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GOLPE

há 13 horas

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Falso advogado promete R$ 39 mil e leva idosa a transferir R$ 3,8 mil via Pix

Criminosos usaram foto de uma advogada no WhatsApp e prometeram liberar cerca de R$ 39 mil mediante pagamento antecipado

Uma idosa de 75 anos perdeu R$ 3,8 mil após ser vítima de um golpe aplicado por criminosos que se passaram por uma advogada pelo WhatsApp, em Campo Grande. O caso foi registrado nesta segunda-feira (7), na Depac Centro (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário), como fraude eletrônica.

Segundo o boletim de ocorrência, os suspeitos utilizaram a foto de perfil da advogada para entrar em contato com pessoas relacionadas a processos judiciais. Nas mensagens, afirmavam que havia valores a serem liberados pela Justiça, mas exigiam pagamentos antecipados sob a justificativa de custas, taxas ou outras despesas processuais.

Vítima acreditou que falava com a advogada

A idosa era vizinha da profissional cuja identidade foi utilizada pelos criminosos. Por isso, ao receber a mensagem, acreditou que realmente estava conversando com a advogada.

Os golpistas disseram que ela teria aproximadamente R$ 39 mil para receber em razão de um processo judicial. Para liberar o suposto dinheiro, porém, exigiram um pagamento antecipado.

Acreditando na informação, a vítima realizou uma transferência de R$ 3.800 via Pix para a conta indicada pelos criminosos. Somente depois descobriu que não havia conversado com a advogada e que a cobrança era falsa.

A profissional também procurou a polícia e informou que não reconhece os números utilizados no contato e que jamais solicitou qualquer transferência à vítima.

Outro cliente quase caiu no golpe

Além da idosa, outro cliente da mesma advogada também foi abordado pelos criminosos.

Nesse caso, os suspeitos afirmaram que havia cerca de R$ 19 mil para serem liberados judicialmente e novamente solicitaram um pagamento via Pix. A pessoa, porém, foi alertada a tempo sobre a fraude e não chegou a transferir o dinheiro.

De acordo com o registro policial, pelo menos dois números de telefone foram utilizados nas abordagens. A investigação deverá verificar se os criminosos tiveram acesso a informações de processos judiciais e dados de clientes para tornar as mensagens mais convincentes.

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