O Governo de Mato Grosso do Sul começou a pagar R$ 7 milhões, em 2026, a produtores rurais que mantêm áreas de vegetação nativa excedente no Pantanal. Os recursos fazem parte do Programa de Pagamento por Serviços Ambientais (PSA) Bioma Pantanal, que remunera proprietários pela conservação de áreas que ultrapassam a reserva legal exigida pela legislação.
O programa pode garantir até R$ 100 mil por ano por propriedade, conforme a área preservada e os critérios estabelecidos para o pagamento. A iniciativa busca reconhecer financeiramente produtores que contribuem para a conservação da vegetação nativa no bioma.
Um dos beneficiados nesta primeira etapa é o pecuarista Pedro Manoel Corrêa da Costa, de Aquidauana. Ele recebeu, em julho deste ano, o valor máximo previsto pelo programa.
A proposta do PSA Bioma Pantanal é transformar a conservação ambiental em uma fonte de remuneração para produtores que mantêm vegetação nativa além do mínimo exigido pela legislação.
Com os pagamentos, o Governo de Mato Grosso do Sul busca incentivar a manutenção dessas áreas preservadas e fortalecer ações de conservação do Pantanal, conciliando a atividade rural com a proteção dos recursos naturais.

