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    "title": "Pix News MS - Meio ambiente",
    "description": "Feed de notícias de Meio ambiente do Pix News MS",
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            "title": "Presidente da Famasul e produtores defendem modelo de preservação adotado no Pantanal",
            "url": "https://www.pixnewsms.com.br/meio-ambiente/2026/09/24/presidente-da-famasul-e-produtores-defendem-modelo-de-preservacao-adotado-no-pantanal.html",
            "content_html": "<p>A preserva&ccedil;&atilde;o do Pantanal e o reconhecimento de quem vive e produz no bioma s&atilde;o apontados por representantes do setor rural como avan&ccedil;os das pol&iacute;ticas adotadas em Mato Grosso do Sul. O presidente da Famasul, Marcelo Bertoni, e produtores pantaneiros destacam medidas implementadas durante a gest&atilde;o do governador Eduardo Riedel, entre elas a Lei do Pantanal, o pagamento por servi&ccedil;os ambientais e investimentos em infraestrutura.</p>\n<p>Para Bertoni, a presen&ccedil;a hist&oacute;rica do produtor rural no Pantanal est&aacute; diretamente relacionada &agrave; conserva&ccedil;&atilde;o de grande parte do territ&oacute;rio.</p>\n<blockquote>\n<p>&ldquo;O pantaneiro tem mantido a&iacute; mais de 300 anos de ocupa&ccedil;&atilde;o do Pantanal com 86% do seu bioma preservado&rdquo;, afirmou.</p>\n</blockquote>\n<p>Segundo o presidente da Famasul, Mato Grosso do Sul tamb&eacute;m registrou aumento de &aacute;reas em regenera&ccedil;&atilde;o nos &uacute;ltimos anos, principalmente dentro das propriedades rurais.</p>\n<blockquote>\n<p>&ldquo;Temos o Pantanal, que &eacute; uma refer&ecirc;ncia mundial, o Pantanal &eacute; o ambiente hoje mais preservado do mundo, e ele tem essa caracter&iacute;stica de estar no nosso Estado, 65% aqui dentro do nosso Estado, o resto &eacute; no Mato Grosso. E n&oacute;s temos feito, sim, o dever de casa&rdquo;, declarou.</p>\n</blockquote>\n<p>Bertoni acrescenta que, em um per&iacute;odo de dez anos, mais de 300 mil hectares foram regenerados.</p>\n<blockquote>\n<p>&ldquo;Em vez de estar desmatando, n&oacute;s estamos aumentando as nossas &aacute;reas de preserva&ccedil;&atilde;o, a maioria dentro das propriedades rurais&rdquo;, disse.</p>\n</blockquote>\n<p><strong>Lei do Pantanal e valoriza&ccedil;&atilde;o de quem preserva</strong></p>\n<p>Entre as medidas destacadas pelo setor est&aacute; a Lei Estadual n&ordm; 6.160, conhecida como Lei do Pantanal, sancionada durante a gest&atilde;o Riedel. A legisla&ccedil;&atilde;o estabeleceu regras para conserva&ccedil;&atilde;o, recupera&ccedil;&atilde;o e explora&ccedil;&atilde;o sustent&aacute;vel da &Aacute;rea de Uso Restrito da Plan&iacute;cie Pantaneira, buscando conciliar a prote&ccedil;&atilde;o ambiental com a perman&ecirc;ncia das atividades compat&iacute;veis com o bioma.</p>\n<p>A constru&ccedil;&atilde;o envolveu governo, Minist&eacute;rio do Meio Ambiente, produtores, pesquisadores, universidades e organiza&ccedil;&otilde;es ambientais.</p>\n<p>A Lei do Pantanal ampliou a prote&ccedil;&atilde;o de forma&ccedil;&otilde;es caracter&iacute;sticas da plan&iacute;cie, como salinas, veredas, landis e meandros abandonados. Cap&otilde;es e cordilheiras passaram a ter regras espec&iacute;ficas, enquanto as reservas legais devem priorizar a forma&ccedil;&atilde;o de corredores ecol&oacute;gicos.</p>\n<p>A legisla&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m proibiu a implanta&ccedil;&atilde;o de novos cultivos comerciais de soja, cana-de-a&ccedil;&uacute;car, eucalipto e outras esp&eacute;cies ex&oacute;ticas na &aacute;rea regulada. Ao mesmo tempo, manteve atividades historicamente vinculadas ao Pantanal, como a pecu&aacute;ria extensiva, desde que n&atilde;o provoque degrada&ccedil;&atilde;o, al&eacute;m da agricultura familiar e de cultivos destinados &agrave; alimenta&ccedil;&atilde;o do rebanho.</p>\n<p>Para Bertoni, um dos principais desdobramentos dessa pol&iacute;tica foi a cria&ccedil;&atilde;o de mecanismos para remunerar quem mant&eacute;m &aacute;reas preservadas al&eacute;m das exig&ecirc;ncias estabelecidas.</p>\n<blockquote>\n<p>&ldquo;Tem o PSA Pantanal, que foi exclusivamente constru&iacute;do no governo Riedel, junto com v&aacute;rias entidades, v&aacute;rias ONGs de preserva&ccedil;&atilde;o ambiental, onde se entendeu que o produtor poderia receber pela preserva&ccedil;&atilde;o a mais do que a lei nos pede&rdquo;, explicou.</p>\n</blockquote>\n<p>Segundo o presidente da Famasul, mais de R$ 5 milh&otilde;es j&aacute; foram pagos aos produtores.</p>\n<p>&ldquo;Esse produtor que tem mais preserva&ccedil;&atilde;o recebe um percentual por essa preserva&ccedil;&atilde;o e tem dado muito certo&rdquo;, afirmou.</p>\n<blockquote>\n<p>&ldquo;Foi essa comunidade pantaneira que o fez&rdquo;</p>\n</blockquote>\n<p>Pantaneiro de quarta gera&ccedil;&atilde;o, o produtor rural Leonardo Leite tamb&eacute;m atribui &agrave;s fam&iacute;lias que vivem e produzem na regi&atilde;o um papel central na conserva&ccedil;&atilde;o do bioma.</p>\n<blockquote>\n<p>&ldquo;Eu sou pantaneiro, sou do agroneg&oacute;cio, sou pantaneiro da quarta gera&ccedil;&atilde;o, e a gente cria, recria, engorda e tem uma ind&uacute;stria de carne&rdquo;, contou.</p>\n</blockquote>\n<p>Leonardo afirma que a maior parte do Pantanal est&aacute; dentro de propriedades particulares e relaciona o atual n&iacute;vel de conserva&ccedil;&atilde;o &agrave; atua&ccedil;&atilde;o hist&oacute;rica dessa popula&ccedil;&atilde;o.</p>\n<blockquote>\n<p>&ldquo;Acho importante dizer que o Pantanal, 97% do Pantanal, s&atilde;o propriedades privadas. E, se ele est&aacute; preservado, foi essa comunidade pantaneira que o fez&rdquo;, afirmou.</p>\n</blockquote>\n<p>Para o produtor, a atua&ccedil;&atilde;o do Estado nos &uacute;ltimos anos passou a considerar tamb&eacute;m as necessidades de quem mora em regi&otilde;es de dif&iacute;cil acesso.</p>\n<blockquote>\n<p>&ldquo;O Estado tem tido um olhar muito especial para o Pantanal. Primeiro, com as estradas, que vieram solucionar problemas ser&iacute;ssimos relacionados &agrave; quest&atilde;o social. Com as estradas, agora a gente vai poder levar escolas e postos avan&ccedil;ados de sa&uacute;de&rdquo;, disse.</p>\n</blockquote>\n<p><strong>Reconhecimento al&eacute;m do dinheiro</strong></p>\n<p>Leonardo tamb&eacute;m destaca o pagamento por servi&ccedil;os ambientais como uma mudan&ccedil;a na forma como o produtor pantaneiro passou a ser reconhecido pelas pol&iacute;ticas p&uacute;blicas.</p>\n<blockquote>\n<p>&ldquo;Ele veio com uma pol&iacute;tica p&uacute;blica dizendo: &lsquo;Olha, eu vou pagar, eu vou reconhecer que voc&ecirc;s s&atilde;o os preservadores do Pantanal e que, portanto, merecem um valor em dinheiro por essa preserva&ccedil;&atilde;o&rsquo;&rdquo;, relatou.</p>\n</blockquote>\n<p>Segundo o produtor, a iniciativa surpreendeu as fam&iacute;lias da regi&atilde;o justamente pelo reconhecimento do trabalho desenvolvido durante gera&ccedil;&otilde;es.</p>\n<blockquote>\n<p>&ldquo;N&oacute;s ficamos at&eacute; assustados, porque foi a primeira vez que algu&eacute;m disse que reconhecia que n&oacute;s, pantaneiros, somos preservadores e que estavam dispostos a pagar por essa preserva&ccedil;&atilde;o&rdquo;, afirmou.</p>\n</blockquote>\n<p>Para Leonardo, o significado da medida ultrapassa o benef&iacute;cio financeiro.</p>\n<blockquote>\n<p>&ldquo;&Eacute; uma pol&iacute;tica p&uacute;blica acertada e &eacute; um reconhecimento muito maior do que a quest&atilde;o monet&aacute;ria.&rdquo;</p>\n</blockquote>\n<p><strong>Fundo Clima e Pacto Pantanal</strong></p>\n<p>A Lei do Pantanal tamb&eacute;m deu origem ao Fundo Estadual de Desenvolvimento Sustent&aacute;vel do Bioma Pantanal, o Fundo Clima Pantanal. Regulamentado em 2025, o instrumento permite financiar mecanismos como o pagamento por servi&ccedil;os ambientais, destinado a remunerar produtores, comunidades e outros participantes por a&ccedil;&otilde;es de conserva&ccedil;&atilde;o, recupera&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas e preven&ccedil;&atilde;o de inc&ecirc;ndios.</p>\n<p>A previs&atilde;o &eacute; de aporte estadual de R$ 40 milh&otilde;es anuais entre 2025 e 2030.</p>\n<p>A pol&iacute;tica foi ampliada com o Pacto Pantanal, lan&ccedil;ado em mar&ccedil;o de 2025, que re&uacute;ne mais de R$ 1,429 bilh&atilde;o em investimentos p&uacute;blicos e privados previstos at&eacute; 2030.</p>\n<p>A carteira de a&ccedil;&otilde;es inclui conserva&ccedil;&atilde;o ambiental, recupera&ccedil;&atilde;o de bacias hidrogr&aacute;ficas, preven&ccedil;&atilde;o aos inc&ecirc;ndios e produ&ccedil;&atilde;o adaptada &agrave;s mudan&ccedil;as clim&aacute;ticas. Tamb&eacute;m prev&ecirc; amplia&ccedil;&atilde;o do acesso &agrave; &aacute;gua tratada, melhorias em estradas e pistas, estruturas permanentes do Corpo de Bombeiros, escolas rurais e fortalecimento de cadeias produtivas.</p>\n<p>Ao lan&ccedil;ar o programa, Riedel destacou que as a&ccedil;&otilde;es n&atilde;o est&atilde;o restritas &agrave; preserva&ccedil;&atilde;o ambiental, mas tamb&eacute;m buscam melhorar as condi&ccedil;&otilde;es de vida de quem vive no bioma.