A previsão meteorológica para o verão aponta a ocorrência de chuvas irregulares em Mato Grosso do Sul, com volumes que podem ficar tanto abaixo quanto acima da média histórica, além de temperaturas ligeiramente superiores ao normal para o período. A estação começou no domingo (21) e segue até 20 de março de 2026.
Durante o verão, a maior incidência de radiação solar no Hemisfério Sul contribui para o aumento das temperaturas e da evaporação, favorecendo a formação de chuvas intensas. Os dias tornam-se mais longos que as noites, característica típica desta época do ano.
Outra marca do verão são as mudanças rápidas nas condições do tempo. São comuns pancadas de chuva de curta duração e forte intensidade, conhecidas como chuvas convectivas, que podem evoluir para tempestades com descargas elétricas, rajadas de vento e, em alguns casos, queda de granizo.
Com base em dados históricos dos últimos 30 anos, o volume de chuvas no verão costuma variar entre 400 e 600 milímetros na maior parte do Estado. No extremo nordeste, que inclui municípios como Costa Rica e Chapadão do Sul, os acumulados são maiores, entre 500 e 700 milímetros. Para o verão 2025/2026, a tendência é de precipitações próximas da média, com possíveis oscilações para cima ou para baixo.
Em relação às temperaturas, as médias históricas ficam entre 24°C e 26°C, podendo alcançar de 26°C a 28°C nas regiões Noroeste e Nordeste, enquanto o extremo sul registra valores mais amenos, entre 22°C e 24°C. A previsão indica que, neste verão, as temperaturas devem permanecer levemente acima da média, favorecendo períodos de calor mais intenso, especialmente em dias com pouca nebulosidade e ausência de chuva.
Na primeira quinzena de dezembro, apenas três pontos monitorados registraram chuvas acima da média: Mundo Novo, Sete Quedas e Três Lagoas. Em Campo Grande, Bela Vista e Ponta Porã, os volumes ficaram muito próximos do esperado. Já nos demais pontos acompanhados, as chuvas ficaram abaixo da média histórica, com destaque para Chapadão do Sul, onde foi registrado apenas cerca de 20% do volume esperado para o período.









