o temos o direito de danificar um lugar como esse&rdquo;, afirma.</p>\n<p class=\"MsoNormal\">O resultado coloca Mato Grosso do Sul em destaque nacional. Das tr&ecirc;s categorias principais do Pr&ecirc;mio Fazenda Sustent&aacute;vel 2026 Pequenas, M&eacute;dias e Grandes Propriedades, duas tiveram propriedades sul-mato-grossenses como campe&atilde;s.</p>\n<p class=\"MsoNormal\"><strong>Assist&ecirc;ncia T&eacute;cnica e Gerencial</strong><br>Por meio da ATeG, o Senar/MS leva assist&ecirc;ncia t&eacute;cnica e gerencial diretamente &agrave;s propriedades rurais, com acompanhamento cont&iacute;nuo voltado ao aprimoramento dos processos produtivos, da gest&atilde;o e dos resultados das atividades desenvolvidas no campo.</p>\n<p class=\"MsoNormal\">Para a coordenadora da ATeG Agroind&uacute;stria, Camila Lima, a conquista reflete um trabalho conjunto desenvolvido ao longo dos &uacute;ltimos anos.</p>\n<p class=\"MsoNormal\">&ldquo;Esse pr&ecirc;mio representa o resultado de um trabalho constru&iacute;do a muitas m&atilde;os, pelos produtores, pelas equipes t&eacute;cnicas, pelos supervisores e por todos os profissionais do Senar/MS que acreditam que &eacute; poss&iacute;vel produzir cada vez melhor, com mais efici&ecirc;ncia, qualidade e responsabilidade&rdquo;, destaca.</p>\n<p class=\"MsoNormal\">Segundo Camila, ter propriedades acompanhadas pela ATeG entre as campe&atilde;s nacionais refor&ccedil;a a import&acirc;ncia da assist&ecirc;ncia continuada e pr&oacute;xima &agrave; realidade de cada produtor.</p>\n<p class=\"MsoNormal\">&ldquo;Para a ATeG Agroind&uacute;stria, termos propriedades com esse reconhecimento para Mato Grosso do Sul &eacute; motivo de muito orgulho. &Eacute; a confirma&ccedil;&atilde;o de que o trabalho cont&iacute;nuo, t&eacute;cnico e pr&oacute;ximo do produtor faz diferen&ccedil;a e contribui para que nossas propriedades sejam reconhecidas n&atilde;o apenas pela produ&ccedil;&atilde;o, mas tamb&eacute;m pela forma respons&aacute;vel e sustent&aacute;vel como produzem&rdquo;, completa. <em>Fonte: Assessoria de Imprensa do Sistema Famasul</em></p>",
            "summary": "Duas propriedades rurais de Mato Grosso do Sul atendidas pela Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) do Senar/MS foram reconhecidas entre as mais sustentáveis do Brasil. A Comunidade Rural Cristã Refú...",
            "image": "https://cdn1.pixnewsms.com.br/Folder/2026/10/b7144a02-c8d9-4059-8e5e-266a8e824dea/conversions/famasul-large.webp",
            "date_published": "2026-10-09T20:18:00+00:00",
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            "title": "Brasil importa menos fertilizantes, mas gasta 8% a mais em 2026",
            "url": "https://www.pixnewsms.com.br/rural/2026/10/09/brasil-importa-menos-fertilizantes-mas-gasta-8-a-mais-em-2026.html",
            "content_html": "<p>O Brasil importou menos fertilizantes nos primeiros sete meses de 2026, mas gastou mais para adquirir os produtos. Entre janeiro e julho, o pa&iacute;s comprou 22,4 milh&otilde;es de toneladas, volume 7,4% inferior ao registrado no mesmo per&iacute;odo de 2025. Apesar da redu&ccedil;&atilde;o, o desembolso aumentou 8% e chegou a US$ 8,8 bilh&otilde;es.</p>\n<p>O cen&aacute;rio acende um alerta para os produtores rurais, especialmente com o avan&ccedil;o do plantio da safra de soja 2026/2027 em Mato Grosso do Sul. Como os fertilizantes est&atilde;o entre os principais componentes do custo de produ&ccedil;&atilde;o, a combina&ccedil;&atilde;o de menor volume importado e maior gasto pode pressionar a margem de lucro no campo.</p>\n<p>&ldquo;O ponto central n&atilde;o &eacute; apenas a redu&ccedil;&atilde;o do volume importado, mas o aumento do desembolso para adquirir o fertilizante. Quando o Brasil importa menos e paga mais, temos um sinal de deteriora&ccedil;&atilde;o das condi&ccedil;&otilde;es de oferta que pode ser incorporado ao custo de produ&ccedil;&atilde;o da soja e pressionar a margem do produtor&rdquo;, afirma Linneu Borges Filho, analista de Economia da Associa&ccedil;&atilde;o dos Produtores de Soja de Mato Grosso do Sul (Aprosoja/MS).</p>\n<p>A depend&ecirc;ncia brasileira do mercado externo aumenta a exposi&ccedil;&atilde;o do setor agr&iacute;cola &agrave;s oscila&ccedil;&otilde;es internacionais. Entre 2021 e 2025, as importa&ccedil;&otilde;es de fertilizantes permaneceram pr&oacute;ximas de 40 milh&otilde;es de toneladas por ano. Em 2025, o volume chegou a 45,48 milh&otilde;es de toneladas, alta de 2,8% em rela&ccedil;&atilde;o ao ano anterior.</p>\n<p>Em 2026, a oferta internacional enfrenta press&otilde;es relacionadas a conflitos geopol&iacute;ticos. A guerra no Oriente M&eacute;dio afetou regi&otilde;es produtoras e rotas comerciais, enquanto a continuidade do conflito entre R&uacute;ssia e Ucr&acirc;nia mant&eacute;m reflexos sobre o mercado de fertilizantes.</p>\n<p>De acordo com o Boletim de Fertilizantes de agosto de 2026 citado no levantamento, o volume acumulado das importa&ccedil;&otilde;es brasileiras estava 13,5% abaixo do registrado no mesmo per&iacute;odo do ano anterior. Em Mato Grosso do Sul, a queda chegou a 24,1%.</p>\n<p>Segundo a Aprosoja/MS, a depend&ecirc;ncia de fornecedores estrangeiros deixa os custos sujeitos a fatores que fogem ao controle dos produtores, como conflitos internacionais, disponibilidade de produtos nos pa&iacute;ses exportadores, restri&ccedil;&otilde;es comerciais e frete. Essa combina&ccedil;&atilde;o dificulta a previs&atilde;o dos gastos e o planejamento da rentabilidade da safra.</p>\n<p>A preocupa&ccedil;&atilde;o envolve os tr&ecirc;s principais grupos de nutrientes utilizados na agricultura: nitrog&ecirc;nio, f&oacute;sforo e pot&aacute;ssio. Entre eles, o nitrog&ecirc;nio apresentou a maior queda nas importa&ccedil;&otilde;es brasileiras na compara&ccedil;&atilde;o analisada entre 2025 e 2026, com redu&ccedil;&atilde;o de 17,2%.</p>\n<p>No caso do pot&aacute;ssio, a concentra&ccedil;&atilde;o de fornecedores tamb&eacute;m representa um ponto de aten&ccedil;&atilde;o. R&uacute;ssia e Canad&aacute; responderam juntos por cerca de 82% das importa&ccedil;&otilde;es brasileiras de fertilizantes pot&aacute;ssicos em 2025. Ao mesmo tempo, o Brasil representa menos de 1% da produ&ccedil;&atilde;o mundial do nutriente, o que refor&ccedil;a a depend&ecirc;ncia externa.</p>\n<p>Uma das alternativas apontadas no levantamento &eacute; diversificar os pa&iacute;ses fornecedores. China, &Iacute;ndia e Estados Unidos est&atilde;o entre os grandes produtores mundiais de fertilizantes nitrogenados, mas t&ecirc;m participa&ccedil;&atilde;o reduzida nas importa&ccedil;&otilde;es brasileiras.</p>\n<p>A amplia&ccedil;&atilde;o dessas compras, por&eacute;m, depende de fatores como excedente dispon&iacute;vel para exporta&ccedil;&atilde;o, demanda interna dos pa&iacute;ses produtores, pre&ccedil;os e custos log&iacute;sticos. Por isso, a exist&ecirc;ncia de fornecedores alternativos n&atilde;o garante, por si s&oacute;, condi&ccedil;&otilde;es comerciais mais competitivas para o Brasil.</p>\n<p>Com o plantio da soja 2026/2027 em andamento, o comportamento dos pre&ccedil;os e da oferta de fertilizantes segue como um fator relevante para a forma&ccedil;&atilde;o dos custos de produ&ccedil;&atilde;o e para as perspectivas de rentabilidade dos produtores de Mato Grosso do Sul.</p>",
            "summary": "O Brasil importou menos fertilizantes nos primeiros sete meses de 2026, mas gastou mais para adquirir os produtos. Entre janeiro e julho, o país comprou 22,4 milhões de toneladas, volume 7,4% inferior...",
            "image": "https://cdn1.pixnewsms.com.br/Folder/2026/10/270e1c20-5771-4e94-98bd-64dcf39cfe3e/conversions/dsc09100-0-large.webp",
            "date_published": "2026-10-09T01:26:00+00:00",
            "date_modified": "2026-10-09T01:29:12+00:00",
            "authors": [
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            "title": "Arroba do boi gordo bate recorde histórico e chega a R$ 372,95",
            "url": "https://www.pixnewsms.com.br/rural/2026/10/08/arroba-do-boi-gordo-bate-recorde-historico-e-chega-a-r-37295.html",
            "content_html": "<p data-pm-slice=\"1 1 []\">O pre&ccedil;o da arroba do boi gordo atingiu R$ 372,95 nesta segunda-feira (5), no mercado paulista, alcan&ccedil;ando o maior valor nominal da hist&oacute;ria. O patamar representa uma valoriza&ccedil;&atilde;o de 7,8% em rela&ccedil;&atilde;o ao in&iacute;cio de setembro, segundo levantamento do Centro de Estudos Avan&ccedil;ados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP.</p>\n<p>O recorde ocorre em um cen&aacute;rio de oferta mais restrita de animais prontos para o abate e demanda aquecida, tanto no mercado interno quanto no exterior. O movimento chama a aten&ccedil;&atilde;o do setor pecu&aacute;rio, especialmente em estados com forte participa&ccedil;&atilde;o na produ&ccedil;&atilde;o de carne bovina, como Mato Grosso do Sul.</p>\n<p>De acordo com o pesquisador Thiago Bernardino de Carvalho, do Cepea, as incertezas envolvendo as tarifas comerciais impostas pela China levaram confinadores a reduzir a quantidade de animais colocados em engorda entre junho e julho.</p>\n<p>Essa decis&atilde;o se reflete agora na disponibilidade de bovinos para o abate, contribuindo para a valoriza&ccedil;&atilde;o da arroba.</p>\n<p>Al&eacute;m disso, as exporta&ccedil;&otilde;es de gado vivo registraram forte movimenta&ccedil;&atilde;o ao longo de 2026, reduzindo a oferta de animais destinados aos frigor&iacute;ficos brasileiros e pressionando os pre&ccedil;os de reposi&ccedil;&atilde;o.</p>\n<h3>China imp&otilde;e tarifa adicional de 55%</h3>\n<p>Um dos fatores que influenciam o mercado &eacute; a pol&iacute;tica comercial chinesa. Desde 1&ordm; de outubro, a China aplica uma tarifa adicional de 55% sobre a carne bovina brasileira que ultrapassar a cota de 1,1 milh&atilde;o de toneladas estabelecida para este ano.</p>\n<p>Para 2027, a cota sujeita &agrave; tarifa de 12% ser&aacute; de 1,128 milh&atilde;o de toneladas. A Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira das Ind&uacute;strias Exportadoras de Carnes (Abiec) trabalha com a expectativa de que os embarques destinados ao preenchimento dessa cota comecem ainda em novembro.</p>\n<p>Apesar das restri&ccedil;&otilde;es chinesas, outros mercados ampliam as compras de carne brasileira, entre eles os Estados Unidos, contribuindo para sustentar a demanda externa.</p>\n<h3>Consumo interno tamb&eacute;m impulsiona os pre&ccedil;os</h3>\n<p>No Brasil, o consumo de carne bovina permanece aquecido. Segundo a avalia&ccedil;&atilde;o do Cepea, a movimenta&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica relacionada &agrave;s elei&ccedil;&otilde;es e &agrave; Copa do Mundo contribuiu para estimular a procura por prote&iacute;na animal.</p>\n<p>A combina&ccedil;&atilde;o entre demanda elevada e menor disponibilidade de gado para abate favorece a valoriza&ccedil;&atilde;o dos pre&ccedil;os pagos aos pecuaristas.</p>\n<p>O cen&aacute;rio tamb&eacute;m pode representar press&atilde;o adicional sobre os pre&ccedil;os da carne bovina comercializada nos supermercados e a&ccedil;ougues, embora o repasse ao consumidor dependa de outros fatores, como custos industriais, distribui&ccedil;&atilde;o e margens do com&eacute;rcio.</p>\n<h3>Reflexos para Mato Grosso do Sul</h3>\n<p>Em Mato Grosso do Sul, estado que tem a pecu&aacute;ria bovina entre suas principais atividades econ&ocirc;micas, o avan&ccedil;o da arroba no mercado paulista serve como refer&ecirc;ncia para acompanhar as tend&ecirc;ncias nacionais do setor.</p>\n<p>Entretanto, os pre&ccedil;os praticados nas diferentes regi&otilde;es do pa&iacute;s podem variar conforme a oferta local, as condi&ccedil;&otilde;es de negocia&ccedil;&atilde;o e a demanda dos frigor&iacute;ficos.</p>\n<p>Embora o valor de R$ 372,95 represente um recorde nominal, o indicador n&atilde;o considera a infla&ccedil;&atilde;o acumulada ao longo dos anos. Por isso, o resultado n&atilde;o significa necessariamente que a arroba tenha atingido seu maior poder de compra da hist&oacute;ria.</p>\n<p>A evolu&ccedil;&atilde;o das exporta&ccedil;&otilde;es, a disponibilidade de animais para abate e as negocia&ccedil;&otilde;es comerciais com a China devem continuar influenciando o comportamento dos pre&ccedil;os nas pr&oacute;ximas semanas.</p>",
            "summary": "O preço da arroba do boi gordo atingiu R$ 372,95 nesta segunda-feira (5), no mercado paulista, alcançando o maior valor nominal da história. O patamar representa uma valorização de 7,8% em relação ao...",
            "image": "https://cdn1.pixnewsms.com.br/Folder/2026/10/1e84c593-792b-4434-8d44-03e4a47b5e58/conversions/brahman-cattle-feeding-pallet-inside-feedlot-range-large.webp",
            "date_published": "2026-10-08T13:30:00+00:00",
            "date_modified": "2026-10-08T15:14:33+00:00",
            "authors": [
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            "title": "El Niño: Mapa alerta para risco de seca e excesso de chuva no agro",