</p>\n<p>&ldquo;O Pacto Pantanal &eacute; um conjunto de a&ccedil;&otilde;es que contemplam diversas &aacute;reas, mas com foco na preserva&ccedil;&atilde;o e para beneficiar a popula&ccedil;&atilde;o local&rdquo;, afirmou Riedel.</p>\n<p>A proposta &eacute; fazer com que a prote&ccedil;&atilde;o ambiental n&atilde;o se limite &agrave;s regras de conserva&ccedil;&atilde;o, mas chegue ao territ&oacute;rio por meio de infraestrutura, preven&ccedil;&atilde;o aos inc&ecirc;ndios e servi&ccedil;os p&uacute;blicos.</p>\n<p><strong>Produ&ccedil;&atilde;o e conserva&ccedil;&atilde;o</strong></p>\n<p>Outro produtor pantaneiro de quarta gera&ccedil;&atilde;o, o agr&ocirc;nomo e pecuarista Gilson de Barros resume a rela&ccedil;&atilde;o com o bioma a partir da necessidade de adapta&ccedil;&atilde;o aos ciclos naturais.</p>\n<p>&ldquo;Se vier seca, a gente trabalha. Se vier cheia, a gente trabalha.&rdquo;</p>\n<p>Nascido em Corumb&aacute; e respons&aacute;vel pela pr&oacute;pria propriedade desde 2001, Gilson afirma que produzir no Pantanal significa compreender a din&acirc;mica da regi&atilde;o em vez de tentar impedir seus ciclos.</p>\n<blockquote>\n<p>&ldquo;O pantaneiro n&atilde;o tenta corrigir ou impedir que a natureza se expresse. Ele convive com a express&atilde;o da natureza&rdquo;, explicou.</p>\n</blockquote>\n<p>Na rotina das propriedades, essa adapta&ccedil;&atilde;o envolve desde a movimenta&ccedil;&atilde;o do rebanho durante as cheias at&eacute; o manejo das pastagens e a&ccedil;&otilde;es de preven&ccedil;&atilde;o aos inc&ecirc;ndios.</p>\n<p>Para Gilson, a constru&ccedil;&atilde;o de regras em di&aacute;logo com quem conhece o territ&oacute;rio contribui para que a prote&ccedil;&atilde;o ambiental funcione na pr&aacute;tica.</p>\n<blockquote>\n<p>&ldquo;Quando as leis s&atilde;o conversadas com quem vive no bioma, com quem tem experi&ecirc;ncia do lugar, elas come&ccedil;am a dar certo&rdquo;, afirmou.</p>\n</blockquote>\n<p>O produtor tamb&eacute;m defende que conservar o Pantanal envolve preservar a cultura e criar condi&ccedil;&otilde;es para que as pr&oacute;ximas gera&ccedil;&otilde;es permane&ccedil;am na regi&atilde;o.</p>\n<blockquote>\n<p>&ldquo;Eu me preocupo muito com a preserva&ccedil;&atilde;o da cultura pantaneira, do jeito de ser do pantaneiro, da sua rela&ccedil;&atilde;o com o Pantanal. Preservar essa cultura tamb&eacute;m passa por manter o modo de produ&ccedil;&atilde;o e garantir que as fazendas continuem sustent&aacute;veis&rdquo;, disse.</p>\n</blockquote>\n<p>Para ele, essa rela&ccedil;&atilde;o &eacute; tamb&eacute;m uma heran&ccedil;a familiar.</p>\n<blockquote>\n<p>&ldquo;Nossa cultura &eacute; o Pantanal. Estamos l&aacute; porque gostamos, porque faz parte da nossa hist&oacute;ria e da nossa vida.&rdquo;</p>\n</blockquote>\n<p>Na avalia&ccedil;&atilde;o dos produtores ouvidos, as pol&iacute;ticas adotadas nos &uacute;ltimos anos passaram a aproximar conserva&ccedil;&atilde;o ambiental, produ&ccedil;&atilde;o e qualidade de vida. Para Bertoni, o hist&oacute;rico de preserva&ccedil;&atilde;o demonstra que o produtor precisa fazer parte dessa estrat&eacute;gia.</p>\n<blockquote>\n<p>&ldquo;Temos feito, sim, o dever de casa&rdquo;, concluiu o presidente da Famasul.</p>\n</blockquote>",
            "summary": "A preservação do Pantanal e o reconhecimento de quem vive e produz no bioma são apontados por representantes do setor rural como avanços das políticas adotadas em Mato Grosso do Sul. O presidente da F...",
            "image": "https://cdn1.pixnewsms.com.br/Folder/2026/09/dd70bde5-9a7b-4c13-9323-15ff49e0c9f0/conversions/whatsapp-image-2026-09-23-at-094932-1-large.webp",
            "date_published": "2026-09-24T13:30:00+00:00",
            "date_modified": "2026-09-24T13:26:42+00:00",
            "authors": [
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            "tags": [
                "Meio ambiente"
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        {
            "id": "https://www.pixnewsms.com.br/01a0ca53-5b63-7231-a0c0-7a313f95fed7",
            "title": "Primavera deve ter calor, seca e tempestades severas sob influência do El Niño",
            "url": "https://www.pixnewsms.com.br/meio-ambiente/2026/09/22/primavera-deve-ter-calor-seca-e-tempestades-severas-sob-influencia-do-el-nino.html",
            "content_html": "<p class=\"isSelectedEnd\">A primavera de 2026 come&ccedil;a nesta ter&ccedil;a-feira (22), &agrave;s 21h05, com previs&atilde;o de calor acima da m&eacute;dia, per&iacute;odos de seca e forma&ccedil;&atilde;o de tempestades severas em diferentes regi&otilde;es do Brasil. O cen&aacute;rio est&aacute; relacionado &agrave; influ&ecirc;ncia do fen&ocirc;meno El Ni&ntilde;o, que deve alterar a distribui&ccedil;&atilde;o das chuvas durante os pr&oacute;ximos tr&ecirc;s meses.</p>\n<p class=\"isSelectedEnd\">De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), as temperaturas devem permanecer elevadas e podem superar a m&eacute;dia do per&iacute;odo em praticamente todo o pa&iacute;s. Proje&ccedil;&otilde;es do Centro de Previs&atilde;o Clim&aacute;tica da NOAA indicam mais de 90% de probabilidade de o El Ni&ntilde;o atingir a categoria de muito forte nesta primavera.</p>\n<p class=\"isSelectedEnd\">O fen&ocirc;meno deve provocar um cen&aacute;rio diferente entre as regi&otilde;es. Norte, Nordeste e parte do Centro-Oeste podem enfrentar chuvas mais irregulares e per&iacute;odos de d&eacute;ficit h&iacute;drico. J&aacute; o Sul e &aacute;reas do Sudeste e Centro-Oeste t&ecirc;m previs&atilde;o de volumes de chuva acima da m&eacute;dia e maior possibilidade de temporais.</p>\n<p class=\"isSelectedEnd\">No Mato Grosso do Sul, a previs&atilde;o merece aten&ccedil;&atilde;o. O Inmet aponta possibilidade de maiores volumes de chuva no estado, enquanto sistemas de tempestades podem provocar epis&oacute;dios de chuva intensa, ventos fortes e outras condi&ccedil;&otilde;es adversas.</p>\n<p class=\"isSelectedEnd\">Na Regi&atilde;o Sul, tamb&eacute;m h&aacute; previs&atilde;o de forma&ccedil;&atilde;o de Complexos Convectivos de Mesoescala, sistemas formados por grandes aglomerados de tempestades. Essas forma&ccedil;&otilde;es podem contribuir para epis&oacute;dios de chuva intensa e temporais ao longo da esta&ccedil;&atilde;o.</p>\n<p>O cen&aacute;rio clim&aacute;tico deve permanecer marcado pelo contraste entre calor intenso, per&iacute;odos de estiagem e epis&oacute;dios de chuva forte at&eacute; o fim da primavera. A esta&ccedil;&atilde;o termina em dezembro, quando come&ccedil;a o ver&atilde;o no Hemisf&eacute;rio Sul.</p>",
            "summary": "A primavera de 2026 começa nesta terça-feira (22), às 21h05, com previsão de calor acima da média, períodos de seca e formação de tempestades severas em diferentes regiões do Brasil. O cenário está re...",
            "image": "https://cdn1.pixnewsms.com.br/Folder/2026/09/bfa79cb7-b423-4456-b32f-b1adc0ea7af4/conversions/rbr5563ta-27-1-large.webp",
            "date_published": "2026-09-22T18:30:00+00:00",
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            "authors": [
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                "Meio ambiente"
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            "title": "Centro-Oeste tem alerta laranja para baixa umidade nesta segunda-feira",
            "url": "https://www.pixnewsms.com.br/meio-ambiente/2026/08/10/centro-oeste-tem-alerta-laranja-para-baixa-umidade-nesta-segunda-feira.html",
            "content_html": "<p>A Regi&atilde;o Centro-Oeste come&ccedil;ou esta segunda-feira (10) sob alerta laranja de perigo para baixa umidade do ar. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), os &iacute;ndices podem variar entre 20% e 12% em uma extensa &aacute;rea da regi&atilde;o.</p>\n<p>O aviso abrange o sudeste de Mato Grosso, grande parte de Goi&aacute;s, o Distrito Federal, o sul do Tocantins, o noroeste de Minas Gerais e &aacute;reas do Vale do S&atilde;o Francisco, na Bahia.</p>\n<p>As temperaturas tamb&eacute;m devem permanecer elevadas. A previs&atilde;o indica m&iacute;nima de 15&deg;C em Bras&iacute;lia e m&aacute;xima de 38&deg;C em Cuiab&aacute;.</p>\n<p>Diante dos baixos &iacute;ndices de umidade, o Inmet recomenda aumentar a ingest&atilde;o de l&iacute;quidos, evitar exerc&iacute;cios f&iacute;sicos e exposi&ccedil;&atilde;o prolongada ao sol nos hor&aacute;rios mais quentes, al&eacute;m de utilizar hidratante para a pele e manter os ambientes umidificados.</p>\n<p>Em situa&ccedil;&otilde;es de emerg&ecirc;ncia, a orienta&ccedil;&atilde;o &eacute; acionar a Defesa Civil pelo telefone 199 ou o Corpo de Bombeiros pelo 193.</p>\n<p><strong>Alerta de chuva e granizo</strong></p>\n<p>No sudeste de Mato Grosso do Sul, leste de S&atilde;o Paulo e em grande parte do Paran&aacute;, o Inmet emitiu alerta amarelo para chuva intensa e possibilidade de granizo.</p>\n<p>Nessas &aacute;reas, os ventos podem chegar a 60 km/h. Apesar disso, o instituto aponta baixo risco de interrup&ccedil;&atilde;o no fornecimento de energia, danos em planta&ccedil;&otilde;es, queda de galhos e alagamentos.</p>\n<p>Durante rajadas de vento, a recomenda&ccedil;&atilde;o &eacute; n&atilde;o permanecer sob &aacute;rvores, devido ao risco de queda e descargas el&eacute;tricas. Tamb&eacute;m &eacute; indicado evitar estacionar ve&iacute;culos pr&oacute;ximos a torres de transmiss&atilde;o e placas de propaganda.