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            "content_html": "<p>O Minist&eacute;rio da Agricultura e Pecu&aacute;ria (Mapa) lan&ccedil;ou uma p&aacute;gina oficial com informa&ccedil;&otilde;es e orienta&ccedil;&otilde;es sobre o El Ni&ntilde;o e os poss&iacute;veis impactos do fen&ocirc;meno na agricultura e na pecu&aacute;ria brasileira. A iniciativa foi desenvolvida em parceria com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e re&uacute;ne ferramentas para auxiliar produtores na preven&ccedil;&atilde;o e na gest&atilde;o de riscos clim&aacute;ticos.</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>O conte&uacute;do inclui informa&ccedil;&otilde;es sobre previs&atilde;o do tempo, avisos meteorol&oacute;gicos de eventos severos, cr&eacute;dito rural, seguro rural, Zoneamento Agr&iacute;cola de Risco Clim&aacute;tico (Zarc), assist&ecirc;ncia t&eacute;cnica e Plano Safra. A p&aacute;gina tamb&eacute;m disponibiliza o Painel El Ni&ntilde;o, notas t&eacute;cnicas e informa&ccedil;&otilde;es produzidas pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecu&aacute;ria (Embrapa).</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<h2><strong>Regi&otilde;es podem ter impactos diferentes</strong></h2>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>De acordo com o Mapa, os efeitos do El Ni&ntilde;o variam conforme a regi&atilde;o e podem alterar os padr&otilde;es de chuva e temperatura.</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>No Sul do Brasil, uma das principais &aacute;reas produtoras de gr&atilde;os, h&aacute; previs&atilde;o de maior volume de chuvas. J&aacute; no Centro-Sul, o cen&aacute;rio indica possibilidade de seca moderada acompanhada de temperaturas elevadas.</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>No norte do Sudeste, existe risco de seca. No Nordeste e no Norte do pa&iacute;s, incluindo a Amaz&ocirc;nia, aumenta a possibilidade de per&iacute;odos de estiagem.</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>O El Ni&ntilde;o &eacute; um fen&ocirc;meno clim&aacute;tico natural caracterizado pelo aquecimento acima da m&eacute;dia das &aacute;guas do Oceano Pac&iacute;fico Tropical. O aquecimento altera a circula&ccedil;&atilde;o atmosf&eacute;rica e pode provocar mudan&ccedil;as no regime de chuvas e nas temperaturas em diferentes partes do pa&iacute;s.</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<h2><strong>Mapa amplia a&ccedil;&otilde;es de preven&ccedil;&atilde;o</strong></h2>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>A p&aacute;gina re&uacute;ne ainda informa&ccedil;&otilde;es sobre o trabalho de um grupo criado pelo Mapa para acompanhar a evolu&ccedil;&atilde;o do El Ni&ntilde;o e propor medidas de preven&ccedil;&atilde;o, prepara&ccedil;&atilde;o e redu&ccedil;&atilde;o dos poss&iacute;veis impactos sobre o setor agropecu&aacute;rio.</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>Segundo o ministro da Agricultura e Pecu&aacute;ria, Andr&eacute; de Paula, a inten&ccedil;&atilde;o &eacute; criar um n&uacute;cleo permanente de gest&atilde;o de riscos clim&aacute;ticos dentro do minist&eacute;rio. A proposta &eacute; ampliar a capacidade de antecipar cen&aacute;rios e reduzir preju&iacute;zos provocados por eventos clim&aacute;ticos.</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>As a&ccedil;&otilde;es integram uma for&ccedil;a-tarefa coordenada pela Casa Civil, que re&uacute;ne diferentes minist&eacute;rios para acompanhar os efeitos do fen&ocirc;meno e planejar medidas de resposta.</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<h2>Seguro rural ganha destaque</h2>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>Entre os instrumentos apresentados est&aacute; o Programa de Subven&ccedil;&atilde;o ao Pr&ecirc;mio do Seguro Rural (PSR), que permite ao produtor utilizar o seguro como ferramenta de gest&atilde;o e transfer&ecirc;ncia de riscos.</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>Uma legisla&ccedil;&atilde;o publicada no Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o estabelece que o seguro rural passe a integrar o conjunto de garantias das opera&ccedil;&otilde;es de cr&eacute;dito rural.</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>Com a medida, opera&ccedil;&otilde;es de cr&eacute;dito amparadas por seguro poder&atilde;o ter condi&ccedil;&otilde;es diferenciadas de juros, prazos e limites, al&eacute;m de prioridade de acesso ao financiamento e possibilidade de custeio do pr&ecirc;mio do seguro, conforme as regras definidas pelo governo.</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>A iniciativa busca integrar informa&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas, zoneamento agr&iacute;cola, cr&eacute;dito, seguro, pesquisa e assist&ecirc;ncia t&eacute;cnica para melhorar a prepara&ccedil;&atilde;o do setor agropecu&aacute;rio diante dos riscos associados ao El Ni&ntilde;o.</p>",
            "summary": "O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) lançou uma página oficial com informações e orientações sobre o El Niño e os possíveis impactos do fenômeno na agricultura e na pecuária brasileira. A ini...",
            "image": "https://cdn1.pixnewsms.com.br/Folder/2026/10/69b6c5b4-d727-42e1-92c6-ae50ae99c5b9/conversions/dcomercio-super-el-nino-agro-large.webp",
            "date_published": "2026-10-06T02:24:00+00:00",
            "date_modified": "2026-10-06T02:26:42+00:00",
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            "title": "Colheita do milho chega a 99,8% em MS enquanto plantio da soja avança",
            "url": "https://www.pixnewsms.com.br/rural/2026/10/06/colheita-do-milho-chega-a-998-em-ms-enquanto-plantio-da-soja-avanca.html",
            "content_html": "<p>A colheita do milho segunda safra 2025/2026 est&aacute; praticamente conclu&iacute;da em Mato Grosso do Sul. Levantamento do Projeto SIGA-MS aponta que 99,8% da &aacute;rea acompanhada j&aacute; foi colhida, o equivalente a aproximadamente 2,2 milh&otilde;es de hectares.</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>As regi&otilde;es Norte e Centro do Estado chegaram a 100% da colheita, enquanto a regi&atilde;o Sul registra 99,7% da &aacute;rea conclu&iacute;da.</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>Segundo o analista t&eacute;cnico da Aprosoja/MS, Lucas Santana, algumas &aacute;reas pontuais do Sul ainda estavam na etapa final da colheita. As chuvas registradas durante a semana, com volumes entre 10 e 140 mil&iacute;metros em diferentes regi&otilde;es, contribu&iacute;ram para manter a umidade do solo, mas tamb&eacute;m provocaram atrasos pontuais na retirada do milho.</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>Plantio da soja avan&ccedil;a</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>Enquanto a colheita do milho chega ao fim, o plantio da soja 2026/2027 avan&ccedil;a em Mato Grosso do Sul. At&eacute; 25 de setembro, 5,1% da &aacute;rea estimada para a nova safra j&aacute; havia sido semeada, correspondendo a aproximadamente 248,6 mil hectares.</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>O ritmo est&aacute; 4,2 pontos percentuais &agrave; frente do registrado no mesmo per&iacute;odo da safra 2025/2026.</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>A regi&atilde;o Sul apresenta o maior avan&ccedil;o, com 6,2% da &aacute;rea plantada, seguida pelo Centro, com 5,9%. No Norte, o plantio ainda est&aacute; abaixo de 1% e ocorre principalmente em &aacute;reas irrigadas devido &agrave; irregularidade das chuvas.</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>Safra de soja deve crescer 5,5%</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>Para a safra 2026/2027, a estimativa &eacute; de 4,874 milh&otilde;es de hectares cultivados com soja em Mato Grosso do Sul, aumento de 5,5% em rela&ccedil;&atilde;o ao ciclo anterior.</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>A produtividade projetada &eacute; de 52,4 sacas por hectare, com produ&ccedil;&atilde;o estimada em 15,331 milh&otilde;es de toneladas.</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>O acompanhamento do SIGA-MS aponta que o avan&ccedil;o inicial do plantio ocorre principalmente nas regi&otilde;es Centro-Sul, favorecido pelas condi&ccedil;&otilde;es de umidade do solo. J&aacute; no Norte, a irregularidade das chuvas mant&eacute;m o ritmo mais lento e concentra o in&iacute;cio das opera&ccedil;&otilde;es em &aacute;reas irrigadas.</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>De acordo com Lucas Santana, as condi&ccedil;&otilde;es de umidade t&ecirc;m permitido maior velocidade no Centro-Sul, enquanto o Norte ainda depende da regulariza&ccedil;&atilde;o das chuvas. O acompanhamento das condi&ccedil;&otilde;es do solo e das previs&otilde;es clim&aacute;ticas &eacute; considerado importante para definir o ritmo do plantio e reduzir riscos na implanta&ccedil;&atilde;o da lavoura.</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>O Projeto SIGA-MS acompanha semanalmente a evolu&ccedil;&atilde;o da colheita do milho e do plantio da soja, al&eacute;m das condi&ccedil;&otilde;es das lavouras e dos indicadores de produtividade nas diferentes regi&otilde;es de Mato Grosso do Sul.</p>",
            "summary": "A colheita do milho segunda safra 2025/2026 está praticamente concluída em Mato Grosso do Sul. Levantamento do Projeto SIGA-MS aponta que 99,8% da área acompanhada já foi colhida, o equivalente a apro...",
            "image": "https://cdn1.pixnewsms.com.br/Folder/2026/10/0df5b4e5-0356-44cc-afc1-e6d2f03f7b6a/conversions/milo-large.webp",
            "date_published": "2026-10-06T00:17:00+00:00",
            "date_modified": "2026-10-06T02:19:10+00:00",
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            "title": "Preço do leite fica estável em agosto, mas oferta maior pressiona mercado",
            "url": "https://www.pixnewsms.com.br/rural/2026/10/05/preco-do-leite-fica-estavel-em-agosto-mas-oferta-maior-pressiona-mercado.html",
            "content_html": "<p>O pre&ccedil;o do leite cru ficou praticamente est&aacute;vel em agosto, mas o aumento da oferta e o volume elevado de importa&ccedil;&otilde;es come&ccedil;am a pressionar o mercado. Dados do Centro de Estudos Avan&ccedil;ados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP, apontam que o pre&ccedil;o m&eacute;dio nacional alcan&ccedil;ou R$ 2,8869 por litro no m&ecirc;s, alta de 0,7% em rela&ccedil;&atilde;o a julho e de 9,18% na compara&ccedil;&atilde;o com agosto de 2025, em termos reais.</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>A estabilidade ocorreu mesmo com a recupera&ccedil;&atilde;o da produ&ccedil;&atilde;o em algumas regi&otilde;es do pa&iacute;s. O &Iacute;ndice de Capta&ccedil;&atilde;o de Leite (ICAP-L) avan&ccedil;ou 3,86% de julho para agosto na M&eacute;dia Brasil, impulsionado principalmente pelo aumento da oferta na regi&atilde;o Sul.</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>Segundo o Cepea, a sustenta&ccedil;&atilde;o dos pre&ccedil;os de alguns derivados e a demanda ainda relativamente firme ajudaram a evitar uma queda mais acentuada do leite cru em agosto. Para os pr&oacute;ximos meses, por&eacute;m, o cen&aacute;rio &eacute; de maior press&atilde;o sobre as cota&ccedil;&otilde;es.</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>Custos de produ&ccedil;&atilde;o sobem</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>Depois de dois meses de relativa estabilidade, os custos da pecu&aacute;ria leiteira voltaram a aumentar em agosto. O Custo Operacional Efetivo (COE) avan&ccedil;ou 0,63% na M&eacute;dia Brasil.</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>O principal impacto veio dos insumos utilizados na alimenta&ccedil;&atilde;o do rebanho. As altas do milho e da soja registradas no m&ecirc;s anterior foram repassadas aos concentrados, que ficaram 1,2% mais caros em agosto.</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>Importa&ccedil;&otilde;es continuam elevadas</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>As importa&ccedil;&otilde;es brasileiras de l&aacute;cteos recuaram 2,54% entre julho e agosto, totalizando 230,3 milh&otilde;es de litros em Equivalente-Leite, segundo dados da Secretaria de Com&eacute;rcio Exterior (Secex).</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>Apesar da queda mensal, o volume importado permaneceu elevado e ficou quase 40% acima do registrado em agosto de 2025. O leite em p&oacute; respondeu por 72,3% das importa&ccedil;&otilde;es, com 166,58 milh&otilde;es de litros em Equivalente-Leite, alta de 0,99% em rela&ccedil;&atilde;o a julho.</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>A entrada de produtos importados amplia a oferta dispon&iacute;vel no mercado interno e contribui para limitar a sustenta&ccedil;&atilde;o dos pre&ccedil;os do leite no pa&iacute;s.</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>Derivados come&ccedil;am a perder sustenta&ccedil;&atilde;o</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>Ap&oacute;s um m&ecirc;s de relativa estabilidade, o mercado de derivados apresentou sinais de menor sustenta&ccedil;&atilde;o em setembro. Conforme colaboradores consultados pelo Cepea, o aumento da produ&ccedil;&atilde;o, especialmente no Sul, elevou a disponibilidade de mat&eacute;ria-prima e aumentou a press&atilde;o sobre os pre&ccedil;os no atacado do Sudeste.</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>Em S&atilde;o Paulo, pesquisas do Cepea apoiadas pela Organiza&ccedil;&atilde;o das Cooperativas Brasileiras (OCB) apontaram alta de 4,65% no pre&ccedil;o do leite UHT em agosto. O leite em p&oacute; subiu 1,80%, enquanto a mu&ccedil;arela teve leve alta de 0,62% em rela&ccedil;&atilde;o a julho.</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>Expectativa &eacute; de queda nos pr&oacute;ximos meses</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>Para setembro e outubro, a expectativa &eacute; de recuo nos pre&ccedil;os do leite cru. A tend&ecirc;ncia est&aacute; relacionada &agrave; recupera&ccedil;&atilde;o da oferta, &agrave; maior disponibilidade de mat&eacute;ria-prima e &agrave; manuten&ccedil;&atilde;o das importa&ccedil;&otilde;es em n&iacute;veis elevados.</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>Com a produ&ccedil;&atilde;o em recupera&ccedil;&atilde;o e a oferta interna mais elevada, o mercado deve enfrentar maior press&atilde;o sobre as cota&ccedil;&otilde;es nos pr&oacute;ximos meses.</p>",
            "summary": "O preço do leite cru ficou praticamente estável em agosto, mas o aumento da oferta e o volume elevado de importações começam a pressionar o mercado. Dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Ap...",
            "image": "https://cdn1.pixnewsms.com.br/Folder/2026/10/fc37cbe2-0259-46cf-a3d6-47c4a0fc8167/conversions/qualidade-do-leite-large.webp",
            "date_published": "2026-10-05T22:10:00+00:00",
            "date_modified": "2026-10-06T02:13:43+00:00",
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            "title": "China esgota cota de carne bovina do Brasil e eleva imposto para 67%",
            "url": "https://www.pixnewsms.com.br/rural/2026/10/02/china-esgota-cota-de-carne-bovina-do-brasil-e-eleva-imposto-para-67.html",
            "content_html": "<p dir=\"ltr\">A China atingiu o limite anual de importa&ccedil;&atilde;o de carne bovina do Brasil, e as remessas que ultrapassarem a cota passam a ter uma tarifa adicional de 55% a partir desta quinta-feira (1&ordm;). Com a cobran&ccedil;a, o imposto total sobre a carne brasileira fora da cota chega a 67%.</p>\n<p dir=\"ltr\">O Minist&eacute;rio do Com&eacute;rcio da China informou que a cota destinada ao Brasil foi atingida em 29 de setembro. A medida segue as regras de salvaguarda adotadas pelo pa&iacute;s para proteger a cadeia pecu&aacute;ria dom&eacute;stica.</p>\n<p dir=\"ltr\">A cota brasileira para 2026 &eacute; de 1,1 milh&atilde;o de toneladas. Enquanto o limite n&atilde;o &eacute; atingido, as importa&ccedil;&otilde;es seguem sujeitas &agrave; tarifa regular. Ap&oacute;s o esgotamento da cota, passa a valer a sobretaxa de 55% sobre a al&iacute;quota de importa&ccedil;&atilde;o aplic&aacute;vel, elevando a cobran&ccedil;a total para 67%, conforme as regras chinesas.</p>\n<p dir=\"ltr\">A medida ocorre em um momento de aten&ccedil;&atilde;o para o mercado brasileiro de carne bovina, j&aacute; que a China &eacute; um dos principais destinos das exporta&ccedil;&otilde;es do produto. A aplica&ccedil;&atilde;o da tarifa adicional pode elevar o custo das opera&ccedil;&otilde;es que ultrapassarem a cota estabelecida para o pa&iacute;s.</p>\n<p dir=\"ltr\">Tamb&eacute;m h&aacute; discuss&atilde;o sobre a possibilidade de utiliza&ccedil;&atilde;o de volumes de cota n&atilde;o utilizados por outros pa&iacute;ses. No entanto, n&atilde;o h&aacute; confirma&ccedil;&atilde;o de que a China permitir&aacute; ao Brasil utilizar eventual excedente de terceiros pa&iacute;ses.</p>\n<p dir=\"ltr\">A salvaguarda chinesa para a carne bovina foi estabelecida para o per&iacute;odo de 2026 a 2028 e prev&ecirc; cotas por pa&iacute;s e cobran&ccedil;a adicional para volumes que excederem os limites definidos.</p>\n<p dir=\"ltr\">&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>",
            "summary": "A China atingiu o limite anual de importação de carne bovina do Brasil, e as remessas que ultrapassarem a cota passam a ter uma tarifa adicional de 55% a partir desta quinta-feira (1º). Com a cobrança...",
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            "date_published": "2026-10-02T00:00:00+00:00",
            "date_modified": "2026-10-01T19:50:52+00:00",
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            "title": "Nova lei do Seguro Rural amplia proteção e muda regras para produtores",
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            "content_html": "<p dir=\"ltr\">A nova lei que moderniza o Seguro Rural no Brasil j&aacute; est&aacute; em vigor. A Lei n&ordm; 15.526/2026 foi sancionada e publicada no Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o nesta quarta-feira (30) com mudan&ccedil;as nas regras de contrata&ccedil;&atilde;o, cobertura, pagamento de indeniza&ccedil;&otilde;es e subven&ccedil;&atilde;o ao seguro rural.</p>\n<p dir=\"ltr\">Entre as principais altera&ccedil;&otilde;es est&aacute; a possibilidade de o seguro rural integrar as garantias das opera&ccedil;&otilde;es de cr&eacute;dito rural contratadas pelo produtor. A medida aproxima o seguro das pol&iacute;ticas de financiamento e pode ser considerada pelas institui&ccedil;&otilde;es financeiras na concess&atilde;o de cr&eacute;dito, conforme as regras previstas na legisla&ccedil;&atilde;o.</p>\n<p dir=\"ltr\">A nova legisla&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m estabelece prazos para a regula&ccedil;&atilde;o e a liquida&ccedil;&atilde;o dos sinistros. Nos casos que n&atilde;o dependem de vistoria relacionada &agrave; colheita, ao corte ou &agrave; libera&ccedil;&atilde;o da &aacute;rea, a regula&ccedil;&atilde;o dever&aacute; ocorrer em at&eacute; 15 dias a partir do aviso do sinistro. J&aacute; a liquida&ccedil;&atilde;o dever&aacute; ser feita em prazo m&aacute;ximo de 30 dias, contado da entrega dos documentos exigidos ou da realiza&ccedil;&atilde;o da vistoria, quando necess&aacute;ria.</p>\n<p dir=\"ltr\">Outra mudan&ccedil;a envolve o Programa de Subven&ccedil;&atilde;o ao Pr&ecirc;mio do Seguro Rural (PSR). A lei estabelece que as despesas relacionadas &agrave; subven&ccedil;&atilde;o n&atilde;o ser&atilde;o objeto de limita&ccedil;&atilde;o de empenho e movimenta&ccedil;&atilde;o financeira, conforme as condi&ccedil;&otilde;es previstas na legisla&ccedil;&atilde;o or&ccedil;ament&aacute;ria.</p>\n<p dir=\"ltr\">A legisla&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m amplia as possibilidades de funcionamento do fundo destinado &agrave; cobertura suplementar de riscos. A Uni&atilde;o poder&aacute; participar como cotista, enquanto seguradoras, resseguradoras, empresas da cadeia produtiva do agroneg&oacute;cio e cooperativas de produ&ccedil;&atilde;o agropecu&aacute;ria poder&atilde;o participar de forma facultativa. O fundo tamb&eacute;m poder&aacute; transferir riscos por meio de resseguro ou para Sociedade Seguradora de Prop&oacute;sito Espec&iacute;fico (SSPE).</p>\n<p dir=\"ltr\">O novo marco ainda prev&ecirc; vantagens relacionadas ao cr&eacute;dito para produtores que contratarem Seguro Rural, incluindo a possibilidade de condi&ccedil;&otilde;es diferenciadas e prioridade em opera&ccedil;&otilde;es de cr&eacute;dito, prorroga&ccedil;&otilde;es e renegocia&ccedil;&otilde;es, conforme regulamenta&ccedil;&atilde;o.</p>\n<p dir=\"ltr\">A lei entrou em vigor na data de sua publica&ccedil;&atilde;o, mas alguns dispositivos ainda dependem de regulamenta&ccedil;&atilde;o do Poder Executivo e do &oacute;rg&atilde;o regulador de seguros para serem aplicados.</p>\n<p dir=\"ltr\">A san&ccedil;&atilde;o ocorreu com vetos parciais a dispositivos aprovados pelo Congresso. Os trechos vetados ainda poder&atilde;o ser analisados pelos parlamentares.</p>\n<p dir=\"ltr\">&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>",
            "summary": "A nova lei que moderniza o Seguro Rural no Brasil já está em vigor. A Lei nº 15.526/2026 foi sancionada e publicada no Diário Oficial da União nesta quarta-feira (30) com mudanças nas regras de contra...",
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            "date_published": "2026-10-01T22:00:00+00:00",
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            "id": "https://www.pixnewsms.com.br/01a0f90a-1214-7265-8db4-d812d0ada4c7",
            "title": "Melhor manejo do solo aumenta produtividade da soja em 11,1%",
            "url": "https://www.pixnewsms.com.br/rural/2026/10/01/melhor-manejo-do-solo-aumenta-produtividade-da-soja-em-111.html",
            "content_html": "<p dir=\"ltr\">Pesquisadores da Embrapa Agropecu&aacute;ria Oeste validaram, em condi&ccedil;&otilde;es reais de campo, a metodologia Zoneamento Agr&iacute;cola de Risco Clim&aacute;tico - N&iacute;veis de Manejo (ZarcNM). Os resultados mostram que cada avan&ccedil;o no n&iacute;vel de qualidade do manejo do solo est&aacute; associado a um aumento m&eacute;dio de 11,1% na produtividade relativa da soja.</p>\n<p dir=\"ltr\">A pesquisa foi realizada em um experimento de longa dura&ccedil;&atilde;o instalado h&aacute; 30 anos em Dourados, no sul de Mato Grosso do Sul. Foram analisadas 28 safras consecutivas de soja, entre 1998 e 2026, com mais de 4,3 mil pontos georreferenciados.</p>\n<p dir=\"ltr\">Os pesquisadores relacionaram dados de an&aacute;lises qu&iacute;micas, cobertura do solo e produtividade para classificar as &aacute;reas em quatro n&iacute;veis de manejo, do NM1, de menor qualidade, ao NM4, de maior qualidade.</p>\n<p dir=\"ltr\">Durante as 28 safras, a produtividade relativa m&eacute;dia foi de 44% no NM1, 55,1% no NM2, 66,2% no NM3 e 77,2% no NM4. O resultado indica uma rela&ccedil;&atilde;o linear entre a melhoria do manejo do solo e o desempenho produtivo da soja.</p>\n<p dir=\"ltr\">O estudo tamb&eacute;m apontou que &aacute;reas com pr&aacute;ticas conservacionistas apresentam maior capacidade de enfrentar per&iacute;odos de defici&ecirc;ncia h&iacute;drica. Solos bem manejados favorecem a infiltra&ccedil;&atilde;o e o armazenamento de &aacute;gua e proporcionam melhores condi&ccedil;&otilde;es para o desenvolvimento das ra&iacute;zes, reduzindo os efeitos dos veranicos.</p>\n<p dir=\"ltr\">Segundo o pesquisador J&uacute;lio Cesar Salton, da Embrapa Agropecu&aacute;ria Oeste, o manejo do solo influencia diretamente a capacidade das lavouras de suportar per&iacute;odos de estiagem.</p>\n<p dir=\"ltr\">\"Solos bem manejados armazenam mais &aacute;gua, oferecem melhores condi&ccedil;&otilde;es ao desenvolvimento das ra&iacute;zes e tornam a cultura da soja mais resistente &agrave;s oscila&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas\", afirma.</p>\n<p dir=\"ltr\">O Zarc tradicional considera fatores como clima, tipo de solo, &eacute;poca de semeadura e ciclo das cultivares para indicar per&iacute;odos de menor risco para o plantio. O ZarcNM amplia essa an&aacute;lise ao incorporar a qualidade do manejo do solo como um dos fatores relacionados ao risco clim&aacute;tico.</p>\n<p dir=\"ltr\">Entre os sistemas avaliados pela pesquisa est&atilde;o o preparo convencional com monocultivo da soja, o sistema plantio direto e a integra&ccedil;&atilde;o lavoura-pecu&aacute;ria. Os pesquisadores consideraram indicadores como atributos qu&iacute;micos do solo, cobertura, diversidade de culturas e tempo sem revolvimento.</p>\n<p dir=\"ltr\">Na classifica&ccedil;&atilde;o do ZarcNM, o NM1 est&aacute; associado a sistemas de menor qualidade de manejo, enquanto o NM4 re&uacute;ne &aacute;reas com maior ado&ccedil;&atilde;o de pr&aacute;ticas conservacionistas, como o sistema plantio direto e a integra&ccedil;&atilde;o lavoura-pecu&aacute;ria.</p>\n<p dir=\"ltr\">Ao longo do per&iacute;odo analisado, a produtividade variou de acordo com as condi&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas e o manejo adotado. Em anos favor&aacute;veis, algumas &aacute;reas ultrapassaram 80 sacas por hectare. J&aacute; durante eventos clim&aacute;ticos extremos, sistemas conduzidos com preparo convencional chegaram a registrar perda total da produ&ccedil;&atilde;o.</p>\n<p dir=\"ltr\">A valida&ccedil;&atilde;o em Mato Grosso do Sul tamb&eacute;m integra a expans&atilde;o do ZarcNM. Na safra 2026/2027, a metodologia est&aacute; sendo testada para a soja em Mato Grosso do Sul e nos tr&ecirc;s estados da regi&atilde;o Sul.</p>\n<p dir=\"ltr\">&nbsp;</p>\n<p dir=\"ltr\">&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>",
            "summary": "Pesquisadores da Embrapa Agropecuária Oeste validaram, em condições reais de campo, a metodologia Zoneamento Agrícola de Risco Climático - Níveis de Manejo (ZarcNM). Os resultados mostram que cada ava...",
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            "date_published": "2026-10-01T19:54:00+00:00",
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            "id": "https://www.pixnewsms.com.br/01a0f3e2-b4b9-7271-adf7-60d12613936e",
            "title": "MS tem déficit de 12 milhões de toneladas na armazenagem de grãos",
            "url": "https://www.pixnewsms.com.br/rural/2026/10/01/ms-tem-deficit-de-12-milhoes-de-toneladas-na-armazenagem-de-graos.html",
            "content_html": "<p dir=\"ltr\">Mato Grosso do Sul tem um d&eacute;ficit de aproximadamente 12 milh&otilde;es de toneladas na capacidade de armazenagem de soja e milho, segundo levantamento da Aprosoja/MS. O Estado deve produzir 27,9 milh&otilde;es de toneladas dos dois gr&atilde;os na safra 2025/2026, enquanto a estrutura dispon&iacute;vel comporta 17,19 milh&otilde;es de toneladas.</p>\n<p dir=\"ltr\">O diagn&oacute;stico considera a m&eacute;dia das cinco &uacute;ltimas safras e aponta que o problema de armazenagem &eacute; estrutural. Dos 78 munic&iacute;pios produtores de gr&atilde;os de Mato Grosso do Sul, 71 apresentam d&eacute;ficit.</p>\n<p dir=\"ltr\">Para atender &agrave; recomenda&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica da FAO (Organiza&ccedil;&atilde;o das Na&ccedil;&otilde;es Unidas para a Alimenta&ccedil;&atilde;o e a Agricultura), seriam necess&aacute;rios 29,22 milh&otilde;es de toneladas de capacidade. A estrutura atual representa 58,8% desse volume.</p>\n<p dir=\"ltr\">O levantamento foi realizado por meio do Projeto SIGA-MS, executado pela Aprosoja/MS com recursos do Fundems/Semadesc. Os dados tamb&eacute;m est&atilde;o dispon&iacute;veis no Painel de Armazenagem, ferramenta gratuita criada pela entidade.</p>\n<p dir=\"ltr\">&ldquo;A an&aacute;lise da capacidade de armazenamento em Mato Grosso do Sul revela um cen&aacute;rio de grande contraste. Embora o Estado possua uma infraestrutura robusta em algumas regi&otilde;es, a an&aacute;lise detalhada dos dados, cruzando a capacidade est&aacute;tica com a produ&ccedil;&atilde;o agr&iacute;cola e as recomenda&ccedil;&otilde;es da FAO, evidencia um d&eacute;ficit estrutural significativo que pode comprometer a competitividade do agroneg&oacute;cio sul-mato-grossense a m&eacute;dio e longo prazo&rdquo;, aponta o analista de Economia da Aprosoja/MS, Raphael Gimenes.</p>\n<h2 dir=\"ltr\">Munic&iacute;pios concentram capacidade</h2>\n<p dir=\"ltr\">Atualmente, Mato Grosso do Sul possui 799 complexos armazenadores, distribu&iacute;dos em 65 munic&iacute;pios, com capacidade est&aacute;tica total de 17,19 milh&otilde;es de toneladas.