</p>\n<p>O Inmet orienta ainda que aparelhos eletr&ocirc;nicos n&atilde;o sejam utilizados enquanto estiverem conectados &agrave; tomada durante tempestades.</p>\n<p><strong>Previs&atilde;o para as demais regi&otilde;es</strong></p>\n<p>No Sudeste, S&atilde;o Paulo deve ter temperaturas amenas, com m&iacute;nima de 14&deg;C. J&aacute; no centro-norte da regi&atilde;o, o calor aumenta, com m&aacute;xima prevista de 34&deg;C em Belo Horizonte.</p>\n<p>No Sul, a previs&atilde;o indica muitas nuvens e pancadas de chuva isoladas no Paran&aacute;, Santa Catarina e norte do Rio Grande do Sul. Tamb&eacute;m h&aacute; possibilidade de geada no sul ga&uacute;cho.</p>\n<p>O frio ser&aacute; mais intenso em algumas &aacute;reas. Curitiba pode registrar m&iacute;nima de 3&deg;C e m&aacute;xima de apenas 11&deg;C. Em Porto Alegre, a temperatura n&atilde;o deve superar os 16&deg;C.</p>\n<p>Na Regi&atilde;o Norte, s&atilde;o esperadas muitas nuvens e chuva no Acre e oeste do Amazonas. Tamb&eacute;m existe possibilidade de chuva isolada em Rond&ocirc;nia, leste do Amazonas, Roraima, norte do Par&aacute; e Amap&aacute;.</p>\n<p>As temperaturas permanecem altas no Norte, com m&iacute;nimas de 22&deg;C previstas para Rio Branco e Palmas. A capital tocantinense pode registrar m&aacute;xima de 38&deg;C.</p>\n<p>No Nordeste, a segunda-feira ter&aacute; muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada em &aacute;reas do Maranh&atilde;o, Piau&iacute;, Cear&aacute;, Rio Grande do Norte, Para&iacute;ba, Pernambuco, Alagoas e Sergipe.</p>\n<p>Em Teresina, a temperatura m&iacute;nima prevista &eacute; de 21&deg;C, enquanto a m&aacute;xima pode chegar a 37&deg;C.</p>",
            "summary": "A Região Centro-Oeste começou esta segunda-feira (10) sob alerta laranja de perigo para baixa umidade do ar. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), os índices podem variar entre 20% e 1...",
            "image": "https://cdn1.pixnewsms.com.br/Folder/2026/08/b06b938c-43ef-44e6-a2c7-8c6a6cbbf8ac/conversions/dsshsfjdgyk-large.webp",
            "date_published": "2026-08-10T15:00:00+00:00",
            "date_modified": "2026-08-10T15:33:58+00:00",
            "authors": [
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                "Meio ambiente"
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            "title": "Ciclone bomba coloca Mato Grosso do Sul em alerta para tempestades e queda brusca de temperatura",
            "url": "https://www.pixnewsms.com.br/meio-ambiente/2026/08/06/ciclone-bomba-coloca-mato-grosso-do-sul-em-alerta-para-tempestades-e-queda-brusca-de-temperatura.html",
            "content_html": "<p>Mato Grosso do Sul est&aacute; entre os estados que devem sentir os efeitos da forma&ccedil;&atilde;o de um ciclone bomba no Sul do Brasil. O fen&ocirc;meno, previsto para se intensificar entre quinta-feira (6) e s&aacute;bado (8), deve provocar mudan&ccedil;as significativas no tempo, com risco de tempestades, ventos fortes, queda de granizo e uma acentuada redu&ccedil;&atilde;o nas temperaturas.</p>\n<p>O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) colocou o sul e o oeste de Mato Grosso do Sul em alerta de perigo para a ocorr&ecirc;ncia de chuvas intensas, enquanto outras regi&otilde;es do Estado permanecem sob aviso de perigo potencial.</p>\n<p>Embora o centro do ciclone se forme sobre o oceano, entre o Uruguai e o litoral do Rio Grande do Sul, seus efeitos ser&atilde;o sentidos em boa parte do Centro-Oeste, impulsionando a chegada de uma frente fria que muda o cen&aacute;rio de calor registrado nos &uacute;ltimos dias.</p>\n<p><strong>Defesa Civil orienta popula&ccedil;&atilde;o</strong></p>\n<p>Diante da previs&atilde;o, a Defesa Civil Nacional orienta a popula&ccedil;&atilde;o a acompanhar os avisos meteorol&oacute;gicos e os alertas emitidos pelos &oacute;rg&atilde;os oficiais. O servi&ccedil;o Defesa Civil Alerta envia mensagens diretamente aos celulares em &aacute;reas de risco e tamb&eacute;m &eacute; poss&iacute;vel receber avisos por SMS, enviando o CEP da resid&ecirc;ncia para o n&uacute;mero 40199.</p>\n<p>A recomenda&ccedil;&atilde;o &eacute; evitar &aacute;reas alagadas, n&atilde;o buscar abrigo sob &aacute;rvores durante rajadas de vento, manter dist&acirc;ncia de estruturas met&aacute;licas e redobrar os cuidados em caso de tempestades com descargas el&eacute;tricas.</p>\n<p><strong>Como fica o tempo em MS</strong></p>\n<p>Em Campo Grande, o calor continua at&eacute; s&aacute;bado, com m&aacute;ximas entre 33&deg;C e 35&deg;C. A mudan&ccedil;a deve ocorrer no domingo (9), quando a previs&atilde;o indica pancadas de chuva e queda nas temperaturas, com m&iacute;nima de 20&deg;C e m&aacute;xima de 28&deg;C.</p>\n<p>Em Dourados, as m&aacute;ximas devem chegar a 35&deg;C no s&aacute;bado, mas no domingo os term&ocirc;metros podem variar entre 14&deg;C e 20&deg;C, representando uma queda de at&eacute; 15 graus em apenas 24 horas.</p>\n<p>J&aacute; em Ponta Por&atilde;, a mudan&ccedil;a ser&aacute; ainda mais intensa. Ap&oacute;s m&aacute;xima de 34&deg;C no s&aacute;bado, a cidade poder&aacute; registrar temperaturas entre 13&deg;C e 16&deg;C no domingo, acompanhadas de chuva e possibilidade de temporais.</p>\n<p><strong>O que &eacute; um ciclone bomba?</strong></p>\n<p>Conhecido tecnicamente como ciclog&ecirc;nese explosiva ou bombog&ecirc;nese, o ciclone bomba ocorre quando um sistema de baixa press&atilde;o atmosf&eacute;rica se intensifica muito rapidamente. Para receber essa classifica&ccedil;&atilde;o, a press&atilde;o central do sistema precisa cair pelo menos 24 milibares em 24 horas.</p>\n<p>Segundo o Inmet, o sistema previsto para esta semana deve registrar uma queda de press&atilde;o de aproximadamente 967 hPa para 941 hPa, condi&ccedil;&atilde;o que caracteriza o fen&ocirc;meno.</p>\n<p>Ap&oacute;s a passagem do ciclone e da frente fria, uma massa de ar polar deve avan&ccedil;ar sobre o Sul, Centro-Oeste e parte do Sudeste, provocando temperaturas mais baixas nos pr&oacute;ximos dias.</p>",
            "summary": "Mato Grosso do Sul está entre os estados que devem sentir os efeitos da formação de um ciclone bomba no Sul do Brasil. O fenômeno, previsto para se intensificar entre quinta-feira (6) e sábado (8), de...",
            "image": "https://cdn1.pixnewsms.com.br/Folder/2026/08/08824aca-e383-4f6a-b214-16d41bab70cf/conversions/nuvenssul-large.webp",
            "date_published": "2026-08-06T11:00:00+00:00",
            "date_modified": "2026-08-06T13:34:13+00:00",
            "authors": [
                {
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            "title": "Alerta de mudança no tempo: frente fria provoca chuva em Campo Grande e muda o clima em Mato Grosso do Sul",
            "url": "https://www.pixnewsms.com.br/meio-ambiente/2026/07/30/alerta-de-mudanca-no-tempo-frente-fria-provoca-chuva-em-campo-grande-e-muda-o-clima-em-mato-grosso-do-sul.html",
            "content_html": "<p>Uma frente fria mudou o tempo em Mato Grosso do Sul nesta quinta-feira (30), encerrando a sequ&ecirc;ncia de dias de calor intenso e baixa umidade do ar. Em Campo Grande, o c&eacute;u ficou encoberto desde as primeiras horas do dia e h&aacute; previs&atilde;o de pancadas de chuva, que podem ser acompanhadas de raios e rajadas de vento.</p>\n<p>Na Capital, os term&ocirc;metros devem variar entre 18&deg;C e 28&deg;C, proporcionando um al&iacute;vio tempor&aacute;rio nas temperaturas elevadas registradas ao longo da semana.</p>\n<p>Al&eacute;m de Campo Grande, a instabilidade deve atingir diversas regi&otilde;es do Estado, principalmente o sul, sudoeste, oeste e parte da regi&atilde;o central. Em alguns munic&iacute;pios, h&aacute; possibilidade de chuva moderada a forte em curtos per&iacute;odos.</p>\n<p>Segundo os meteorologistas, a mudan&ccedil;a ocorre devido ao avan&ccedil;o de uma frente fria combinada com &aacute;reas de instabilidade, favorecendo a forma&ccedil;&atilde;o de nuvens carregadas ao longo do dia.</p>\n<h2>Calor retorna rapidamente</h2>\n<p>Apesar da mudan&ccedil;a no tempo, a tr&eacute;gua no calor ser&aacute; curta. A partir de sexta-feira (31), o sistema perde for&ccedil;a e o sol volta a predominar em praticamente todo Mato Grosso do Sul.</p>\n<p>As temperaturas voltam a subir gradativamente durante o fim de semana, com m&aacute;ximas que podem ultrapassar os 35&deg;C, principalmente nas regi&otilde;es norte e pantaneira.</p>\n<h2>Previs&atilde;o para os pr&oacute;ximos dias em Mato Grosso do Sul</h2>\n<p><strong>Campo Grande</strong></p>\n<ul>\n<li>\n<p>Quinta-feira: m&iacute;nima de 18&deg;C e m&aacute;xima de 28&deg;C, com chuva e trovoadas.</p>\n</li>\n<li>\n<p>Sexta-feira: entre 19&deg;C e 31&deg;C, com predom&iacute;nio de sol.</p>\n</li>\n<li>\n<p>S&aacute;bado: m&iacute;nima de 20&deg;C e m&aacute;xima de 32&deg;C.</p>\n</li>\n<li>\n<p>Domingo: tempo firme e m&aacute;xima de 32&deg;C.</p>\n</li>\n</ul>\n<p><strong>Dourados e regi&atilde;o sul</strong><br>A quinta-feira ser&aacute; de c&eacute;u nublado e possibilidade de chuva isolada. A partir de sexta, o tempo volta a ficar firme, com temperaturas entre 16&deg;C e 31&deg;C.</p>\n<p><strong>Corumb&aacute; e Pantanal</strong><br>A chuva deve ocorrer de forma r&aacute;pida nesta quinta-feira. No fim de semana, o calor ganha for&ccedil;a novamente, com m&aacute;ximas entre 35&deg;C e 37&deg;C.</p>\n<p><strong>Tr&ecirc;s Lagoas e Bols&atilde;o</strong><br>H&aacute; previs&atilde;o de chuva nesta quinta-feira. Nos pr&oacute;ximos dias, o tempo fica seco e as temperaturas voltam a subir, podendo chegar aos 34&deg;C.</p>\n<p><strong>Coxim e norte do Estado</strong><br>O sol predomina a partir de sexta-feira, com calor intenso e m&aacute;ximas entre 34&deg;C e 36&deg;C durante o fim de semana.</p>\n<h2>Umidade do ar volta a preocupar</h2>\n<p>Com o retorno do tempo seco, a umidade relativa do ar deve cair novamente, principalmente durante as tardes. A recomenda&ccedil;&atilde;o &eacute; manter a hidrata&ccedil;&atilde;o, evitar atividades f&iacute;sicas nos hor&aacute;rios mais quentes e redobrar os cuidados para prevenir queimadas.</p>\n<p>A tend&ecirc;ncia para a pr&oacute;xima semana &eacute; de predom&iacute;nio de sol, poucas chances de chuva e temperaturas elevadas em praticamente todas as regi&otilde;es de Mato Grosso do Sul.</p>",