</p>\n<p dir=\"ltr\">Dourados concentra a maior capacidade, com aproximadamente 2,42 milh&otilde;es de toneladas. O munic&iacute;pio est&aacute; entre os sete que apresentam saldo positivo entre a estrutura dispon&iacute;vel e a necessidade calculada. Tamb&eacute;m est&atilde;o nessa situa&ccedil;&atilde;o Bataguassu, Bataypor&atilde;, Porto Murtinho, Sidrol&acirc;ndia, Brasil&acirc;ndia e Tr&ecirc;s Lagoas.</p>\n<p dir=\"ltr\">Apesar da concentra&ccedil;&atilde;o de estruturas, grande parte do Estado ainda apresenta d&eacute;ficit.</p>\n<p dir=\"ltr\">&ldquo;Dourados, Sidrol&acirc;ndia, Maracaju, Ponta Por&atilde; e S&atilde;o Gabriel do Oeste concentram 49,9% da capacidade de armazenagem identificada no Estado, embora respondam por 37,6% da produ&ccedil;&atilde;o considerada no estudo&rdquo;, explica o coordenador t&eacute;cnico da Aprosoja/MS, Gabriel Balta.</p>\n<p dir=\"ltr\">Ponta Por&atilde; e Maracaju, dois dos principais munic&iacute;pios produtores de gr&atilde;os de Mato Grosso do Sul, acumulam juntos cerca de 2,43 milh&otilde;es de toneladas de d&eacute;ficit de armazenagem.</p>\n<h2 dir=\"ltr\">Armaz&eacute;ns e log&iacute;stica</h2>\n<p dir=\"ltr\">O levantamento tamb&eacute;m mostra a rela&ccedil;&atilde;o entre a capacidade de armazenagem e as principais rotas de transporte do Estado.</p>\n<p dir=\"ltr\">Cerca de 41% da capacidade instalada est&aacute; em unidades localizadas em um raio de at&eacute; 30 quil&ocirc;metros da BR-163. Considerando todas as rodovias federais, o percentual chega a 88,6%.</p>\n<p dir=\"ltr\">Na malha ferrovi&aacute;ria, 306 unidades de armazenagem est&atilde;o em um raio de at&eacute; 30 quil&ocirc;metros das ferrovias existentes. Elas representam 41,6% da capacidade estadual.</p>\n<p dir=\"ltr\">Apesar de Mato Grosso do Sul possuir 1.581 quil&ocirc;metros de ferrovias, apenas 378 quil&ocirc;metros t&ecirc;m circula&ccedil;&atilde;o regular. Pr&oacute;ximo &agrave; Malha Norte, &uacute;nica com opera&ccedil;&atilde;o regular, est&atilde;o apenas 7,9% da capacidade de armazenagem.</p>\n<p dir=\"ltr\">&ldquo;Embora Mato Grosso do Sul possua 1.581 quil&ocirc;metros de malha ferrovi&aacute;ria, apenas 378 quil&ocirc;metros apresentam circula&ccedil;&atilde;o regular. O levantamento identificou 306 unidades de armazenagem em um raio de at&eacute; 30 quil&ocirc;metros das ferrovias existentes, correspondendo a 41,6% da capacidade estadual. Pr&oacute;ximo &agrave; Malha Norte, &uacute;nica com opera&ccedil;&atilde;o regular, est&atilde;o apenas 7,9% da capacidade&rdquo;, afirma o analista t&eacute;cnico da Aprosoja/MS, Lucas Santana.</p>\n<p dir=\"ltr\">As hidrovias t&ecirc;m participa&ccedil;&atilde;o ainda menor. Apenas 3,9% da capacidade de armazenagem do Estado est&aacute; localizada em um raio de at&eacute; 30 quil&ocirc;metros dos corredores hidrovi&aacute;rios analisados.</p>\n<p dir=\"ltr\">Segundo Gabriel Balta, a amplia&ccedil;&atilde;o do uso das hidrovias pode criar novas alternativas para o escoamento da produ&ccedil;&atilde;o e reduzir a press&atilde;o sobre as rodovias, principalmente nos per&iacute;odos de maior movimenta&ccedil;&atilde;o da safra. A navegabilidade dos rios, por&eacute;m, pode variar ao longo do ano de acordo com os n&iacute;veis dos cursos d'&aacute;gua.</p>\n<h2 dir=\"ltr\">Rota Bioce&acirc;nica</h2>\n<p dir=\"ltr\">A Rota Bioce&acirc;nica tamb&eacute;m aparece no levantamento como uma oportunidade de diversifica&ccedil;&atilde;o das alternativas de transporte de Mato Grosso do Sul.</p>\n<p dir=\"ltr\">O corredor deve conectar o Estado aos portos do norte do Chile e ampliar o acesso aos mercados internacionais, principalmente da &Aacute;sia. Para a Aprosoja/MS, a expans&atilde;o da capacidade de armazenagem dever&aacute; acompanhar a consolida&ccedil;&atilde;o da nova rota.</p>\n<p dir=\"ltr\">Porto Murtinho, onde est&aacute; a ponta brasileira do corredor, j&aacute; apresenta super&aacute;vit de armazenagem. O estudo aponta, por&eacute;m, a necessidade de que a capacidade no Oeste e no Sudoeste acompanhe a expans&atilde;o da infraestrutura log&iacute;stica.</p>\n<h2 dir=\"ltr\">D&eacute;ficit &eacute; hist&oacute;rico</h2>\n<p dir=\"ltr\">Os dados mostram que o descompasso entre a produ&ccedil;&atilde;o agr&iacute;cola e a expans&atilde;o da armazenagem vem se acumulando h&aacute; mais de uma d&eacute;cada.</p>\n<p dir=\"ltr\">Em 2023, o d&eacute;ficit chegou ao maior n&iacute;vel da s&eacute;rie hist&oacute;rica analisada: 21,53 milh&otilde;es de toneladas. Naquele ano, a necessidade de armazenagem alcan&ccedil;ou 35,07 milh&otilde;es de toneladas, acompanhando o recorde de produ&ccedil;&atilde;o de gr&atilde;os registrado no Estado.</p>\n<p dir=\"ltr\">O cen&aacute;rio indica que safras maiores podem ampliar a press&atilde;o sobre a estrutura existente, especialmente diante do avan&ccedil;o tecnol&oacute;gico e da expans&atilde;o das &aacute;reas cultivadas.</p>\n<p dir=\"ltr\">O Painel de Armazenagem re&uacute;ne dados da base nacional da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) e informa&ccedil;&otilde;es levantadas em campo pelo SIGA-MS.</p>\n<p dir=\"ltr\">O estudo considera exclusivamente soja e milho. Para a soja, foi utilizada a m&eacute;dia das safras de 2021/22 a 2025/26. Para o milho, foram consideradas as cinco &uacute;ltimas safras encerradas, de 2020/21 a 2024/25.</p>\n<p dir=\"ltr\">Al&eacute;m de dimensionar o d&eacute;ficit, a ferramenta permite identificar onde a capacidade est&aacute; concentrada, quais regi&otilde;es t&ecirc;m maior necessidade e &aacute;reas com potencial para novos investimentos em armazenagem.</p>\n<p dir=\"ltr\">&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>",
            "summary": "Mato Grosso do Sul tem um déficit de aproximadamente 12 milhões de toneladas na capacidade de armazenagem de soja e milho, segundo levantamento da Aprosoja/MS. O Estado deve produzir 27,9 milhões de t...",
            "image": "https://cdn1.pixnewsms.com.br/Folder/2026/09/75dd94b4-4078-4215-9d66-327100d04742/conversions/armazem-soja-large.webp",
            "date_published": "2026-10-01T00:00:00+00:00",
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            "title": "Incêndios ameaçam lavouras e destroem palhada em áreas rurais de MS",
            "url": "https://www.pixnewsms.com.br/rural/2026/09/30/incendios-ameacam-lavouras-e-destroem-palhada-em-areas-rurais-de-ms.html",
            "content_html": "<p dir=\"ltr\">Mato Grosso do Sul registrou 2.540 ocorr&ecirc;ncias de inc&ecirc;ndios em vegeta&ccedil;&atilde;o entre 1&ordm; de janeiro e 29 de setembro, segundo o Corpo de Bombeiros. O per&iacute;odo de tempo seco aumenta o risco de propaga&ccedil;&atilde;o das chamas em &aacute;reas rurais, onde o fogo pode atingir lavouras, vegeta&ccedil;&atilde;o e a palhada utilizada na prote&ccedil;&atilde;o do solo.</p>\n<p dir=\"ltr\">As ocorr&ecirc;ncias mobilizaram 940 militares, principalmente na regi&atilde;o do Pantanal. Em casos de maior propor&ccedil;&atilde;o, o combate tamb&eacute;m conta com brigadas de usinas e propriedades rurais, funcion&aacute;rios, caminh&otilde;es-pipa, m&aacute;quinas agr&iacute;colas e aeronaves.</p>\n<p dir=\"ltr\">Nesta semana, um inc&ecirc;ndio atingiu uma propriedade entre Nova Alvorada do Sul e Rio Brilhante. As chamas alcan&ccedil;aram &aacute;reas de cana-de-a&ccedil;&uacute;car e avan&ccedil;aram nas proximidades de lavouras de soja rec&eacute;m-plantadas, aumentando a preocupa&ccedil;&atilde;o com poss&iacute;veis perdas na produ&ccedil;&atilde;o.</p>\n<p dir=\"ltr\">Segundo Renato Ferreira, gerente da propriedade, a brigada da usina contou com o apoio de funcion&aacute;rios de propriedades da regi&atilde;o para conter o fogo e proteger as &aacute;reas produtivas.</p>\n<p dir=\"ltr\">&ldquo;Estava ventando muito, ent&atilde;o a gente n&atilde;o tem muita coisa o que fazer. O que deu para a gente fazer foi molhar em volta da fazenda, molhar a palhada e tentar socorrer na hora que acalmasse o fogo&rdquo;, relatou.</p>\n<p dir=\"ltr\">Tamb&eacute;m foram registrados inc&ecirc;ndios em Maracaju, onde equipes atuaram com caminh&otilde;es-pipa e m&aacute;quinas agr&iacute;colas. Duas aeronaves foram utilizadas no combate &agrave;s chamas.</p>\n<p dir=\"ltr\">At&eacute; o momento, n&atilde;o foram registrados danos a maquin&aacute;rios nas &aacute;reas atingidas em Maracaju. As perdas est&atilde;o concentradas na palhada e na vegeta&ccedil;&atilde;o.</p>\n<h2 dir=\"ltr\">Fogo pode comprometer trabalho de v&aacute;rias safras</h2>\n<p dir=\"ltr\">Com o avan&ccedil;o do plantio da soja em Mato Grosso do Sul, a preven&ccedil;&atilde;o ganha import&acirc;ncia para proteger n&atilde;o apenas as lavouras, mas tamb&eacute;m o solo e os investimentos feitos pelos produtores ao longo de v&aacute;rias safras.</p>\n<p dir=\"ltr\">Quando o fogo atinge &aacute;reas com palhada, o preju&iacute;zo vai al&eacute;m da perda imediata da vegeta&ccedil;&atilde;o. A cobertura do solo &eacute; resultado de um trabalho cont&iacute;nuo de manejo, que envolve planejamento e investimento.</p>\n<p dir=\"ltr\">Para o coordenador t&eacute;cnico da Aprosoja/MS, Gabriel Balta, a preserva&ccedil;&atilde;o desse material &eacute; fundamental para a conserva&ccedil;&atilde;o do solo e a continuidade do sistema produtivo.</p>\n<p dir=\"ltr\">&ldquo;A palhada &eacute; extremamente importante para o produtor. Ela n&atilde;o est&aacute; ali por acaso. Existe todo um trabalho de manejo, investimento e tempo para construir essa cobertura e melhorar a condi&ccedil;&atilde;o do solo. Quando um inc&ecirc;ndio passa por uma &aacute;rea, esse trabalho de anos pode ser perdido em poucas horas&rdquo;.</p>\n<p dir=\"ltr\">A palhada ajuda a proteger o solo da a&ccedil;&atilde;o direta do sol e da chuva, contribui para a conserva&ccedil;&atilde;o da umidade e favorece a ciclagem de nutrientes e o ac&uacute;mulo de mat&eacute;ria org&acirc;nica.</p>\n<p dir=\"ltr\">&ldquo;&Eacute; um investimento de anos que foi jogado fora em pouco tempo. E estamos falando de duas coisas que o produtor n&atilde;o tem: dinheiro e tempo. Por isso, al&eacute;m de combater o inc&ecirc;ndio quando ele acontece, precisamos trabalhar cada vez mais na preven&ccedil;&atilde;o&rdquo;, refor&ccedil;a Gabriel.</p>\n<h2 dir=\"ltr\">Preven&ccedil;&atilde;o</h2>\n<p dir=\"ltr\">Durante per&iacute;odos de baixa umidade e vegeta&ccedil;&atilde;o seca, pequenas fontes de calor podem iniciar focos de inc&ecirc;ndio e favorecer a r&aacute;pida propaga&ccedil;&atilde;o das chamas. Por isso, os cuidados precisam ser refor&ccedil;ados dentro e no entorno das propriedades rurais.</p>\n<p dir=\"ltr\">Bitucas de cigarro, f&oacute;sforos, restos de fogueiras e outros materiais capazes de gerar ou conservar calor n&atilde;o devem ser descartados em &aacute;reas de vegeta&ccedil;&atilde;o, margens de estradas ou propriedades rurais.</p>\n<p dir=\"ltr\">A orienta&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m vale para quem trafega por estradas e &aacute;reas agr&iacute;colas, evitando atitudes que possam provocar o in&iacute;cio de um inc&ecirc;ndio.</p>\n<p dir=\"ltr\">Al&eacute;m da preven&ccedil;&atilde;o, a prepara&ccedil;&atilde;o das propriedades para situa&ccedil;&otilde;es de emerg&ecirc;ncia tamb&eacute;m &eacute; considerada importante. A manuten&ccedil;&atilde;o de brigadas treinadas e preparadas para atuar em princ&iacute;pios de inc&ecirc;ndio permite uma resposta mais r&aacute;pida e pode ajudar a impedir que as chamas avancem sobre lavouras, instala&ccedil;&otilde;es e &aacute;reas de vegeta&ccedil;&atilde;o.</p>\n<p dir=\"ltr\">&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>",
            "summary": "Mato Grosso do Sul registrou 2.540 ocorrências de incêndios em vegetação entre 1º de janeiro e 29 de setembro, segundo o Corpo de Bombeiros. O período de tempo seco aumenta o risco de propagação das c...",
            "image": "https://cdn1.pixnewsms.com.br/Folder/2026/09/6c981cc2-ae71-4a37-b3f9-e39e89aa8f2b/conversions/queimacontrolada-large.webp",
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            "title": "Produtores rurais de Jaguari são convidados para encontro sobre segurança rural",
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            "content_html": "<p class=\"x1yc453h xma8rkl xgoqxah xutxfr x1fie51u xgyxj25 x1xobyvs x1elgs31 x1fv8qjw xcy5tzr x1ht4adc xnvauns x1c2l018 x14l7nz5 xuw7688 x1pjt2rx x160d6zm xrxpjvj\" dir=\"ltr\" data-assistant-stream-block=\"\" data-assistant-stream-block-index=\"4\">O Sindicato Rural de Jaguari, em parceria com o Batalh&atilde;o de Pol&iacute;cia Militar Rural de Mato Grosso do Sul, realiza na pr&oacute;xima ter&ccedil;a-feira, <span class=\"x7amdea\">29 de setembro</span>, uma reuni&atilde;o com produtores rurais para tratar de <span class=\"x7amdea\">seguran&ccedil;a rural</span> e apresentar orienta&ccedil;&otilde;es sobre o <span class=\"x7amdea\">Programa Campo Mais Seguro</span>.</p>\n<p class=\"x1yc453h xma8rkl xgoqxah xutxfr x1fie51u xgyxj25 x1xobyvs x1elgs31 x1fv8qjw xcy5tzr x1ht4adc xnvauns x1c2l018 x14l7nz5 xuw7688 x1pjt2rx x160d6zm xrxpjvj\" dir=\"ltr\" data-assistant-stream-block=\"\" data-assistant-stream-block-index=\"5\">O encontro ser&aacute; realizado na sede do Sindicato Rural de Jaguari, localizada na Rua Isolino Alves Pereira, n&ordm; 300, com recep&ccedil;&atilde;o e caf&eacute; da manh&atilde; a partir das <span class=\"x7amdea\">8h</span>. A reuni&atilde;o ter&aacute; in&iacute;cio &agrave;s <span class=\"x7amdea\">8h30</span>.</p>\n<p class=\"x1yc453h xma8rkl xgoqxah xutxfr x1fie51u xgyxj25 x1xobyvs x1elgs31 x1fv8qjw xcy5tzr x1ht4adc xnvauns x1c2l018 x14l7nz5 xuw7688 x1pjt2rx x160d6zm xrxpjvj\" dir=\"ltr\" data-assistant-stream-block=\"\" data-assistant-stream-block-index=\"6\">A palestra ser&aacute; conduzida pelo <span class=\"x7amdea\">Tenente-Coronel Maur&iacute;cio Pav&atilde;o Flores</span>, comandante do Batalh&atilde;o de Pol&iacute;cia Militar Rural de Mato Grosso do Sul (PMMS). Entre os assuntos previstos est&atilde;o medidas para tornar as propriedades rurais mais seguras e informa&ccedil;&otilde;es sobre a participa&ccedil;&atilde;o no programa de seguran&ccedil;a no campo.</p>\n<p class=\"x1yc453h xma8rkl xgoqxah xutxfr x1fie51u xgyxj25 x1xobyvs x1elgs31 x1fv8qjw xcy5tzr x1ht4adc xnvauns x1c2l018 x14l7nz5 xuw7688 x1pjt2rx x160d6zm xrxpjvj\" dir=\"ltr\" data-assistant-stream-block=\"\" data-assistant-stream-block-index=\"7\">A iniciativa busca aproximar os produtores das for&ccedil;as de seguran&ccedil;a e ampliar as orienta&ccedil;&otilde;es voltadas &agrave; preven&ccedil;&atilde;o e &agrave; prote&ccedil;&atilde;o das propriedades rurais.</p>\n<p class=\"x1yc453h xma8rkl xgoqxah xutxfr x1fie51u xgyxj25 x1xobyvs x1elgs31 x1fv8qjw xcy5tzr x1ht4adc xnvauns x1c2l018 x14l7nz5 xuw7688 x1pjt2rx x160d6zm xrxpjvj\" dir=\"ltr\" data-assistant-stream-block=\"\" data-assistant-stream-block-index=\"8\">Para informa&ccedil;&otilde;es, os interessados podem entrar em contato pelo telefone <span class=\"x7amdea\">(67) 99964-6132</span>.</p>",
            "summary": "O Sindicato Rural de Jaguari, em parceria com o Batalhão de Polícia Militar Rural de Mato Grosso do Sul, realiza na próxima terça-feira, 29 de setembro, uma reunião com produtores rurais para tratar d...",
            "image": "https://cdn1.pixnewsms.com.br/Folder/2026/09/a6977c4a-4108-44db-abf4-f5aa0759f08a/conversions/dce871f6-37dc-41c9-896c-136fe49dde8b-large.webp",
            "date_published": "2026-09-27T16:50:00+00:00",
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            "title": "Expoequestre MS destaca preparação do cavalo Crioulo para competições",
            "url": "https://www.pixnewsms.com.br/rural/2026/09/24/expoequestre-ms-destaca-preparacao-do-cavalo-crioulo-para-competicoes.html",
            "content_html": "<p dir=\"ltr\">A 4&ordf; Expoequestre MS destacou nesta quinta-feira (24) a prepara&ccedil;&atilde;o do cavalo Crioulo para competi&ccedil;&otilde;es morfol&oacute;gicas. Uma capacita&ccedil;&atilde;o realizada no Parque de Exposi&ccedil;&otilde;es Lauc&iacute;dio Coelho, em Campo Grande, reuniu criadores e estudantes para uma palestra e demonstra&ccedil;&atilde;o pr&aacute;tica sobre os cuidados necess&aacute;rios antes da apresenta&ccedil;&atilde;o dos animais.</p>\n<p dir=\"ltr\">A atividade foi conduzida por Claiton Jardel da Silva, cabanheiro, preparador e apresentador de cavalos. Durante a capacita&ccedil;&atilde;o, ele explicou que detalhes como qualidade da pelagem, higiene e prepara&ccedil;&atilde;o geral podem contribuir para o desempenho do animal durante a avalia&ccedil;&atilde;o.</p>\n<p dir=\"ltr\">Segundo o especialista, conhecer as t&eacute;cnicas de prepara&ccedil;&atilde;o permite ao criador aproveitar melhor as caracter&iacute;sticas do cavalo no momento da apresenta&ccedil;&atilde;o em pista.</p>\n<p dir=\"ltr\">&ldquo;&Eacute; preciso que o criador tenha esses conhecimentos para chegar na hora e conseguir extrair o melhor do animal durante a apresenta&ccedil;&atilde;o&rdquo;, explicou Claiton.</p>\n<p dir=\"ltr\">Al&eacute;m dos cuidados antes da competi&ccedil;&atilde;o, a capacita&ccedil;&atilde;o abordou a import&acirc;ncia da gen&eacute;tica e da conforma&ccedil;&atilde;o do cavalo. Esses fatores s&atilde;o considerados fundamentais para a avalia&ccedil;&atilde;o dos exemplares nas categorias morfol&oacute;gicas.</p>\n<p dir=\"ltr\">A classifica&ccedil;&atilde;o entre os primeiros colocados de uma categoria permite que o animal avance para o grande campeonato. Por isso, a apresenta&ccedil;&atilde;o e a avalia&ccedil;&atilde;o da conforma&ccedil;&atilde;o s&atilde;o etapas importantes da competi&ccedil;&atilde;o.</p>\n<p dir=\"ltr\">&ldquo;A apresenta&ccedil;&atilde;o, o detalhe e a conforma&ccedil;&atilde;o dele s&atilde;o important&iacute;ssimos dentro de uma pista, para que ele fa&ccedil;a a diferen&ccedil;a e possa ser o campe&atilde;o da categoria&rdquo;, afirmou.</p>\n<p dir=\"ltr\">A 4&ordf; Expoequestre MS segue at&eacute; domingo (27), no Parque de Exposi&ccedil;&otilde;es Lauc&iacute;dio Coelho, em Campo Grande. O evento re&uacute;ne provas equestres, capacita&ccedil;&otilde;es t&eacute;cnicas e atividades voltadas &agrave; cria&ccedil;&atilde;o e &agrave;s diferentes modalidades relacionadas ao c</p>\n<p dir=\"ltr\">&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>",
            "summary": "A 4ª Expoequestre MS destacou nesta quinta-feira (24) a preparação do cavalo Crioulo para competições morfológicas. Uma capacitação realizada no Parque de Exposições Laucídio Coelho, em Campo Grande,...",
            "image": "https://cdn1.pixnewsms.com.br/Folder/2026/09/48d09933-8ab2-45ec-954d-0621aa8a8645/conversions/curso-1-large.webp",
            "date_published": "2026-09-25T01:13:00+00:00",
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            "title": "Receita muda regra do ITR 2026 e libera programa para todos os imóveis rurais",
            "url": "https://www.pixnewsms.com.br/rural/2026/09/24/receita-muda-regra-do-itr-2026-e-libera-programa-para-todos-os-imoveis-rurais.html",
            "content_html": "<p dir=\"ltr\">A Receita Federal mudou as regras para a entrega da Declara&ccedil;&atilde;o do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (DITR) 2026 e passou a permitir que todos os contribuintes utilizem o Programa Gerador da Declara&ccedil;&atilde;o (PGD ITR 2026), independentemente do tamanho do im&oacute;vel rural ou do tipo de propriet&aacute;rio.</p>\n<p dir=\"ltr\">A mudan&ccedil;a est&aacute; em vigor desde 21 de setembro e ocorreu ap&oacute;s a Receita identificar a exist&ecirc;ncia de im&oacute;veis com pend&ecirc;ncias de solu&ccedil;&otilde;es cadastrais pr&oacute;ximo ao fim do prazo de entrega. O PGD foi atualizado para a vers&atilde;o 1.2.</p>\n<p dir=\"ltr\">Com a altera&ccedil;&atilde;o, o contribuinte pode optar pelo PGD ITR 2026 ou pelo servi&ccedil;o online &ldquo;Minhas Declara&ccedil;&otilde;es do ITR&rdquo;. Antes da mudan&ccedil;a, o programa podia ser utilizado por pessoas f&iacute;sicas com im&oacute;veis rurais de at&eacute; 100 hectares, enquanto pessoas f&iacute;sicas com &aacute;reas superiores a 100 hectares e pessoas jur&iacute;dicas deveriam utilizar a plataforma online.</p>\n<p dir=\"ltr\">O servi&ccedil;o online permite preencher, transmitir, retificar e consultar a declara&ccedil;&atilde;o pela internet. O acesso &eacute; feito pelo Portal de Servi&ccedil;os da Receita Federal, com conta gov.br nos n&iacute;veis prata ou ouro. A plataforma tamb&eacute;m pode ser acessada por computador, celular e tablet.</p>\n<h2 dir=\"ltr\">O que mudou no ITR 2026</h2>\n<p dir=\"ltr\">A principal mudan&ccedil;a &eacute; a amplia&ccedil;&atilde;o do uso do Programa Gerador da Declara&ccedil;&atilde;o. Desde 21 de setembro, o PGD ITR 2026, na vers&atilde;o 1.2, pode receber declara&ccedil;&otilde;es de todos os im&oacute;veis rurais.</p>\n<p dir=\"ltr\">Segundo a Receita Federal, a atualiza&ccedil;&atilde;o foi feita diante da proximidade do fim do prazo e da exist&ecirc;ncia de im&oacute;veis que ainda apresentavam pend&ecirc;ncias cadastrais.</p>\n<p dir=\"ltr\">Na pr&aacute;tica, o contribuinte passou a ter duas op&ccedil;&otilde;es para entregar a DITR 2026:</p>\n<ul>\n<li dir=\"ltr\" aria-level=\"1\">\n<p dir=\"ltr\" role=\"presentation\">Minhas Declara&ccedil;&otilde;es do ITR: servi&ccedil;o online da Receita Federal;</p>\n</li>\n<li dir=\"ltr\" aria-level=\"1\">\n<p dir=\"ltr\" role=\"presentation\">PGD ITR 2026 vers&atilde;o 1.2: programa atualizado para receber declara&ccedil;&otilde;es de todos os im&oacute;veis rurais.</p>\n</li>\n</ul>\n<h2 dir=\"ltr\">Aten&ccedil;&atilde;o aos dados cadastrais</h2>\n<p dir=\"ltr\">A possibilidade de utilizar o PGD n&atilde;o elimina a necessidade de conferir os dados do im&oacute;vel antes da transmiss&atilde;o.</p>\n<p dir=\"ltr\">A Receita orienta que o contribuinte verifique as informa&ccedil;&otilde;es cadastrais da propriedade. Caso o im&oacute;vel n&atilde;o apare&ccedil;a vinculado ao CPF ou CNPJ do titular no sistema, &eacute; necess&aacute;rio providenciar a atualiza&ccedil;&atilde;o cadastral.</p>\n<p dir=\"ltr\">Entre os dados que devem ser conferidos est&atilde;o a identifica&ccedil;&atilde;o do im&oacute;vel, a &aacute;rea declarada, o titular da propriedade e o CIB (Cadastro Imobili&aacute;rio Brasileiro).</p>\n<p dir=\"ltr\">A Receita tamb&eacute;m alerta que todos os im&oacute;veis rurais devem possuir um c&oacute;digo CIB.</p>\n<h2 dir=\"ltr\">Quem precisa declarar o ITR 2026</h2>\n<p dir=\"ltr\">A DITR deve ser apresentada por pessoas f&iacute;sicas e jur&iacute;dicas que sejam propriet&aacute;rias, titulares do dom&iacute;nio &uacute;til ou possuidoras de im&oacute;vel rural, exceto nos casos de imunidade ou isen&ccedil;&atilde;o previstos na legisla&ccedil;&atilde;o.</p>\n<p dir=\"ltr\">Para 2026, o servi&ccedil;o online &eacute; obrigat&oacute;rio para pessoas f&iacute;sicas propriet&aacute;rias de im&oacute;veis rurais com &aacute;rea superior a 100 hectares e para pessoas jur&iacute;dicas. Com a atualiza&ccedil;&atilde;o feita em setembro, por&eacute;m, todos os contribuintes tamb&eacute;m podem utilizar o PGD ITR 2026.</p>\n<h2 dir=\"ltr\">Prazo termina em 30 de setembro</h2>\n<p dir=\"ltr\">O prazo para entregar a DITR 2026 termina &agrave;s 23h59min59s de 30 de setembro, no hor&aacute;rio de Bras&iacute;lia. A quota &uacute;nica ou a primeira parcela do imposto tamb&eacute;m vence nessa data.</p>\n<p dir=\"ltr\">A entrega ap&oacute;s o prazo est&aacute; sujeita &agrave; multa por atraso. Por isso, a orienta&ccedil;&atilde;o &eacute; conferir os dados do im&oacute;vel e escolher uma das op&ccedil;&otilde;es dispon&iacute;veis para concluir a declara&ccedil;&atilde;o antes d</p>\n<p dir=\"ltr\">&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>",
            "summary": "A Receita Federal mudou as regras para a entrega da Declaração do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (DITR) 2026 e passou a permitir que todos os contribuintes utilizem o Programa Gerador d...",
            "image": "https://cdn1.pixnewsms.com.br/Folder/2026/09/52f36315-8b9f-45f3-9200-55d18c0775f4/conversions/projeto-rural-na-amazonia-pnud-large.webp",
            "date_published": "2026-09-24T23:00:00+00:00",
            "date_modified": "2026-09-24T18:36:43+00:00",
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            "title": "Preço do leite ao produtor sobe 4,65% e chega a R$ 2,87 por litro",
            "url": "https://www.pixnewsms.com.br/rural/2026/09/24/preco-do-leite-ao-produtor-sobe-465-e-chega-a-r-287-por-litro.html",
            "content_html": "<p dir=\"ltr\">O pre&ccedil;o do leite ao produtor subiu 4,65% em julho, na compara&ccedil;&atilde;o com o m&ecirc;s anterior, e chegou a R$ 2,87 por litro na m&eacute;dia nacional. Os dados s&atilde;o do Centro de Estudos Avan&ccedil;ados em Economia Aplicada (Cepea), com apoio da Organiza&ccedil;&atilde;o das Cooperativas Brasileiras (OCB).</p>\n<p dir=\"ltr\">Na chamada &ldquo;M&eacute;dia Brasil&rdquo; l&iacute;quida, o pre&ccedil;o m&eacute;dio do leite cru captado pelos latic&iacute;nios alcan&ccedil;ou R$ 2,8761 por litro em julho.</p>\n<p dir=\"ltr\">Na compara&ccedil;&atilde;o com julho de 2025, o valor ficou 4,96% maior em termos reais, considerando a corre&ccedil;&atilde;o dos pre&ccedil;os pelo &Iacute;ndice Nacional de Pre&ccedil;os ao Consumidor Amplo (IPCA) de julho.</p>\n<h3 dir=\"ltr\">Leite UHT tamb&eacute;m registra alta</h3>\n<p dir=\"ltr\">A valoriza&ccedil;&atilde;o do leite cru tamb&eacute;m influenciou os pre&ccedil;os dos derivados no mercado atacadista de S&atilde;o Paulo.</p>\n<p dir=\"ltr\">Em agosto, o leite UHT teve alta de 0,45% e alcan&ccedil;ou pre&ccedil;o m&eacute;dio de R$ 4,89 por litro. Segundo o levantamento do Cepea, o movimento esteve relacionado &agrave; valoriza&ccedil;&atilde;o da mat&eacute;ria-prima registrada em julho.</p>\n<h3 dir=\"ltr\">Exporta&ccedil;&otilde;es de queijos avan&ccedil;am</h3>\n<p dir=\"ltr\">As exporta&ccedil;&otilde;es brasileiras de queijos cresceram 39,54% entre julho e agosto, segundo dados da Secretaria de Com&eacute;rcio Exterior (Secex).</p>\n<p dir=\"ltr\">Os embarques chegaram a 2,47 milh&otilde;es de litros em equivalente-leite (EqL) em agosto. O volume representou 47% das exporta&ccedil;&otilde;es brasileiras de produtos l&aacute;cteos no m&ecirc;s.</p>\n<p dir=\"ltr\">Apesar do avan&ccedil;o na compara&ccedil;&atilde;o mensal, os embarques de queijos ficaram 4,6% abaixo do registrado em agosto de 2025.</p>\n<h3 dir=\"ltr\">Custos da pecu&aacute;ria leiteira tamb&eacute;m sobem</h3>\n<p dir=\"ltr\">Enquanto o pre&ccedil;o do leite avan&ccedil;ou, os custos da produ&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m registraram alta.</p>\n<p dir=\"ltr\">O Custo Operacional Efetivo (COE) da pecu&aacute;ria leiteira aumentou 0,63% na &ldquo;M&eacute;dia Brasil&rdquo; entre julho e agosto. O resultado foi influenciado principalmente pela eleva&ccedil;&atilde;o dos pre&ccedil;os do concentrado e da suplementa&ccedil;&atilde;o mineral.</p>\n<p dir=\"ltr\">Entre as regi&otilde;es acompanhadas pelo Cepea, o Rio Grande do Sul apresentou a maior alta do COE no per&iacute;odo, de 1,38%.</p>\n<p dir=\"ltr\">&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>",
            "summary": "O preço do leite ao produtor subiu 4,65% em julho, na comparação com o mês anterior, e chegou a R$ 2,87 por litro na média nacional. Os dados são do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (C...",
            "image": "https://cdn1.pixnewsms.com.br/Folder/2026/09/17a42090-9bed-4533-86b4-e96f2056f802/conversions/leite-large.webp",
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            "title": "Cota do Uruguai pode abrir espaço para 80 mil toneladas de carne brasileira na China",
            "url": "https://www.pixnewsms.com.br/rural/2026/09/23/cota-do-uruguai-pode-abrir-espaco-para-80-mil-toneladas-de-carne-brasileira-na-china.html",