            "summary": "Uma frente fria mudou o tempo em Mato Grosso do Sul nesta quinta-feira (30), encerrando a sequência de dias de calor intenso e baixa umidade do ar. Em Campo Grande, o céu ficou encoberto desde as prim...",
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            "date_published": "2026-07-30T11:30:00+00:00",
            "date_modified": "2026-07-30T15:23:16+00:00",
            "authors": [
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            "title": "Alerta vermelho: temporais avançam pelo Sul e frente fria coloca Mato Grosso do Sul em atenção para tempestades",
            "url": "https://www.pixnewsms.com.br/meio-ambiente/2026/07/28/alerta-vermelho-temporais-avancam-pelo-sul-e-frente-fria-coloca-mato-grosso-do-sul-em-atencao-para-tempestades.html",
            "content_html": "<p>O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta vermelho de grande perigo para o Rio Grande do Sul devido ao elevado risco de chuvas intensas, com acumulados que podem superar 100 mil&iacute;metros em apenas 24 horas, al&eacute;m de rajadas de vento, granizo, alagamentos e novos transbordamentos de rios.&nbsp;</p>\n<p>Enquanto isso, o Centro-Oeste segue sob influ&ecirc;ncia de uma massa de ar quente e seco. Em Mato Grosso do Sul, a ter&ccedil;a-feira (28) ser&aacute; marcada por temperaturas elevadas, baixa umidade relativa do ar e predom&iacute;nio de sol em grande parte do Estado.&nbsp;</p>\n<h3>Mato Grosso do Sul ter&aacute; calor antes da virada no tempo</h3>\n<p>A previs&atilde;o indica m&aacute;ximas entre 33&deg;C e 36&deg;C em diversas regi&otilde;es de Mato Grosso do Sul. Em Campo Grande, os term&ocirc;metros devem alcan&ccedil;ar cerca de 34&deg;C, enquanto munic&iacute;pios das regi&otilde;es norte e pantaneira podem registrar temperaturas ainda mais elevadas durante a tarde.&nbsp;</p>\n<p>Al&eacute;m do calor, a umidade relativa do ar pode ficar abaixo dos 30%, exigindo aten&ccedil;&atilde;o com hidrata&ccedil;&atilde;o, exposi&ccedil;&atilde;o ao sol e aumento do risco de queimadas.</p>\n<h3>Frente fria muda o tempo no Estado</h3>\n<p>A partir de quarta-feira (29), a aproxima&ccedil;&atilde;o de uma frente fria come&ccedil;a a mudar o cen&aacute;rio em Mato Grosso do Sul. Segundo o Inmet, as &aacute;reas de instabilidade avan&ccedil;am pelo sul do Estado, aumentando as condi&ccedil;&otilde;es para pancadas de chuva, raios, ventos fortes e tempestades, especialmente nas regi&otilde;es de fronteira com o Paran&aacute; e o Paraguai.&nbsp;</p>\n<p>As cidades com maior possibilidade de temporais incluem:</p>\n<ul>\n<li>\n<p>Dourados;</p>\n</li>\n<li>\n<p>Ponta Por&atilde;;</p>\n</li>\n<li>\n<p>Amambai;</p>\n</li>\n<li>\n<p>Navira&iacute;;</p>\n</li>\n<li>\n<p>Mundo Novo;</p>\n</li>\n<li>\n<p>Iguatemi.</p>\n</li>\n</ul>\n<p>A previs&atilde;o tamb&eacute;m indica que as instabilidades podem avan&ccedil;ar gradualmente para outras regi&otilde;es sul-mato-grossenses ao longo da semana.</p>\n<h3>Situa&ccedil;&atilde;o cr&iacute;tica no Sul do pa&iacute;s</h3>\n<p>O cen&aacute;rio mais preocupante continua sendo o Rio Grande do Sul, onde o solo permanece encharcado ap&oacute;s as chuvas dos &uacute;ltimos dias. A combina&ccedil;&atilde;o entre uma frente fria, &aacute;reas de baixa press&atilde;o e um corredor de umidade mant&eacute;m elevado o risco de novos temporais.</p>\n<p>Os acumulados podem ultrapassar 200 mil&iacute;metros at&eacute; o in&iacute;cio de agosto, com pontos isolados registrando mais de 250 mil&iacute;metros, aumentando a possibilidade de enchentes, deslizamentos, interrup&ccedil;&otilde;es no fornecimento de energia e transtornos &agrave; popula&ccedil;&atilde;o.</p>\n<p>Meteorologistas orientam que moradores das &aacute;reas sob alerta acompanhem os avisos oficiais e evitem deslocamentos durante tempestades, especialmente em regi&otilde;es sujeitas a alagamentos e enxurradas.</p>",
            "summary": "O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta vermelho de grande perigo para o Rio Grande do Sul devido ao elevado risco de chuvas intensas, com acumulados que podem superar 100 milímetro...",
            "image": "https://cdn1.pixnewsms.com.br/Folder/2026/07/a1ef9faa-2ce9-40f4-8249-fa5df0c9be77/conversions/chatgpt-image-28-de-jul-de-2026-09-22-58-large.webp",
            "date_published": "2026-07-28T14:30:57+00:00",
            "date_modified": "2026-07-28T13:23:30+00:00",
            "authors": [
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            "title": "Defesa Civil alerta para vendavais de até 100 km/h em Mato Grosso do Sul",
            "url": "https://www.pixnewsms.com.br/meio-ambiente/2026/07/16/defesa-civil-alerta-para-vendavais-de-ate-100-kmh-em-mato-grosso-do-sul.html",
            "content_html": "<p>A Defesa Civil de Mato Grosso do Sul emitiu um alerta para a ocorr&ecirc;ncia de vendavais com rajadas entre 60 km/h e 100 km/h em grande parte do Estado entre a noite desta quinta-feira (16) e o domingo (19). O aviso foi baseado em alerta laranja, de perigo, emitido pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).</p>\n<p>Segundo o Inmet, os ventos come&ccedil;am a ganhar for&ccedil;a a partir desta sexta-feira (17), impulsionados pelo chamado Jato de Baixos N&iacute;veis, corrente de ar quente e &uacute;mido que se desloca da regi&atilde;o amaz&ocirc;nica em dire&ccedil;&atilde;o ao Sul do Brasil. O fen&ocirc;meno pode provocar rajadas intensas, principalmente durante as tardes.</p>\n<p>O alerta abrange Campo Grande e diversas cidades do Estado. H&aacute; risco de queda de &aacute;rvores, destelhamentos, danos em edifica&ccedil;&otilde;es, interrup&ccedil;&atilde;o no fornecimento de energia el&eacute;trica e preju&iacute;zos em planta&ccedil;&otilde;es, especialmente nas regi&otilde;es sul, sudoeste, pantaneira e centro-sul de Mato Grosso do Sul.</p>\n<p>Apesar da ventania, a previs&atilde;o indica tempo firme, com predom&iacute;nio de sol, temperaturas elevadas para o per&iacute;odo e umidade relativa do ar abaixo de 30% em grande parte do Estado. A combina&ccedil;&atilde;o de calor, ar seco e ventos fortes aumenta o risco de propaga&ccedil;&atilde;o de inc&ecirc;ndios e exige aten&ccedil;&atilde;o da popula&ccedil;&atilde;o.</p>\n<p>A Defesa Civil orienta que, durante as rajadas de vento, a popula&ccedil;&atilde;o evite se abrigar sob &aacute;rvores, n&atilde;o estacione ve&iacute;culos pr&oacute;ximos a placas de propaganda ou torres de transmiss&atilde;o e recolha objetos que possam ser lan&ccedil;ados pelo vento. Em caso de emerg&ecirc;ncia, os moradores devem acionar a Defesa Civil pelo telefone 199 ou o Corpo de Bombeiros pelo 193.</p>\n<p class=\"PDq2pG_selectionAnchorContainer\" data-start=\"0\" data-end=\"45\"><strong data-start=\"0\" data-end=\"45\">Previs&atilde;o do tempo para Mato Grosso do Sul</strong></p>\n<ul data-start=\"47\" data-end=\"784\" data-is-last-node=\"\" data-is-only-node=\"\">\n<li data-section-id=\"3j3bzc\" data-start=\"47\" data-end=\"106\">C&eacute;u com sol entre poucas nuvens na maior parte do Estado.</li>\n<li data-section-id=\"kxbxir\" data-start=\"107\" data-end=\"158\">Tempo seco e sem previs&atilde;o de chuva significativa.</li>\n<li data-section-id=\"191p4v3\" data-start=\"159\" data-end=\"263\">Ventos intensos, com rajadas entre <strong data-start=\"196\" data-end=\"218\">60 km/h e 100 km/h</strong>, principalmente entre sexta-feira e domingo.</li>\n<li data-section-id=\"1i9t6bl\" data-start=\"264\" data-end=\"330\">Temperaturas em eleva&ccedil;&atilde;o durante a tarde, com sensa&ccedil;&atilde;o de calor.</li>\n<li data-section-id=\"12dvqh5\" data-start=\"331\" data-end=\"414\">Umidade relativa do ar baixa, podendo ficar abaixo de <strong data-start=\"387\" data-end=\"394\">30%</strong> em algumas regi&otilde;es.</li>\n<li data-section-id=\"1n387oo\" data-start=\"415\" data-end=\"555\">H&aacute; risco de <strong data-start=\"429\" data-end=\"529\">queda de &aacute;rvores, destelhamentos, danos &agrave; rede el&eacute;trica e interrup&ccedil;&atilde;o no fornecimento de energia</strong> devido aos ventos fortes.</li>\n<li data-section-id=\"1dy5p83\" data-start=\"556\" data-end=\"692\">Recomenda-se evitar abrigo sob &aacute;rvores, manter dist&acirc;ncia de estruturas met&aacute;licas e recolher objetos que possam ser levados pelo vento.</li>\n<li data-section-id=\"k6ecoi\" data-start=\"693\" data-end=\"784\" data-is-last-node=\"\">Em caso de emerg&ecirc;ncia, acione a <strong data-start=\"727\" data-end=\"749\">Defesa Civil (199)</strong> ou o <strong data-start=\"755\" data-end=\"783\">Corpo de Bombeiros (193)</strong>.</li>\n</ul>",