            "content_html": "<p dir=\"ltr\">A cota de carne bovina destinada pelo Uruguai ao mercado chin&ecirc;s pode abrir espa&ccedil;o para o Brasil exportar at&eacute; 80 mil toneladas de carne bovina para a China. A estimativa &eacute; da consultoria Safras &amp; Mercado e surge ap&oacute;s o presidente Luiz In&aacute;cio Lula da Silva anunciar que o Uruguai autorizou o aproveitamento de seu excedente.</p>\n<p dir=\"ltr\">O volume, por&eacute;m, ainda n&atilde;o est&aacute; dispon&iacute;vel para os frigor&iacute;ficos brasileiros. Para que a opera&ccedil;&atilde;o avance, &eacute; necess&aacute;ria a autoriza&ccedil;&atilde;o das autoridades chinesas, que administram as cotas de importa&ccedil;&atilde;o.</p>\n<p dir=\"ltr\">Segundo a Safras &amp; Mercado, as 80 mil toneladas em discuss&atilde;o poderiam representar aproximadamente 320 mil a 400 mil cabe&ccedil;as de gado. Caso a autoriza&ccedil;&atilde;o seja concedida rapidamente, a medida poderia estimular a recomposi&ccedil;&atilde;o das compras de animais habilitados para exporta&ccedil;&atilde;o &agrave; China j&aacute; em outubro.</p>\n<p dir=\"ltr\">O per&iacute;odo &eacute; considerado estrat&eacute;gico porque os frigor&iacute;ficos come&ccedil;am a preparar cargas para 2027. O analista da Safras &amp; Mercado Fernando Iglesias destaca que a gest&atilde;o das cotas cabe &agrave;s autoridades chinesas e lembra que o Brasil j&aacute; buscou anteriormente flexibilizar as regras, sem sucesso.</p>\n<p dir=\"ltr\">Al&eacute;m da autoriza&ccedil;&atilde;o de Pequim, ainda seria necess&aacute;rio definir um mecanismo que permita contabilizar a carne de origem brasileira dentro do volume originalmente destinado ao Uruguai. Por isso, a consultoria considera as 80 mil toneladas uma possibilidade, e n&atilde;o uma oferta adicional j&aacute; garantida ao Brasil.</p>\n<h3 dir=\"ltr\">Janela para embarques</h3>\n<p dir=\"ltr\">Mesmo com uma eventual autoriza&ccedil;&atilde;o da China, o prazo para aproveitar a cota neste ano &eacute; outro fator de aten&ccedil;&atilde;o. O transporte mar&iacute;timo entre Brasil e China leva aproximadamente 45 a 60 dias.</p>\n<p dir=\"ltr\">Com isso, outubro seria praticamente a &uacute;ltima janela para concentrar embarques com possibilidade de a carne chegar ao mercado chin&ecirc;s ainda em 2026. A partir de novembro, aumenta o risco de que os carregamentos sejam internalizados apenas em 2027.</p>\n<p dir=\"ltr\">Assim, quanto mais tarde houver uma eventual autoriza&ccedil;&atilde;o chinesa, menor ser&aacute; a possibilidade de utiliza&ccedil;&atilde;o integral das 80 mil toneladas ainda neste ano.</p>\n<p dir=\"ltr\"><em>** Com informa&ccedil;&otilde;es de&nbsp;Safras News</em></p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>",
            "summary": "A cota de carne bovina destinada pelo Uruguai ao mercado chinês pode abrir espaço para o Brasil exportar até 80 mil toneladas de carne bovina para a China. A estimativa é da consultoria Safras & Merca...",
            "image": "https://cdn1.pixnewsms.com.br/Folder/2026/09/dd9e0b02-b7db-435d-923f-487ea9e79644/conversions/carne-bovina-para-exportacao-large.webp",
            "date_published": "2026-09-23T23:00:00+00:00",
            "date_modified": "2026-09-23T19:37:50+00:00",
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            "title": "MS destina R$ 7 milhões a produtores que preservam vegetação no Pantanal",
            "url": "https://www.pixnewsms.com.br/rural/2026/09/23/ms-destina-r-7-milhoes-a-produtores-que-preservam-vegetacao-no-pantanal.html",
            "content_html": "<p>O Governo de Mato Grosso do Sul come&ccedil;ou a pagar R$ 7 milh&otilde;es, em 2026, a produtores rurais que mant&ecirc;m &aacute;reas de vegeta&ccedil;&atilde;o nativa excedente no Pantanal. Os recursos fazem parte do Programa de Pagamento por Servi&ccedil;os Ambientais (PSA) Bioma Pantanal, que remunera propriet&aacute;rios pela conserva&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas que ultrapassam a reserva legal exigida pela legisla&ccedil;&atilde;o.</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>O programa pode garantir at&eacute; R$ 100 mil por ano por propriedade, conforme a &aacute;rea preservada e os crit&eacute;rios estabelecidos para o pagamento. A iniciativa busca reconhecer financeiramente produtores que contribuem para a conserva&ccedil;&atilde;o da vegeta&ccedil;&atilde;o nativa no bioma.</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>Um dos beneficiados nesta primeira etapa &eacute; o pecuarista Pedro Manoel Corr&ecirc;a da Costa, de Aquidauana. Ele recebeu, em julho deste ano, o valor m&aacute;ximo previsto pelo programa.</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>A proposta do PSA Bioma Pantanal &eacute; transformar a conserva&ccedil;&atilde;o ambiental em uma fonte de remunera&ccedil;&atilde;o para produtores que mant&ecirc;m vegeta&ccedil;&atilde;o nativa al&eacute;m do m&iacute;nimo exigido pela legisla&ccedil;&atilde;o.</p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>Com os pagamentos, o Governo de Mato Grosso do Sul busca incentivar a manuten&ccedil;&atilde;o dessas &aacute;reas preservadas e fortalecer a&ccedil;&otilde;es de conserva&ccedil;&atilde;o do Pantanal, conciliando a atividade rural com a prote&ccedil;&atilde;o dos recursos naturais.</p>",
            "summary": "O Governo de Mato Grosso do Sul começou a pagar R$ 7 milhões, em 2026, a produtores rurais que mantêm áreas de vegetação nativa excedente no Pantanal. Os recursos fazem parte do Programa de Pagamento...",
            "image": "https://cdn1.pixnewsms.com.br/Folder/2026/09/f573351c-e62d-4d5b-a431-69a36c0a4adc/conversions/imagem-materia-large.webp",
            "date_published": "2026-09-23T00:00:00+00:00",
            "date_modified": "2026-09-22T14:11:07+00:00",
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            "id": "https://www.pixnewsms.com.br/01a0ac22-08cb-73cb-9224-f4ddb5a2fd37",
            "title": "MS amplia área de soja, mas prevê queda de 8,4% na produção em 2026/27",
            "url": "https://www.pixnewsms.com.br/rural/2026/09/17/ms-amplia-area-de-soja-mas-preve-queda-de-84-na-producao-em-202627.html",
            "content_html": "<p dir=\"ltr\">O plantio da soja para a safra 2026/27 come&ccedil;a nesta quarta-feira (16) em Mato Grosso do Sul, com previs&atilde;o de aumento da &aacute;rea cultivada, mas queda na produ&ccedil;&atilde;o e na produtividade. A estimativa inicial da Aprosoja/MS aponta 4,874 milh&otilde;es de hectares destinados &agrave; cultura, alta de 5,5% em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; safra anterior.</p>\n<p dir=\"ltr\">Na safra 2025/26, Mato Grosso do Sul cultivou 4,6 milh&otilde;es de hectares de soja, com produtividade m&eacute;dia de 60,4 sacas por hectare e produ&ccedil;&atilde;o de 16,7 milh&otilde;es de toneladas.</p>\n<p dir=\"ltr\">Para o novo ciclo, a produtividade m&eacute;dia est&aacute; estimada inicialmente em 52,4 sacas por hectare, uma redu&ccedil;&atilde;o de 13,2%. A produ&ccedil;&atilde;o projetada &eacute; de 15,331 milh&otilde;es de toneladas, queda de 8,4% em rela&ccedil;&atilde;o ao volume registrado na safra anterior.</p>\n<p dir=\"ltr\">A proje&ccedil;&atilde;o ocorre em um cen&aacute;rio que exige maior aten&ccedil;&atilde;o &agrave; efici&ecirc;ncia e ao planejamento da lavoura. Segundo o coordenador t&eacute;cnico da Aprosoja/MS, Gabriel Balta, cada hectare dever&aacute; ser conduzido de forma estrat&eacute;gica diante das dificuldades de acesso ao cr&eacute;dito.</p>\n<p dir=\"ltr\">&ldquo;O produtor precisa olhar para cada hectare de forma estrat&eacute;gica. Em um cen&aacute;rio de maior dificuldade de acesso ao cr&eacute;dito, efici&ecirc;ncia n&atilde;o &eacute; apenas buscar mais produtividade, mas tamb&eacute;m produzir com racionalidade, aproveitando melhor os recursos dispon&iacute;veis e tomando decis&otilde;es baseadas em planejamento e acompanhamento t&eacute;cnico&rdquo;.</p>\n<p dir=\"ltr\">Com a expans&atilde;o da &aacute;rea de soja em Mato Grosso do Sul, a expectativa do setor &eacute; aumentar a efici&ecirc;ncia produtiva nas &aacute;reas j&aacute; incorporadas ao sistema. Gest&atilde;o de custos, conserva&ccedil;&atilde;o do solo, uso de tecnologia, manejo e produtividade est&atilde;o entre os pontos considerados importantes para o resultado da safra.</p>\n<p dir=\"ltr\">A estrat&eacute;gia representa uma mudan&ccedil;a de foco para o setor, com maior aten&ccedil;&atilde;o aos ganhos obtidos por hectare por meio de manejo e tecnologia, em vez de depender apenas da expans&atilde;o da &aacute;rea cultivada.</p>\n<h3 dir=\"ltr\">Clima &eacute; fator de aten&ccedil;&atilde;o</h3>\n<p dir=\"ltr\">As condi&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas est&atilde;o entre os principais fatores que podem determinar o resultado da safra de soja 2026/27. A disponibilidade de &aacute;gua e o momento adequado para a semeadura s&atilde;o considerados fundamentais para que a lavoura alcance o potencial produtivo.</p>\n<p dir=\"ltr\">&ldquo;O resultado depender&aacute; das condi&ccedil;&otilde;es encontradas ao longo do ciclo. O posicionamento da semeadura e a disponibilidade h&iacute;drica s&atilde;o fatores fundamentais&rdquo;, afirma Balta.</p>\n<p dir=\"ltr\">Mesmo com avan&ccedil;os em gen&eacute;tica e manejo, o clima continua sendo um dos principais fatores de risco para a produtividade, especialmente durante as diferentes fases de desenvolvimento da cultura.</p>\n<h3 dir=\"ltr\">Cr&eacute;dito rural recua em MS</h3>\n<p dir=\"ltr\">O acesso ao cr&eacute;dito rural tamb&eacute;m aparece entre os desafios para a nova safra. Em julho de 2026, Mato Grosso do Sul registrou R$ 1,006 bilh&atilde;o em contrata&ccedil;&otilde;es de cr&eacute;dito rural, queda de 15,75% em rela&ccedil;&atilde;o ao mesmo m&ecirc;s de 2025.</p>\n<p dir=\"ltr\">No acumulado da safra 2025/26, a disponibilidade de cr&eacute;dito rural teve retra&ccedil;&atilde;o de 20,6% na compara&ccedil;&atilde;o com o ciclo 2024/25.</p>\n<p dir=\"ltr\">O cen&aacute;rio aumenta a import&acirc;ncia do planejamento financeiro e da gest&atilde;o dos recursos dispon&iacute;veis para a condu&ccedil;&atilde;o da lavoura. A capacidade de investimento dos produtores tamb&eacute;m pode influenciar a confirma&ccedil;&atilde;o das proje&ccedil;&otilde;es para a nova temporada.</p>\n<p dir=\"ltr\">Para o presidente da Aprosoja/MS, Jorge Michelc, os desafios da safra est&atilde;o relacionados &agrave; combina&ccedil;&atilde;o entre cr&eacute;dito, clima, custos e produtividade.</p>\n<p dir=\"ltr\">&ldquo;Come&ccedil;amos mais uma safra com a for&ccedil;a e a capacidade de produ&ccedil;&atilde;o do produtor sul-mato-grossense, mas tamb&eacute;m com desafios que precisam ser considerados desde o planejamento. Cr&eacute;dito, clima, custos e produtividade est&atilde;o diretamente ligados ao resultado dentro da porteira. Por isso, &eacute; fundamental que o produtor tenha informa&ccedil;&atilde;o e condi&ccedil;&otilde;es para tomar decis&otilde;es cada vez mais estrat&eacute;gicas&rdquo;.</p>\n<p dir=\"ltr\">&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>",
            "summary": "O plantio da soja para a safra 2026/27 começa nesta quarta-feira (16) em Mato Grosso do Sul, com previsão de aumento da área cultivada, mas queda na produção e na produtividade. A estimativa inicial d...",
            "image": "https://cdn1.pixnewsms.com.br/Folder/2026/09/903463d7-274c-4124-86ec-9f4315e7aa8d/conversions/soja-campo-large.webp",
            "date_published": "2026-09-17T02:00:00+00:00",
            "date_modified": "2026-09-16T21:31:46+00:00",
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            "title": "Expogenética MS 2026 amplia programação e confirma atrações musicais; ingressos já estão à venda",
            "url": "https://www.pixnewsms.com.br/rural/2026/09/14/expogenetica-ms-2026-amplia-programacao-e-confirma-atracoes-musicais-ingressos-ja-estao-a-venda.html",
            "content_html": "<p class=\"MsoNormal\">A Expogen&eacute;tica MS 2026 entra na reta final de prepara&ccedil;&atilde;o para a terceira edi&ccedil;&atilde;o, que ser&aacute; realizada de 29 de outubro a 8 de novembro, no Parque de Exposi&ccedil;&otilde;es Lauc&iacute;dio Coelho, em Campo Grande. Consolidado como um dos principais eventos de gen&eacute;tica bovina, pecu&aacute;ria e entretenimento de Mato Grosso do Sul, o evento reunir&aacute; neg&oacute;cios, gen&eacute;tica de ponta, esporte, cultura, inclus&atilde;o e atra&ccedil;&otilde;es para toda a fam&iacute;lia.</p>\n<p class=\"MsoNormal\">Realizada pela Associa&ccedil;&atilde;o Sul-Mato-Grossense dos Criadores de Nelore (Nelore-MS), com apoio da Acrissul, a Expogen&eacute;tica MS ter&aacute; uma programa&ccedil;&atilde;o que re&uacute;ne aproximadamente 25 leil&otilde;es, julgamentos de animais, shopping de animais, provas equestres, rodada de neg&oacute;cios, atra&ccedil;&otilde;es culturais, parque de divers&otilde;es, a&ccedil;&otilde;es sociais e a etapa oficial da Professional Bull Riders (PBR).</p>\n<p class=\"MsoNormal\">A programa&ccedil;&atilde;o de entretenimento ganhou novos nomes e ter&aacute; atra&ccedil;&otilde;es musicais em diferentes noites da feira. No dia 30 de outubro, o palco recebe Jads &amp; Jadson. No dia 31 de outubro, ser&aacute; a vez de Leonardo, atra&ccedil;&atilde;o anunciada durante o lan&ccedil;amento oficial do evento. J&aacute; no dia 1&ordm; de novembro, a programa&ccedil;&atilde;o ter&aacute; Bora Viver com L&eacute;o &amp; Raphael e Fiduma &amp; Jeca. No dia 6 de novembro, a atra&ccedil;&atilde;o ser&aacute; Japa NK, enquanto Mari Fernandez e CountryBeat comandam a programa&ccedil;&atilde;o do dia 7 de novembro.</p>\n<p class=\"MsoNormal\">A m&uacute;sica se integra a uma programa&ccedil;&atilde;o que tamb&eacute;m ter&aacute; forte presen&ccedil;a do rodeio. Pelo terceiro ano consecutivo, a PBR estar&aacute; na Expogen&eacute;tica MS, com tr&ecirc;s noites de montarias em touros, nos dias 30 e 31 de outubro e 1&ordm; de novembro. A etapa re&uacute;ne competidores e touros de destaque do circuito nacional e amplia a conex&atilde;o entre a gen&eacute;tica bovina, o universo do rodeio e o entretenimento.