            "summary": "A Defesa Civil de Mato Grosso do Sul emitiu um alerta para a ocorrência de vendavais com rajadas entre 60 km/h e 100 km/h em grande parte do Estado entre a noite desta quinta-feira (16) e o domingo (1...",
            "image": "https://cdn1.pixnewsms.com.br/Folder/2026/07/962018c8-ade0-4d65-ac11-ad1d40218208/conversions/whatsapp-image-2026-07-16-at-112916-large.webp",
            "date_published": "2026-07-16T11:01:23+00:00",
            "date_modified": "2026-07-16T15:29:51+00:00",
            "authors": [
                {
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            "title": "Vídeo mostra onça-pintada ficando encurralada por turistas",
            "url": "https://www.pixnewsms.com.br/meio-ambiente/2026/07/14/video-mostra-onca-pintada-ficando-encurralada-por-turistas.html",
            "content_html": "<p class=\"isSelectedEnd\">Um v&iacute;deo gravado na regi&atilde;o de Porto Jofre, em Pocon&eacute;, no Pantanal mato-grossense, tem repercutido nas redes sociais ao mostrar dezenas de embarca&ccedil;&otilde;es motorizadas cercando uma &uacute;nica on&ccedil;a-pintada &agrave;s margens de um rio. Nas imagens, turistas disputam espa&ccedil;o para fotografar o animal, enquanto barcos se aproximam simultaneamente, levantando questionamentos sobre os impactos do turismo de observa&ccedil;&atilde;o na fauna silvestre.</p>\n<p class=\"isSelectedEnd\">Porto Jofre &eacute; reconhecido internacionalmente como um dos principais destinos para observa&ccedil;&atilde;o de on&ccedil;as-pintadas em vida livre. A regi&atilde;o abriga uma das maiores concentra&ccedil;&otilde;es da esp&eacute;cie nas Am&eacute;ricas e atrai visitantes de diversos pa&iacute;ses interessados em registrar o felino em seu habitat natural. O crescimento dessa atividade, entretanto, tem provocado discuss&otilde;es sobre a necessidade de estabelecer limites para evitar situa&ccedil;&otilde;es de ass&eacute;dio aos animais.</p>\n<p class=\"isSelectedEnd\">As imagens mostram uma grande quantidade de embarca&ccedil;&otilde;es concentradas ao redor da on&ccedil;a, reduzindo o espa&ccedil;o do animal e gerando cr&iacute;ticas de ambientalistas e defensores da conserva&ccedil;&atilde;o. Para especialistas, a aproxima&ccedil;&atilde;o excessiva de barcos pode provocar estresse, alterar o comportamento natural da esp&eacute;cie e interferir em atividades essenciais, como alimenta&ccedil;&atilde;o, descanso, deslocamento e reprodu&ccedil;&atilde;o.</p>\n<p class=\"isSelectedEnd\">Embora o turismo de observa&ccedil;&atilde;o seja considerado uma importante fonte de renda para comunidades locais e contribua para valorizar a conserva&ccedil;&atilde;o do Pantanal, organiza&ccedil;&otilde;es ambientais defendem que a atividade seja conduzida de forma respons&aacute;vel, respeitando protocolos de dist&acirc;ncia, tempo de perman&ecirc;ncia e n&uacute;mero m&aacute;ximo de embarca&ccedil;&otilde;es pr&oacute;ximas aos animais.</p>\n<p class=\"isSelectedEnd\">O caso registrado em Porto Jofre reacende o debate sobre o equil&iacute;brio entre desenvolvimento econ&ocirc;mico e preserva&ccedil;&atilde;o ambiental. Especialistas alertam que o sucesso do turismo na regi&atilde;o depende justamente da manuten&ccedil;&atilde;o da fauna em condi&ccedil;&otilde;es naturais e livres de perturba&ccedil;&otilde;es constantes.</p>\n<p>&nbsp;</p>",
            "summary": "Um vídeo gravado na região de Porto Jofre, em Poconé, no Pantanal mato-grossense, tem repercutido nas redes sociais ao mostrar dezenas de embarcações motorizadas cercando uma única onça-pintada às mar...",
            "image": "https://cdn1.pixnewsms.com.br/Folder/2026/07/218ebec6-da7b-437b-a95e-467bf2127694/conversions/design-sem-nome-30-large.webp",
            "date_published": "2026-07-14T17:30:00+00:00",
            "date_modified": "2026-07-14T18:16:49+00:00",
            "authors": [
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                    "name": "João Buchara"
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            "title": "Alertas de desmatamento na Amazônia caem 35% em junho de 2026",
            "url": "https://www.pixnewsms.com.br/2026/07/11/alertas-de-desmatamento-na-amazonia-caem-35-em-junho-de-2026.html",
            "content_html": "<p>O Sistema de Detec&ccedil;&atilde;o de Desmatamento em Tempo Real (Deter) registrou no m&ecirc;s de junho de 2026 a queda de 35% nos alertas de desmatamento, em rela&ccedil;&atilde;o ao mesmo m&ecirc;s do ano passado.</p>\n<p>No &uacute;ltimo m&ecirc;s, foram registrados 1.233 alertas que alcan&ccedil;aram uma &aacute;rea de 297, 26 quil&ocirc;metros quadrados (km&sup2;). Em junho de 2025, os alertas somaram 1.238, mas atingiram uma &aacute;rea de 457,61 km&sup2;.</p>\n<p>A &aacute;rea afetada pela supress&atilde;o da vegeta&ccedil;&atilde;o nativa da Amaz&ocirc;nia &eacute; a menor em 20 anos, com redu&ccedil;&atilde;o cont&iacute;nua desde 2023, quando os alertas alcan&ccedil;aram 663 km&sup2; frente aos 1.120,2 km&sup2; de alertas detectados em 2022.</p>\n<p>Junho &eacute; o 11&ordm; m&ecirc;s do calend&aacute;rio de monitoramento 2025/2026, que j&aacute; acumula para o per&iacute;odo 11.554 alertas em uma &aacute;rea de 2.485,9 km&sup2;. A &aacute;rea atingida tamb&eacute;m representa uma diminui&ccedil;&atilde;o de 37,2% em rela&ccedil;&atilde;o aso mesmos 11 meses do calend&aacute;rio de 2024/2025, quando os desmatamentos alcan&ccedil;aram 3.959,98 km&sup2;</p>\n<p><strong>Cerrado</strong></p>\n<p>No bioma Cerrado, tamb&eacute;m houve redu&ccedil;&atilde;o das &aacute;reas com aviso de alerta de desmatamento no m&ecirc;s de junho. Foram registrados no &uacute;ltimo m&ecirc;s 2.880 alertas, em 481,52 km&sup2;.</p>\n<p>Em junho de 2025, apesar do n&uacute;mero de alertas menor (1.444), a &aacute;rea alcan&ccedil;ada foi maior, alcan&ccedil;ando 508,69 km&sup2;, o que significou redu&ccedil;&atilde;o de 5,3%.</p>\n<p>Em nota t&eacute;cnica, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), unidade de pesquisa que gerencia o sistema Deter, informou que no bioma Cerrado, o m&ecirc;s de junho foi de intensa cobertura de nuvens, o que pode ter dificultado o mapeamento em determinadas regi&otilde;es.</p>\n<p>No acumulado de agosto de 2025 a junho de 2026, os avisos somaram 22.256, e alcan&ccedil;aram uma &aacute;rea de 4.689,40 km&sup2;. A &aacute;rea representa uma diminui&ccedil;&atilde;o de 7,9% em rela&ccedil;&atilde;o ao mesmo per&iacute;odo do calend&aacute;rio de monitoramento anterior, quando os avisos de desmatamento foram registrados em 5.091 km&sup2;.&nbsp;</p>\n<p><em>POR EBC</em></p>",
            "summary": "O Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter) registrou no mês de junho de 2026 a queda de 35% nos alertas de desmatamento, em relação ao mesmo mês do ano passado. No último mês, foram r...",
            "image": "https://cdn1.pixnewsms.com.br/Folder/2026/07/02ca4b4d-85f6-40bb-83c9-5d56de023395/conversions/pzzb8210-large.webp",
            "date_published": "2026-07-11T01:00:00+00:00",
            "date_modified": "2026-07-11T13:47:11+00:00",
            "authors": [
                {
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            "title": "Governo de MS lança plataforma que torna licenciamento ambiental mais ágil e seguro",
            "url": "https://www.pixnewsms.com.br/meio-ambiente/2026/06/30/governo-de-ms-lanca-plataforma-que-torna-licenciamento-ambiental-mais-agil-e-seguro.html",
            "content_html": "<p>Empreendedores e produtores rurais de Mato Grosso do Sul deverão contar com um processo de licenciamento ambiental mais rápido e digital. O Governo do Estado apresentou nesta terça-feira (30) uma nova plataforma tecnológica que reúne inteligência artificial, automação e sistemas integrados para reduzir a burocracia, acelerar a tramitação dos pedidos e reforçar a segurança e a transparência na análise das licenças ambientais.</p>\r\n\r\n<p data-end=\"637\" data-start=\"187\">A nova ferramenta foi desenvolvida para substituir etapas manuais por um fluxo totalmente digital. A plataforma permitirá que solicitações de licenciamento sejam protocoladas e acompanhadas de forma eletrônica, além de automatizar a conferência de documentos e o cruzamento de informações com diferentes bases de dados. Com isso, a expectativa é reduzir o tempo necessário para a tramitação dos processos e oferecer mais previsibilidade aos usuários.</p>\r\n\r\n<p data-end=\"1012\" data-start=\"639\">Segundo o Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul), a modernização não flexibiliza as normas ambientais nem altera os critérios utilizados nas análises técnicas. O objetivo é tornar os procedimentos administrativos mais eficientes, liberando as equipes para se concentrarem na avaliação dos impactos ambientais e na fiscalização das atividades licenciadas.</p>\r\n\r\n<p data-end=\"1453\" data-start=\"1014\">Entre os recursos incorporados ao sistema estão ferramentas de inteligência artificial e integração com bancos de dados oficiais, como o Cadastro Ambiental Rural (CAR) e outros registros públicos. A tecnologia será utilizada para identificar inconsistências, validar informações e automatizar verificações que antes dependiam exclusivamente de análise manual, reduzindo a possibilidade de erros e aumentando a confiabilidade dos processos.</p>\r\n\r\n<p data-end=\"1875\" data-start=\"1455\">Outra mudança prevista é o fortalecimento do monitoramento ambiental. Além da emissão das licenças, o Estado pretende ampliar o acompanhamento das atividades autorizadas com o apoio de imagens de satélite, geotecnologias e sistemas de análise em tempo real. A proposta é identificar alterações no uso do solo e possíveis irregularidades com mais rapidez, permitindo uma atuação mais eficiente dos órgãos de fiscalização.</p>\r\n\r\n<p data-end=\"2221\" data-start=\"1877\">A iniciativa também faz parte da atualização da política estadual de licenciamento ambiental. O Governo de Mato Grosso do Sul trabalha na revisão da legislação que regulamenta o setor, buscando adequar as normas estaduais às mudanças aprovadas recentemente no âmbito federal e acompanhar a evolução das tecnologias aplicadas à gestão ambiental.</p>\r\n",
            "summary": "Empreendedores e produtores rurais de Mato Grosso do Sul deverão contar com um processo de licenciamento ambiental mais rápido e digital. O Governo do Estado apresentou nesta terça-feira (30) uma nova...",
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            "date_published": "2026-06-30T13:45:00+00:00",
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            "title": "Venezuela registra novo tremor após série de terremotos que devastou o país",
            "url": "https://www.pixnewsms.com.br/meio-ambiente/2026/06/29/venezuela-registra-novo-tremor-apos-serie-de-terremotos-que-devastou-o-pais.html",
            "content_html": "<p>A Venezuela voltou a registrar atividade sísmica nesta segunda-feira (29), dias após os terremotos que devastaram diversas regiões do país e deixaram um saldo próximo de 1.500 mortos.</p>\r\n\r\n<p>Segundo autoridades locais, o novo tremor atingiu magnitude 4,6 e foi sentido em diferentes áreas do território venezuelano. Até o momento, não há informações sobre vítimas, feridos ou danos estruturais provocados pelo abalo mais recente.</p>\r\n\r\n<p>O fenômeno ocorre em meio aos esforços de resgate e reconstrução nas áreas afetadas pelos terremotos anteriores, considerados os mais destrutivos enfrentados pelo país nos últimos anos.</p>\r\n\r\n<p>Equipes de emergência seguem atuando nas regiões mais atingidas, enquanto milhares de pessoas permanecem desalojadas e dependem de ajuda humanitária. Autoridades também monitoram a possibilidade de novos tremores, mantendo alertas para a população.</p>\r\n\r\n<p>Especialistas explicam que sequências de abalos secundários, conhecidos como réplicas, são comuns após terremotos de grande intensidade e podem continuar ocorrendo por semanas ou até meses, dependendo das condições geológicas da região.</p>\r\n\r\n<p>O governo venezuelano ainda trabalha na atualização do número oficial de vítimas e na avaliação completa dos prejuízos causados pelos desastres naturais. Organizações internacionais acompanham a situação e prestam apoio às operações de assistência humanitária.</p>\r\n\r\n<p>O novo tremor reacendeu o temor entre moradores das áreas afetadas, que enfrentam dificuldades para retornar à rotina diante dos riscos de novos eventos sísmicos.</p>\r\n",
            "summary": "Venezuela registra novo tremor após série de terremotos que devastou o país Abalo sísmico de magnitude 4,6 foi sentido nesta segunda-feira; número de mortos se aproxima de 1,5 mil",
            "image": "https://cdn1.pixnewsms.com.br/Folder/2026/07/7f2d1d26-6e3a-44d2-8909-0a03fa843779/conversions/afp20260627b8hq6trv2midresvenezuelaearthquake-99533aa5-large.webp",
            "date_published": "2026-06-29T10:25:00+00:00",
            "date_modified": "2026-07-07T15:40:28+00:00",
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            "title": "Ativista é investigado após limpar rio poluído e reacende debate sobre preservação ambiental",
            "url": "https://www.pixnewsms.com.br/meio-ambiente/2026/06/27/ativista-e-investigado-apos-limpar-rio-poluido-e-reacende-debate-sobre-preservacao-ambiental.html",
            "content_html": "<p>Um ativista ambiental britânico passou a ser alvo de investigação após liderar uma ação para despoluir um rio em Londres sem autorização dos órgãos competentes. O caso envolve Paul Powlesland, advogado e defensor da causa ambiental, que mobilizou moradores para retirar resíduos acumulados no Rio Roding, mas agora enfrenta possíveis consequências judiciais por conta da iniciativa.</p>\r\n\r\n<p>Incomodado com a degradação do curso d'água, Powlesland organizou uma força-tarefa comunitária e financiou os trabalhos com recursos próprios. Para executar a limpeza, o grupo utilizou uma escavadeira e removeu mais de 200 sacos de lixo, além de eletrodomésticos descartados irregularmente e plantas invasoras que comprometiam o equilíbrio do ecossistema.</p>\r\n\r\n<p>Segundo moradores da região, os efeitos da ação foram percebidos em pouco tempo. Com a retirada dos resíduos, peixes e aves voltaram a aparecer no rio, cenário que foi comemorado pela comunidade e compartilhado nas redes sociais como um exemplo de mobilização em defesa do meio ambiente.</p>\r\n\r\n<p>Apesar da repercussão positiva, as autoridades britânicas abriram uma investigação para apurar a intervenção. A legislação do país determina que obras ou operações com máquinas pesadas em cursos d'água dependem de autorização prévia e da realização de estudos técnicos, com o objetivo de avaliar impactos ambientais e reduzir riscos, como erosões e enchentes.</p>\r\n\r\n<p>Caso seja considerado responsável por descumprir as normas, o ativista poderá sofrer as sanções previstas na legislação ambiental britânica.</p>\r\n\r\n<p>Em resposta à investigação, Powlesland criticou a atuação do poder público. Para ele, a burocracia acaba dificultando ações voltadas à recuperação ambiental e, muitas vezes, pune cidadãos que buscam preservar a natureza, enquanto empresas apontadas como responsáveis pela poluição de rios nem sempre enfrentam a mesma fiscalização.</p>\r\n\r\n<p>O episódio dividiu opiniões na Inglaterra. De um lado, apoiadores consideram que a iniciativa demonstra compromisso com a preservação ambiental diante da falta de ações efetivas do Estado. Do outro, especialistas e autoridades defendem que qualquer intervenção em rios deve obedecer aos procedimentos legais para evitar danos ao ecossistema e garantir a segurança ambiental.</p>\r\n",
            "summary": "Um ativista ambiental britânico passou a ser alvo de investigação após liderar uma ação para despoluir um rio em Londres sem autorização dos órgãos competentes. O caso envolve Paul Powlesland, advogad...",
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            "date_published": "2026-06-27T17:30:00+00:00",
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            "title": "Isca permitida ou crime ambiental? PMA esclarece uso de jigs e artificiais de profundidade",
            "url": "https://www.pixnewsms.com.br/meio-ambiente/2026/06/12/isca-permitida-ou-crime-ambiental-pma-esclarece-uso-de-jigs-e-artificiais-de-profundidade.html",
            "content_html": "<p>A utilização de jigs e iscas artificiais de barbela longa tem gerado dúvidas entre pescadores de Mato Grosso do Sul. Para esclarecer a questão, a Polícia Militar Ambiental (PMA) divulgou orientações sobre o uso correto desses equipamentos e alertou para práticas que podem configurar crime ambiental.</p>\r\n\r\n<p>Segundo o tenente Pacheco, da PMA, tanto o jig quanto as iscas de profundidade são permitidos pela legislação. O que determina a legalidade da pescaria é a forma como esses materiais são utilizados.</p>\r\n\r\n<p>As iscas de barbela longa, por exemplo, são desenvolvidas para alcançar maiores profundidades e atrair espécies como pintados e jaús. Quando utilizadas para imitar o movimento de uma presa e provocar o ataque natural do peixe, a prática é considerada regular.</p>\r\n\r\n<p>O problema ocorre quando essas iscas são arrastadas no fundo dos rios com a intenção de fisgar os peixes pelo corpo. A técnica, conhecida entre pescadores como \"lambada\" ou \"chasco\", é proibida por provocar a captura irregular dos animais.</p>\r\n\r\n<p>O mesmo vale para os jigs, iscas metálicas que afundam rapidamente. Embora sejam permitidos para a pesca esportiva, seu uso se torna ilegal quando empregados para arrastar o fundo dos rios e fisgar peixes pelo lombo, cauda ou outras partes do corpo.</p>\r\n\r\n<p>De acordo com a PMA, mesmo quando a fisgada pelo corpo ocorre de forma acidental, o pescador deve devolver imediatamente o animal à água. O abate ou transporte desse peixe pode caracterizar infração ambiental.</p>\r\n\r\n<p>A corporação alerta que a pesca por lambada pode resultar em detenção de um a três anos, além de multa administrativa e apreensão de todo o material utilizado na atividade, incluindo embarcação, motor e equipamentos de pesca.</p>\r\n\r\n<p>A PMA reforça que as ações de fiscalização têm como objetivo proteger os recursos pesqueiros e orientar pescadores sobre as práticas permitidas pela legislação ambiental.</p>\r\n",