</p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;</p>\n<p class=\"MsoNormal\"><strong>Gen&eacute;tica, neg&oacute;cios e tecnologia</strong></p>\n<p class=\"MsoNormal\">A ess&ecirc;ncia da Expogen&eacute;tica continua concentrada na valoriza&ccedil;&atilde;o da pecu&aacute;ria e da gen&eacute;tica produzida em Mato Grosso do Sul. Durante os 11 dias de programa&ccedil;&atilde;o, criadores e visitantes ter&atilde;o acesso a animais de alto padr&atilde;o gen&eacute;tico, leil&otilde;es, julgamentos e oportunidades de neg&oacute;cios.</p>\n<p class=\"MsoNormal\">A organiza&ccedil;&atilde;o projeta mais de R$ 200 milh&otilde;es em neg&oacute;cios durante a terceira edi&ccedil;&atilde;o, considerando leil&otilde;es e outras opera&ccedil;&otilde;es relacionadas ao setor produtivo, como aquisi&ccedil;&atilde;o de m&aacute;quinas e equipamentos, cons&oacute;rcios e servi&ccedil;os. A expectativa &eacute; superar o p&uacute;blico de aproximadamente 140 mil pessoas registrado na edi&ccedil;&atilde;o anterior.</p>\n<p class=\"MsoNormal\">Para o presidente da Nelore-MS, Paulo Matos, a Expogen&eacute;tica representa justamente a uni&atilde;o entre a for&ccedil;a da pecu&aacute;ria e a capacidade de aproximar o setor da sociedade. A proposta &eacute; apresentar ao p&uacute;blico uma pecu&aacute;ria que alia tradi&ccedil;&atilde;o, ci&ecirc;ncia, tecnologia, gen&eacute;tica e produtividade, sem deixar de lado o entretenimento e a participa&ccedil;&atilde;o das fam&iacute;lias.</p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;</p>\n<p class=\"MsoNormal\"><strong>Entrada gratuita e novos setores de ingressos</strong></p>\n<p class=\"MsoNormal\">Uma das principais novidades da edi&ccedil;&atilde;o 2026 est&aacute; na organiza&ccedil;&atilde;o dos espa&ccedil;os destinados ao p&uacute;blico durante os shows e o rodeio.</p>\n<p class=\"MsoNormal\">A entrada no Parque de Exposi&ccedil;&otilde;es Lauc&iacute;dio Coelho ser&aacute; gratuita, assim como o acesso ao setor Arena, que permanece aberto gratuitamente durante todos os dias do evento.</p>\n<p class=\"MsoNormal\">A Arena permite ao p&uacute;blico assistir gratuitamente aos shows. Ap&oacute;s o encerramento do rodeio, o espa&ccedil;o se transforma em uma grande pista para os shows.</p>\n<p class=\"MsoNormal\">Para quem busca experi&ecirc;ncias diferenciadas, est&atilde;o dispon&iacute;veis ingressos para os setores VIP, Bangal&ocirc;, Camarote Open Bar &amp; Open Food e Arquibancada, com diferentes formatos de acesso e experi&ecirc;ncias durante a programa&ccedil;&atilde;o.</p>\n<p class=\"MsoNormal\">Os ingressos para esses setores j&aacute; est&atilde;o &agrave; venda pelo site da Q2 Ingressos.</p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;</p>\n<p class=\"MsoNormal\"><strong>Expogen&eacute;tica aproxima campo e cidade</strong></p>\n<p class=\"MsoNormal\">Al&eacute;m da programa&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica e comercial, a feira mant&eacute;m a proposta de transformar o Parque de Exposi&ccedil;&otilde;es em um grande espa&ccedil;o de conviv&ecirc;ncia.</p>\n<p class=\"MsoNormal\">A inclus&atilde;o tamb&eacute;m permanece como uma das marcas da Expogen&eacute;tica MS, dando continuidade &agrave;s a&ccedil;&otilde;es implantadas na edi&ccedil;&atilde;o anterior para receber pessoas com defici&ecirc;ncia, crian&ccedil;as neurodivergentes e suas fam&iacute;lias. A programa&ccedil;&atilde;o social contar&aacute; ainda com a&ccedil;&otilde;es de entidades e projetos parceiros.</p>\n<p class=\"MsoNormal\">A proposta de unir agroneg&oacute;cio, entretenimento, inclus&atilde;o, cultura e lazer tamb&eacute;m refor&ccedil;a o papel do Parque de Exposi&ccedil;&otilde;es Lauc&iacute;dio Coelho como espa&ccedil;o de encontro entre o campo e a cidade.</p>\n<p class=\"MsoNormal\">A edi&ccedil;&atilde;o da Expogen&eacute;tica MS 2026 chega, assim, com uma programa&ccedil;&atilde;o ainda mais ampla, reunindo em um mesmo evento gen&eacute;tica de ponta, leil&otilde;es, neg&oacute;cios, PBR, m&uacute;sica, provas equestres, cultura, inclus&atilde;o e atra&ccedil;&otilde;es para toda a fam&iacute;lia.</p>\n<p class=\"MsoNormal\"><strong>SERVI&Ccedil;O</strong></p>\n<p class=\"MsoNormal\">Expogen&eacute;tica MS 2026</p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-family: 'Segoe UI Emoji',sans-serif; mso-ascii-font-family: Aptos; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-font-family: Aptos; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-char-type: symbol-ext; mso-symbol-font-family: 'Segoe UI Emoji';\">📅</span> 29 de outubro a 8 de novembro</p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-family: 'Segoe UI Emoji',sans-serif; mso-ascii-font-family: Aptos; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-font-family: Aptos; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-char-type: symbol-ext; mso-symbol-font-family: 'Segoe UI Emoji';\">📍</span> Parque de Exposi&ccedil;&otilde;es Lauc&iacute;dio Coelho &ndash; Campo Grande (MS)</p>\n<p class=\"MsoNormal\">Shows confirmados:</p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-family: 'Segoe UI Emoji',sans-serif; mso-ascii-font-family: Aptos; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-font-family: Aptos; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-char-type: symbol-ext; mso-symbol-font-family: 'Segoe UI Emoji';\">🎤</span> 30/10 &ndash; Jads &amp; Jadson</p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-family: 'Segoe UI Emoji',sans-serif; mso-ascii-font-family: Aptos; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-font-family: Aptos; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-char-type: symbol-ext; mso-symbol-font-family: 'Segoe UI Emoji';\">🎤</span> 31/10 &ndash; Leonardo</p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-family: 'Segoe UI Emoji',sans-serif; mso-ascii-font-family: Aptos; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-font-family: Aptos; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-char-type: symbol-ext; mso-symbol-font-family: 'Segoe UI Emoji';\">🎤</span> 01/11 &ndash; Bora Viver com L&eacute;o &amp; Raphael + Fiduma &amp; Jeca</p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-family: 'Segoe UI Emoji',sans-serif; mso-ascii-font-family: Aptos; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-font-family: Aptos; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-char-type: symbol-ext; mso-symbol-font-family: 'Segoe UI Emoji';\">🎤</span> 06/11 &ndash; Japa NK</p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-family: 'Segoe UI Emoji',sans-serif; mso-ascii-font-family: Aptos; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-font-family: Aptos; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-char-type: symbol-ext; mso-symbol-font-family: 'Segoe UI Emoji';\">🎤</span> 07/11 &ndash; Mari Fernandez + CountryBeat</p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-family: 'Segoe UI Emoji',sans-serif; mso-ascii-font-family: Aptos; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-font-family: Aptos; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-char-type: symbol-ext; mso-symbol-font-family: 'Segoe UI Emoji';\">🤠</span> PBR: 30, 31 de outubro e 1&ordm; de novembro</p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-family: 'Segoe UI Emoji',sans-serif; mso-ascii-font-family: Aptos; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-font-family: Aptos; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-char-type: symbol-ext; mso-symbol-font-family: 'Segoe UI Emoji';\">🎟</span><span style=\"font-family: 'Segoe UI Emoji',sans-serif; mso-ascii-font-family: Aptos; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-font-family: Aptos; mso-hansi-theme-font: minor-latin;\">️</span> Ingressos para VIP, Bangal&ocirc;s, Camarotes e Arquibancada: j&aacute; dispon&iacute;veis pelo site da Q2 Ingressos.</p>\n<p class=\"MsoNormal\">🆓 Entrada no Parque: gratuita todos os dias.</p>\n<p class=\"MsoNormal\">🆓 Arena: acesso gratuito todos os dias.</p>",
            "summary": "A Expogenética MS 2026 entra na reta final de preparação para a terceira edição, que será realizada de 29 de outubro a 8 de novembro, no Parque de Exposições Laucídio Coelho, em Campo Grande. Consolid...",
            "image": "https://cdn1.pixnewsms.com.br/Folder/2026/09/02e3a655-44e0-4daa-9fd1-47baf9a137fd/conversions/image-117de-117de-large.webp",
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            "authors": [
                {
                    "name": "João Buchara"
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                "Rural"
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            "title": "Brasil pode ficar fora do mercado europeu de carne até o fim de 2026, avalia consultor",
            "url": "https://www.pixnewsms.com.br/rural/2026/09/04/brasil-pode-ficar-fora-do-mercado-europeu-de-carne-ate-o-fim-de-2026-avalia-consultor.html",
            "content_html": "<p dir=\"ltr\">O Brasil pode permanecer fora do mercado de carne da Uni&atilde;o Europeia at&eacute; o fim de 2026, segundo avalia&ccedil;&atilde;o do consultor de mercado Felipe Fabbri, da Scot Consultoria. A suspens&atilde;o das exporta&ccedil;&otilde;es brasileiras para o bloco entrou em vigor nesta quinta-feira (3) e est&aacute; relacionada &agrave;s exig&ecirc;ncias europeias sobre o uso de antimicrobianos como promotores de crescimento na produ&ccedil;&atilde;o animal.</p>\n<p dir=\"ltr\">A an&aacute;lise foi apresentada por Fabbri em uma nova edi&ccedil;&atilde;o do quadro Conversa com o Analista, parceria do Terraviva DBO na TV com a Scot Consultoria.</p>\n<p dir=\"ltr\">Segundo o consultor, o Brasil possui alternativas para atender &agrave;s exig&ecirc;ncias da Uni&atilde;o Europeia, algumas delas j&aacute; utilizadas em propriedades rurais, principalmente em sistemas de confinamento. Entre as op&ccedil;&otilde;es est&atilde;o outros compostos e ingredientes que podem ser incorporados &agrave;s formula&ccedil;&otilde;es das dietas dos animais.</p>\n<p dir=\"ltr\">Apesar disso, o pa&iacute;s n&atilde;o conseguiu cumprir as exig&ecirc;ncias estabelecidas pelo bloco dentro do prazo determinado, o que levou &agrave; suspens&atilde;o dos embarques de carne para o mercado europeu.</p>\n<p dir=\"ltr\">O impacto da medida tende a atingir principalmente empresas exportadoras e frigor&iacute;ficos que possuem opera&ccedil;&otilde;es direcionadas &agrave; Uni&atilde;o Europeia. Para os produtores rurais, Fabbri avalia que a parcela diretamente dependente desse mercado representa uma fatia relativamente pequena diante do conjunto da pecu&aacute;ria brasileira.</p>\n<p dir=\"ltr\">A retomada das exporta&ccedil;&otilde;es, conforme a avalia&ccedil;&atilde;o do consultor, depender&aacute; de uma combina&ccedil;&atilde;o de fatores. Al&eacute;m da adequa&ccedil;&atilde;o dos sistemas produtivos brasileiros &agrave;s regras europeias, ser&aacute; necess&aacute;rio avan&ccedil;ar nas negocia&ccedil;&otilde;es entre o Brasil e a Uni&atilde;o Europeia.</p>\n<p dir=\"ltr\">&ldquo;Para o ano de 2026, a gente n&atilde;o deve ter uma retomada de exporta&ccedil;&otilde;es ao bloco. Quando isso pode voltar a acontecer vai depender de uma s&eacute;rie de fatores, principalmente diplom&aacute;ticos&rdquo;, afirmou Fabbri.</p>\n<p dir=\"ltr\">O consultor tamb&eacute;m destacou o cen&aacute;rio das rela&ccedil;&otilde;es entre o Mercosul e a Uni&atilde;o Europeia. Segundo ele, as negocia&ccedil;&otilde;es entre os dois blocos dever&atilde;o ser acompanhadas para avaliar as condi&ccedil;&otilde;es de uma eventual retomada dos embarques brasileiros ao mercado europeu em 2027.</p>\n<p dir=\"ltr\">&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>",
            "summary": "O Brasil pode permanecer fora do mercado de carne da União Europeia até o fim de 2026, segundo avaliação do consultor de mercado Felipe Fabbri, da Scot Consultoria. A suspensão das exportações brasile...",
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            "date_published": "2026-09-04T19:41:00+00:00",
            "date_modified": "2026-09-06T14:08:32+00:00",
            "authors": [
                {
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            "title": "União Europeia suspende carnes do Brasil; bloqueio pode afetar US$ 2 bilhões em exportações",
            "url": "https://www.pixnewsms.com.br/rural/2026/09/04/uniao-europeia-suspende-carnes-do-brasil-bloqueio-pode-afetar-us-2-bilhoes-em-exportacoes.html",