            "summary": "A utilização de jigs e iscas artificiais de barbela longa tem gerado dúvidas entre pescadores de Mato Grosso do Sul. Para esclarecer a questão, a Polícia Militar Ambiental (PMA) divulgou orientações s...",
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            "date_published": "2026-06-12T10:00:00+00:00",
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            "authors": [
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            "title": "Fenômeno El Niño é confirmado e pode ser um dos mais fortes desde 1950",
            "url": "https://www.pixnewsms.com.br/meio-ambiente/2026/06/12/fenomeno-el-nino-e-confirmado-e-pode-ser-um-dos-mais-fortes-desde-1950.html",
            "content_html": "<p data-end=\"735\" data-section-id=\"gm0sxm\" data-start=\"662\">A Administração Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA) confirmou nesta quinta-feira (11) a formação do fenômeno El Niño, evento climático caracterizado pelo aquecimento anormal das águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial.</p>\r\n\r\n<p data-end=\"1319\" data-start=\"1101\">Segundo o órgão norte-americano, há 63% de probabilidade de que o fenômeno atinja intensidade muito forte, podendo figurar entre os mais severos registrados desde o início dos levantamentos modernos, na década de 1950.</p>\r\n\r\n<p data-end=\"1586\" data-start=\"1321\">O El Niño é uma fase natural do ciclo climático conhecido como El Niño-Oscilação Sul (ENOS) e costuma ocorrer a cada dois a sete anos. O fenômeno influencia padrões de temperatura e chuva em diversas regiões do planeta e pode permanecer ativo por cerca de 12 meses.</p>\r\n\r\n<p data-end=\"1872\" data-start=\"1588\">No Brasil, os efeitos variam de acordo com a região. Historicamente, o fenômeno aumenta o volume de chuvas na Região Sul, elevando o risco de enchentes, alagamentos e temporais. Já no Norte e em áreas do Nordeste, a tendência é de redução das chuvas e agravamento de períodos de seca.</p>\r\n\r\n<p data-end=\"2040\" data-start=\"1874\">No Centro-Oeste e Sudeste, os impactos costumam ser mais irregulares, incluindo ondas de calor, mudanças no comportamento das frentes frias e chuvas mal distribuídas.</p>\r\n\r\n<p data-end=\"2270\" data-start=\"2042\">Especialistas também alertam para reflexos na agricultura, nos recursos hídricos, na geração de energia elétrica e nos preços dos alimentos. O pico do fenômeno está previsto para ocorrer entre novembro de 2026 e janeiro de 2027.</p>\r\n\r\n<p data-end=\"2513\" data-is-last-node=\"\" data-is-only-node=\"\" data-start=\"2272\">Embora o El Niño seja um evento natural, cientistas destacam que sua ocorrência em um planeta cada vez mais quente pode potencializar eventos climáticos extremos, ampliando os desafios para governos, produtores rurais e a população em geral.</p>\r\n",
            "summary": "A Administração Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA) confirmou nesta quinta-feira (11) a formação do fenômeno El Niño, evento climático caracterizado pelo aquecimento anormal das águas sup...",
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            "date_published": "2026-06-12T08:30:00+00:00",
            "date_modified": "2026-07-07T15:40:07+00:00",
            "authors": [
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            "title": "Governo de MS decreta emergência ambiental por 180 dias diante de risco de super El Niño",
            "url": "https://www.pixnewsms.com.br/meio-ambiente/2026/06/03/governo-de-ms-decreta-emergencia-ambiental-por-180-dias-diante-de-risco-de-super-el-nino.html",
            "content_html": "<p>O Governo de Mato Grosso do Sul decretou estado de emergência ambiental em todo o território estadual por um período de 180 dias. A medida, publicada nesta terça-feira (3) no Diário Oficial do Estado, tem como objetivo reforçar as ações de prevenção e combate aos incêndios florestais diante do risco de agravamento da seca e da intensificação dos efeitos do fenômeno El Niño.</p>\r\n\r\n<p>O decreto considera fatores climáticos que elevam significativamente o risco de queimadas, como temperaturas acima de 30°C, ventos superiores a 30 km/h e umidade relativa do ar abaixo de 30%. Segundo o governo, essas condições favorecem a rápida propagação do fogo e comprometem a qualidade do ar em diversas regiões do Estado.</p>\r\n\r\n<p>A decisão também se baseia em estudos do Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima de Mato Grosso do Sul (Cemtec), que apontam déficit hídrico, altas temperaturas e redução da umidade do solo e da vegetação. A combinação desses fatores com os efeitos do El Niño aumenta a formação de material combustível suscetível à ignição, elevando o risco de incêndios florestais.</p>\r\n\r\n<p>A preocupação é ainda maior no Pantanal, onde os prognósticos indicam níveis de atenção e alerta para ocorrência de focos de incêndio durante os próximos meses.</p>\r\n\r\n<p>Pelo decreto, a Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc) será responsável por coordenar as ações de prevenção, monitoramento e combate aos incêndios. O Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul) também deverá regulamentar os procedimentos para licenciamento de atividades de queima controlada.</p>\r\n\r\n<p>Entre as medidas previstas estão a abertura de aceiros com largura mínima de 50 metros ao longo de rodovias, estradas e pontes, além da possibilidade de realização de queimadas prescritas em áreas com grande acúmulo de material combustível, conforme monitoramento técnico.</p>\r\n\r\n<p>O decreto também autoriza a entrada de agentes públicos em propriedades particulares em situações de risco iminente, para prestar socorro, evacuar moradores ou utilizar áreas privadas nas operações de combate ao fogo, assegurando indenização em caso de danos.</p>\r\n\r\n<p>Outra medida importante é a autorização para contratação temporária de pessoal e dispensa de licitação para aquisição de bens e serviços necessários às ações de prevenção, resposta e recuperação de áreas atingidas por incêndios florestais.</p>\r\n\r\n<p>A emergência ambiental permanecerá em vigor até o início de dezembro e integra o conjunto de ações adotadas pelo governo estadual para enfrentar o período considerado mais crítico para queimadas em Mato Grosso do Sul, especialmente no bioma Pantanal.</p>\r\n\r\n<p> </p>\r\n",
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            "title": "Semana do Meio Ambiente mobiliza escolas e instituições em Ivinhema com ações educativas e premiaçõe",
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            "content_html": "<p itemprop=\"name\">A 2ª Promotoria de Justiça de Ivinhema, em parceria com a Prefeitura local, a Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) e o 3º Grupamento de Polícia Militar Ambiental (PMA) de Batayporã, promove, ao longo de junho, a Semana do Meio Ambiente na comarca.</p>\r\n\r\n<p>A iniciativa integra uma série de ações voltadas à conscientização e à educação ambiental, em alusão ao Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado em 5 de junho.</p>\r\n\r\n<p>Entre os dias 1º e 12 do próximo mês, a programação será intensificada nas escolas da rede municipal, com atividades pedagógicas e educativas voltadas ao cuidado com a natureza. A agenda inclui a exposição de animais taxidermizados organizada pela Polícia Militar Ambiental, visitas guiadas à cooperativa de reciclagem, palestras com especialistas, além de um concurso de desenhos ambientais que envolve estudantes do município.</p>\r\n\r\n<p>O objetivo, segundo o Promotor de Justiça Allan Thiago Barbosa Arakaki, é estimular, desde cedo, a reflexão sobre a preservação ambiental e a sustentabilidade, aproximando os alunos da realidade e da importância da proteção dos recursos naturais.</p>\r\n\r\n<p>“O cuidado com o meio ambiente começa pela educação. É essencial que crianças e jovens compreendam, desde cedo, que suas atitudes impactam diretamente o futuro do planeta. Essa mobilização conjunta demonstra o compromisso das instituições com a formação de uma consciência ambiental responsável e duradoura”, destacou o Promotor de Justiça responsável pela iniciativa.</p>\r\n\r\n<p>O encerramento das atividades ocorrerá no dia 15 de junho, às 9h30, na sede da 2ª Promotoria de Justiça de Ivinhema, com a premiação do concurso de desenhos. Os prêmios serão viabilizados por meio de recursos provenientes de acordos de não persecução penal.</p>\r\n\r\n<p>Na mesma ocasião, também serão entregues dois drones, sendo um destinado aos órgãos de proteção ambiental da região, o que reforça as ações de fiscalização e monitoramento.</p>\r\n",
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            "title": "Mais de 93% dos peixes vendidos têm microplástico",