            "content_html": "<p>A Uni&atilde;o Europeia (UE) suspendeu, a partir desta quinta-feira (3), a entrada de diversos produtos brasileiros de origem animal nos 27 pa&iacute;ses que integram o bloco. A medida alcan&ccedil;a carnes bovina, de frango e su&iacute;na, al&eacute;m de mel, pescados e ovos, e pode afetar at&eacute; US$ 2 bilh&otilde;es por ano em exporta&ccedil;&otilde;es do Brasil.</p>\n<p>Apesar do impacto econ&ocirc;mico, a restri&ccedil;&atilde;o n&atilde;o foi motivada pela identifica&ccedil;&atilde;o de contamina&ccedil;&atilde;o ou de problemas sanit&aacute;rios espec&iacute;ficos nos produtos brasileiros. O impasse est&aacute; relacionado &agrave;s exig&ecirc;ncias europeias para controle e rastreabilidade do uso de antimicrobianos na produ&ccedil;&atilde;o animal.</p>\n<p>A Uni&atilde;o Europeia possui regras que restringem o uso dessas subst&acirc;ncias na cria&ccedil;&atilde;o de animais destinados &agrave; produ&ccedil;&atilde;o de alimentos. Entre as exig&ecirc;ncias est&aacute; a proibi&ccedil;&atilde;o do emprego de determinados antimicrobianos para estimular o crescimento dos animais e daqueles considerados essenciais para o tratamento de algumas infec&ccedil;&otilde;es em seres humanos.</p>\n<p>Na avalia&ccedil;&atilde;o europeia, os mecanismos brasileiros ainda n&atilde;o oferecem garantias suficientes para demonstrar o cumprimento integral dessas normas.</p>\n<p>O governo brasileiro contesta esse entendimento e argumenta que a legisla&ccedil;&atilde;o nacional j&aacute; estabelece restri&ccedil;&otilde;es ao uso de antimicrobianos como promotores de crescimento, seguindo refer&ecirc;ncias internacionais.</p>\n<p><strong>Carne brasileira n&atilde;o foi considerada impr&oacute;pria para consumo</strong></p>\n<p>Um dos principais pontos da decis&atilde;o &eacute; que o bloqueio n&atilde;o decorre da descoberta de carne contaminada ou impr&oacute;pria para consumo.</p>\n<p>A discuss&atilde;o &eacute; regulat&oacute;ria e envolve a capacidade de comprovar, por meio de controles e rastreamento, quais subst&acirc;ncias foram utilizadas durante a cria&ccedil;&atilde;o dos animais.</p>\n<p>A suspens&atilde;o tamb&eacute;m n&atilde;o impede o Brasil de continuar exportando esses produtos para outros pa&iacute;ses onde mant&eacute;m habilita&ccedil;&atilde;o sanit&aacute;ria e comercial.</p>\n<p><strong>Impacto pode chegar a US$ 2 bilh&otilde;es</strong></p>\n<p>O impacto potencial da restri&ccedil;&atilde;o &eacute; estimado em at&eacute; US$ 2 bilh&otilde;es por ano, considerando todos os produtos atingidos.</p>\n<p>A carne bovina representa uma parcela importante desse com&eacute;rcio. Em 2025, as exporta&ccedil;&otilde;es brasileiras do produto para a Uni&atilde;o Europeia movimentaram aproximadamente US$ 1,7 bilh&atilde;o.</p>\n<p>Embora a UE n&atilde;o seja respons&aacute;vel pela maior parte das compras de carne bovina brasileira, o mercado &eacute; considerado estrat&eacute;gico por importar cortes de maior valor agregado.</p>\n<p>A substitui&ccedil;&atilde;o dos compradores europeus tamb&eacute;m n&atilde;o &eacute; necessariamente simples, j&aacute; que diferentes pa&iacute;ses demandam tipos e cortes espec&iacute;ficos de carne.</p>\n<p><strong>Brasil cria protocolo de rastreabilidade</strong></p>\n<p>Desde que as novas exig&ecirc;ncias entraram no radar do setor, governo e empresas brasileiras v&ecirc;m adotando medidas para tentar manter o acesso ao mercado europeu.</p>\n<p>Entre as provid&ecirc;ncias est&atilde;o novas regras para determinados antimicrobianos, amplia&ccedil;&atilde;o dos controles e desenvolvimento de um protocolo de rastreabilidade.</p>\n<p>No caso dos bovinos, o sistema prev&ecirc; o acompanhamento do animal desde o nascimento at&eacute; o abate, permitindo comprovar o hist&oacute;rico da cria&ccedil;&atilde;o e o eventual uso de medicamentos.</p>\n<p>Segundo a Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira das Ind&uacute;strias Exportadoras de Carnes (Abiec), empresas associadas habilitadas a exportar para a Uni&atilde;o Europeia j&aacute; aderiram ao protocolo privado desenvolvido pelo setor.</p>\n<p><strong>Frango e mel passam por auditoria</strong></p>\n<p>T&eacute;cnicos europeus realizam nesta semana uma auditoria no Brasil envolvendo as cadeias produtivas de frango e mel. A inspe&ccedil;&atilde;o deve ser conclu&iacute;da nesta sexta-feira (4).</p>\n<p>Depois da auditoria, os resultados ainda ser&atilde;o analisados pelas autoridades da Uni&atilde;o Europeia, processo que pode levar cerca de dois meses.</p>\n<p>Caso o bloco considere suficientes as garantias apresentadas pelo Brasil, as exporta&ccedil;&otilde;es poder&atilde;o ser retomadas.</p>\n<p>O setor de frango tem uma vantagem nesse processo: o ciclo de produ&ccedil;&atilde;o &eacute; relativamente curto, de aproximadamente 45 dias entre o nascimento e o abate. Por isso, h&aacute; expectativa de que uma eventual adequa&ccedil;&atilde;o possa ocorrer mais rapidamente.</p>\n<p>O Brasil exporta carne de frango para cerca de 150 pa&iacute;ses, o que tamb&eacute;m permite buscar outros destinos para parte da produ&ccedil;&atilde;o que seria enviada &agrave; Europa.</p>\n<p>Carne bovina pode levar mais tempo</p>\n<p>A situa&ccedil;&atilde;o &eacute; mais complexa para a pecu&aacute;ria bovina.</p>\n<p>Como o protocolo europeu exige rastreabilidade ao longo da vida do animal, um bovino que passe a ser criado hoje dentro das novas regras poder&aacute; levar entre 24 e 36 meses para chegar ao abate.</p>\n<p>Dessa forma, mesmo que o impasse regulat&oacute;rio seja resolvido, a adapta&ccedil;&atilde;o integral da cadeia &agrave;s novas exig&ecirc;ncias pode demandar um per&iacute;odo maior.</p>\n<p><strong>Consumidor brasileiro pode sentir algum efeito?</strong></p>\n<p>A suspens&atilde;o &eacute; direcionada &agrave;s exporta&ccedil;&otilde;es para a Uni&atilde;o Europeia e n&atilde;o interfere diretamente na produ&ccedil;&atilde;o ou comercializa&ccedil;&atilde;o desses alimentos dentro do Brasil.</p>\n<p>Caso parte da produ&ccedil;&atilde;o que seria enviada ao mercado europeu seja redirecionada para o consumo interno, poder&aacute; ocorrer aumento da oferta de determinados produtos.</p>\n<p>Isso, por&eacute;m, n&atilde;o significa automaticamente redu&ccedil;&atilde;o dos pre&ccedil;os. O impacto depender&aacute; do volume redirecionado, da demanda brasileira, dos custos de produ&ccedil;&atilde;o e da capacidade de encontrar compradores em outros mercados.</p>\n<p><strong>O que acontece agora?</strong></p>\n<p>Os pr&oacute;ximos passos dependem principalmente da conclus&atilde;o das auditorias europeias, da an&aacute;lise das medidas adotadas pelo Brasil e da comprova&ccedil;&atilde;o de que os sistemas de controle e rastreabilidade atendem &agrave;s exig&ecirc;ncias da Uni&atilde;o Europeia.</p>\n<p>Enquanto n&atilde;o houver uma decis&atilde;o favor&aacute;vel, os setores afetados ter&atilde;o de administrar a produ&ccedil;&atilde;o destinada ao mercado europeu e buscar alternativas em outros pa&iacute;ses.</p>\n<p>A suspens&atilde;o n&atilde;o se estende automaticamente a outros compradores internacionais do Brasil. Argentina, Paraguai e Uruguai, por exemplo, permanecem habilitados para fornecer produtos de origem animal &agrave; Uni&atilde;o Europeia.</p>\n<p><em>Com informa&ccedil;&otilde;es da Ag&ecirc;ncia Brasil.</em></p>",
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            "authors": [
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            "title": "Milho entra na reta final em MS e produtores aceleram preparação para a soja",
            "url": "https://www.pixnewsms.com.br/rural/2026/09/02/milho-entra-na-reta-final-em-ms-e-produtores-aceleram-preparacao-para-a-soja.html",
            "content_html": "<p>O milho segunda safra 2025/2026 entrou na reta final da colheita em Mato Grosso do Sul, enquanto produtores j&aacute; aceleram os preparativos para o plantio da soja 2026/2027. De acordo com o Projeto SIGA-MS, executado pela Aprosoja/MS com recursos do Fundems/Semadesc, 87,2% da &aacute;rea acompanhada estava colhida at&eacute; 28 de agosto.</p>\n<p>Com a conclus&atilde;o da colheita se aproximando, as aten&ccedil;&otilde;es se voltam para a desseca&ccedil;&atilde;o pr&eacute;-plantio e para os trabalhos de corre&ccedil;&atilde;o e aduba&ccedil;&atilde;o das &aacute;reas que ser&atilde;o destinadas &agrave; soja. A umidade residual do solo e as pancadas de chuva isoladas registradas durante a semana t&ecirc;m favorecido a continuidade dessas opera&ccedil;&otilde;es.</p>\n<p>O controle das plantas daninhas &eacute; uma das principais preocupa&ccedil;&otilde;es nesta fase de transi&ccedil;&atilde;o entre as safras. Segundo o analista t&eacute;cnico da Aprosoja/MS, Lucas Santana, a aten&ccedil;&atilde;o &eacute; especialmente necess&aacute;ria para o controle da buva (Conyza spp.), considerada um dos pontos sens&iacute;veis do in&iacute;cio do ciclo da soja.</p>\n<p>&ldquo;O controle antecipado das plantas daninhas, em especial a buva (Conyza spp.), &eacute; considerado um dos pontos mais sens&iacute;veis do in&iacute;cio de safra, j&aacute; que interfere diretamente na efici&ecirc;ncia do plantio e no potencial produtivo da lavoura&rdquo;, afirma Santana.</p>\n<p>Na colheita do milho, a regi&atilde;o Norte de Mato Grosso do Sul apresenta o maior avan&ccedil;o, com 98,8% da &aacute;rea monitorada j&aacute; colhida. Na sequ&ecirc;ncia aparecem as regi&otilde;es Centro, com 86,3%, e Sul, com 85,6%.</p>\n<p>As produtividades registradas at&eacute; o momento variam entre 40 e 192 sacas por hectare, refletindo as condi&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas observadas ao longo do desenvolvimento da cultura. A expectativa &eacute; de que a segunda safra de milho alcance produ&ccedil;&atilde;o de 11,139 milh&otilde;es de toneladas em uma &aacute;rea de 2,206 milh&otilde;es de hectares.</p>\n<p>Ao mesmo tempo em que a colheita avan&ccedil;a, o escoamento da produ&ccedil;&atilde;o exige aten&ccedil;&atilde;o. O boletim da Aprosoja/MS aponta satura&ccedil;&atilde;o em silos de cerealistas e cooperativas em algumas regi&otilde;es do Estado, situa&ccedil;&atilde;o que tem provocado filas para descarga.</p>\n<p>A entidade recomenda que os produtores reforcem o planejamento log&iacute;stico para evitar gargalos no escoamento, principalmente porque a colheita do milho e o preparo das &aacute;reas para a nova safra ocorrem simultaneamente.</p>\n<p>A combina&ccedil;&atilde;o entre o encerramento da colheita e o in&iacute;cio do preparo para a soja marca uma etapa estrat&eacute;gica do calend&aacute;rio agr&iacute;cola de Mato Grosso do Sul. Para os produtores, o manejo antecipado das &aacute;reas e o planejamento do escoamento ser&atilde;o fundamentais para garantir maior efici&ecirc;ncia na transi&ccedil;&atilde;o entre os ciclos.</p>",
            "summary": "O milho segunda safra 2025/2026 entrou na reta final da colheita em Mato Grosso do Sul, enquanto produtores já aceleram os preparativos para o plantio da soja 2026/2027. De acordo com o Projeto SIGA-M...",
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            "date_published": "2026-09-02T15:13:00+00:00",
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            "authors": [
                {
                    "name": "Laura Brasil"
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                "Rural"
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            "title": "Agro movimenta 22,5 mil empregos formais em Campo Grande",
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            "content_html": "<p class=\"PDq2pG_selectionAnchorContainer\" data-start=\"210\" data-end=\"622\">O agroneg&oacute;cio movimenta 22.521 empregos formais em Campo Grande, segundo levantamento do Observat&oacute;rio do Trabalho de Mato Grosso do Sul, da Funtrab. O n&uacute;mero representa 6,94% de todos os v&iacute;nculos formais de trabalho da Capital e mostra que a atividade vai muito al&eacute;m da produ&ccedil;&atilde;o rural, alcan&ccedil;ando f&aacute;bricas, lojas, transportadoras, escrit&oacute;rios e empresas de servi&ccedil;os.</p>\n<p data-start=\"624\" data-end=\"868\">Dos empregos ligados &agrave; cadeia do agro, 16.167, ou 71,8%, est&atilde;o fora da produ&ccedil;&atilde;o prim&aacute;ria, distribu&iacute;dos entre ind&uacute;stria, com&eacute;rcio e servi&ccedil;os. Outros 6.354 v&iacute;nculos, equivalentes a 28,2%, est&atilde;o diretamente relacionados ao setor produtivo.</p>\n<p data-start=\"870\" data-end=\"1211\">Os dados t&ecirc;m como refer&ecirc;ncia 31 de dezembro de 2025, quando Campo Grande contabilizava 324.441 v&iacute;nculos formais de trabalho. Para identificar os empregos relacionados ao agroneg&oacute;cio, o Observat&oacute;rio utilizou um recorte com 249 subclasses da Classifica&ccedil;&atilde;o Nacional de Atividades Econ&ocirc;micas (CNAE).</p>\n<p><span role=\"text\"><strong data-start=\"1217\" data-end=\"1265\">Ind&uacute;stria concentra maior n&uacute;mero de empregos</strong></span></p>\n<p data-start=\"1267\" data-end=\"1438\">A ind&uacute;stria &eacute; o segmento que mais concentra postos de trabalho ligados ao agroneg&oacute;cio na Capital, com 10.226 v&iacute;nculos, o equivalente a 45,4% do total identificado.</p>\n<p data-start=\"1440\" data-end=\"1588\">O com&eacute;rcio aparece na sequ&ecirc;ncia, com 5.834 trabalhadores, enquanto os servi&ccedil;os somam 107 v&iacute;nculos dentro do recorte utilizado pelo levantamento.</p>\n<p data-start=\"1590\" data-end=\"1884\">Entre as ocupa&ccedil;&otilde;es que aparecem entre as que mais contratam est&atilde;o alimentador de linha de produ&ccedil;&atilde;o, trabalhador na produ&ccedil;&atilde;o de mudas e sementes, motorista de caminh&atilde;o, atendente de lojas e mercados, trabalhador agropecu&aacute;rio e assistente administrativo.</p>\n<p><span role=\"text\"><strong data-start=\"1890\" data-end=\"1924\">Qualifica&ccedil;&atilde;o acompanha mercado</strong></span></p>\n<p data-start=\"1926\" data-end=\"2228\">Com a diversifica&ccedil;&atilde;o das atividades, aumenta tamb&eacute;m a demanda por profissionais qualificados. O Senar/MS informa que, somente em 2025, mais de 3,8 mil certificados foram emitidos em Campo Grande por meio de a&ccedil;&otilde;es de forma&ccedil;&atilde;o profissional e promo&ccedil;&atilde;o social. Em 2026, o n&uacute;mero j&aacute; ultrapassou 2,1 mil.</p>\n<p data-start=\"2230\" data-end=\"2476\">A institui&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m j&aacute; formou 210 profissionais em cursos t&eacute;cnicos no munic&iacute;pio, enquanto nove turmas est&atilde;o atualmente em andamento nas &aacute;reas de Agroneg&oacute;cio, Zootecnia, Seguran&ccedil;a do Trabalho e Florestas.</p>",
            "summary": "O agronegócio movimenta 22.521 empregos formais em Campo Grande, segundo levantamento do Observatório do Trabalho de Mato Grosso do Sul, da Funtrab. O número representa 6,94% de todos os vínculos form...",
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            "date_published": "2026-08-26T19:00:00+00:00",
            "date_modified": "2026-08-26T19:12:42+00:00",
            "authors": [
                {
                    "name": "João Buchara"
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                "Rural"
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