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            "content_html": "<p>A oceanógrafa Fernanda Possatto apresenta uma bancada repleta de lixo plástico encontrado em 14 praias do litoral do Paraná. Segundo ela, esses são os resíduos fáceis de se ver. No entanto, a pesquisa dela destaca outra preocupação presente no mar, muito mais difíceis de se visualizar: os microplásticos.<img src=\"https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1691082&o=node\" /><img src=\"https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1691082&o=node\" /></p>\r\n\r\n<p>Um levantamento conduzido pela pesquisadora aponta que<strong> 93,6% de uma amostra de peixes coletados em feiras e mercados do litoral paranaense apresentam microplásticos no trato digestivo</strong>.</p>\r\n\r\n<p><strong>Dos 47 indivíduos examinados, 44 apresentaram partículas.</strong> A maior contaminação ocorreu em peixes demersais, que vivem em contato direto com o fundo do mar. <strong>Os microplásticos são fragmentos menores que 5 milímetros (mm), vestígios de produtos feitos com plástico e que foram consumidos pelos peixes examinados.</strong></p>\r\n\r\n<blockquote>\r\n<p>“Isso não significa que os peixes não podem ser ingeridos, porque a gente não está falando de saúde alimentar ainda, mas isso já é um indício de que a gente precisa estudar melhor esses impactos”, disse ela a jornalistas na sede da Associação Mar Brasil, uma organização sem fins lucrativos.</p>\r\n</blockquote>\r\n\r\n<p>“A gente não está falando ainda de risco para saúde humana porque hoje a gente não come o trato, não come o estômago, a gente come o músculo”, tranquiliza.<br />\r\n </p>\r\n\r\n<p><img alt=\"Pontal do Paraná (PR), 18/05/2026  A pesquisadora Fernanda Possatto, do Programa de Recuperação da Biodiversidade Marinha (Rebimar), fala sobre o trabalho com resíduos de lixo no mar. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil\" src=\"https://imagens.ebc.com.br/rGkLXKK3KahivBR1kvrw4RU1Fco=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/05/26/_d6a4940_0.jpg?itok=vI-slc6s\" title=\"Fernando Frazão/Agência Brasil\" /></p>\r\n\r\n<p>A pesquisadora Fernanda Possatto, do Programa de Recuperação da Biodiversidade Marinha (Rebimar), fala sobre o trabalho com resíduos de lixo no mar - <strong>Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil</strong></p>\r\n\r\n<h2>Projeto de recuperação marinha</h2>\r\n\r\n<p>A sede da Mar Brasil fica na cidade de Pontal do Paraná, em uma praia de frente para a turística Ilha do Mel. A organização desenvolve o Programa de Recuperação da Biodiversidade Marinha (Rebimar), iniciativa patrocinada pela Petrobras.</p>\r\n\r\n<p>Perto dali, há ambientes com características diversas, como a Ilha da Cotinga, uma terra indígena; áreas contínuas de manguezais; e o Porto de Paranaguá, que atrai constantemente frotas de navios.</p>\r\n\r\n<p><strong>A pesquisadora Fernanda defende a necessidade de novos estudos para identificar o efeito do microplástico nos peixes.</strong></p>\r\n\r\n<p>“Quanto dos componentes tóxicos que existem desse microplástico presente no estômago pode ser absorvido pelos tecidos musculares das espécies de peixes?”, indaga.</p>\r\n\r\n<p>Ela cita que<strong> outros estudos apontaram que os fragmentos podem liberar substâncias tóxicas que resultam na alteração da fecundidade dos animais e surgimento de tumores</strong>.</p>\r\n\r\n<p>“Tudo isso ainda está sendo analisado e estudado.”</p>\r\n\r\n<h2>Formação e destino</h2>\r\n\r\n<p><strong>Os <a href=\"https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2025-10/micro-e-nanoplasticos-contaminam-agua-ar-e-alimentos-mostra-estudo\" target=\"_blank\">microplásticos</a> são fragmentos do material maior, o plástico, que sob efeito do tempo e da irradiação solar, se quebram em micropartículas e acabam ficando na água, no solo e no ar, chegando à cadeia alimentar.</strong> </p>\r\n\r\n<p>Essas partículas podem surgir de lixo no mar, como embalagens e garrafas, pneus, tecidos e revestimentos com tinta. As tintas, aliás, são fontes de elementos químicos presentes nesses fragmentos.</p>\r\n\r\n<p>Uma pesquisa brasileira chegou a <a href=\"https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-07/pesquisa-encontra-plastico-em-placentas-e-cordoes-umbilicais-no-brasi\" target=\"_blank\">encontrar microplásticos em placentas e cordões umbilicais</a>.</p>\r\n\r\n<p>A<a href=\"https://www.who.int/news/item/22-08-2019-who-calls-for-more-research-into-microplastics-and-a-crackdown-on-plastic-pollution\" target=\"_blank\"> Organização Mundial da Saúde</a> reconhece que o mundo enfrenta problemas relacionados à presença de microplástico e defende mais pesquisas sobre o efeito dos fragmentos na saúde humana.<br />\r\n </p>\r\n\r\n<p>Programa de Recuperação da Biodiversidade Marinha (Rebimar)</p>\r\n\r\n<p>Fernando Frazão/Agência Brasil</p>\r\n\r\n<p>×</p>\r\n\r\n<p>1 / 13</p>\r\n\r\n<p> </p>\r\n\r\n<p>Galeria de fotos - Programa de Recuperação da Biodiversidade Marinha (Rebimar)</p>\r\n\r\n<h2>Presença em aves</h2>\r\n\r\n<p><strong>Os estudos do Rebimar identificaram a presença do microplástico também em aves que têm contato com o mar.</strong> Foram analisadas gaivotas e corujas-buraqueiras. O levantamento foi feito por meio de análise de material regurgitado (expelido do estômago ou do papo) pelas aves vivas.</p>\r\n\r\n<p><strong>Em 69% delas, foram notados fragmentos.</strong> “Se você nota que a cada dez indivíduos, sete têm microplástico, é muito alto”, pontua a oceanógrafa.</p>\r\n\r\n<p>Fernanda Possatto, que trabalha com pesquisas ligadas ao lixo no mar, contextualiza que o microplástico é encontrado tanto em áreas com bastante presença humana, como nos arredores do Porto de Paranaguá, com em áreas preservadas ambientalmente.</p>\r\n\r\n<p>Para ela, é um indicativo de que “fronteira geográfica não existe para a questão do plástico”. Ela explica que <strong>os fragmentos são transportados por correntes, ventos e marés</strong>.</p>\r\n\r\n<p>“Tudo isso influencia na presença. Faz com que seja um problema sistêmico.”<br />\r\n </p>\r\n\r\n<p><img alt=\"Paranaguá (PR), 19/05/2026  Expedição da equipe de pesquisadores do Programa de Recuperação da Biodiversidade Marinha (Rebimar) conduz captura para monitoramento de tartarugas-verde (Chelonia mydas), na Ilha das Cobras. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil\" src=\"https://imagens.ebc.com.br/6ZcjxZyaRW1N2TLdanBvP1NLo0g=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/05/26/_d6a5325_0.jpg?itok=vmbAPJ0s\" title=\"Fernando Frazão/Agência Brasil\" /></p>\r\n\r\n<p>Expedição da equipe de pesquisadores do Programa de Recuperação da Biodiversidade Marinha (Rebimar) conduz captura para monitoramento de tartarugas-verde, na Ilha das Cobras - <strong>Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil</strong></p>\r\n\r\n<h2>Utilidade das informações</h2>\r\n\r\n<p>A oceanógrafa acrescenta que <strong>a pesquisa pode fornecer informações para que autoridades públicas tracem limites para a presença de microplástico em humanos.</strong></p>\r\n\r\n<p>“A gente não tem hoje um índice que nos diz se 1 microplástico por metro cúbico de água é aceitável”, exemplifica. “Estamos em um processo de construção desses índices.”</p>\r\n\r\n<p>Para a pesquisadora do Rebimar,<strong> caminhos para mitigar o problema do microplástico no meio ambiente passam por ações da indústria e consumo consciente do plástico.</strong></p>\r\n\r\n<blockquote>\r\n<p>“Não tem uma solução única. A gente tem que pensar em vários leques de atuação, desde a sensibilização com a educação ambiental até a fonte mesmo que é a produção do plástico.”</p>\r\n</blockquote>\r\n\r\n<h2>Lixo e tartarugas</h2>\r\n\r\n<p><strong>Outra ponta do projeto ambiental é o monitoramento de tartarugas-verdes, uma das sete espécies desses animais marinhos do mundo e uma das cinco registradas no Brasil.</strong></p>\r\n\r\n<p>Pelo menos três vezes ao ano, pesquisadores da Universidade Federal do Paraná (UFPR) capturam e analisam a saúde das tartarugas. Desde 2014, foram feitas 435 capturas, sendo 313 indivíduos, ou seja, cerca de 120 foram observadas mais de uma vez.</p>\r\n\r\n<p><strong>A bióloga Camila Domit, coordenadora do Laboratório de Ecologia e Conservação da UFPR, revela que 80% das tartarugas encontradas mortas no litoral paranaense tinham lixo no trato digestivo.</strong></p>\r\n\r\n<p>“É assustador”, enfatiza ela. “Dependendo da quantidade de lixo, pode levar o animal a óbito”, esclarece.<br />\r\n </p>\r\n\r\n<p><img alt=\"Pontal do Paraná (PR), 19/05/2026  A pesquisadora Camila Domit faz a instalação de dispositivo para monitoramento em uma  tartaruga-verde (Chelonia mydas) pelo Programa de Recuperação da Biodiversidade Marinha (Rebimar), no Laboratório de Ecologia e Conservação da Universidade Federal do Paraná. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil\" src=\"https://imagens.ebc.com.br/gLzvTXEPksREopmgJTRaUrWsuUs=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/05/26/_d6a6600_0.jpg?itok=Lo8F0oY_\" title=\"Fernando Frazão/Agência Brasil\" /></p>\r\n\r\n<p>A pesquisadora Camila Domit instala dispositivo para monitoramento em uma tartaruga-verde como parte do Programa de Recuperação da Biodiversidade Marinha (Rebimar), no Laboratório de Ecologia e Conservação da Universidade Federal do Paraná - <strong>Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil</strong></p>\r\n\r\n<p>Camila acrescenta que, além da quantidade, o tipo de resíduo é uma complicação.</p>\r\n\r\n<blockquote>\r\n<p>“A gente encontra uma série de plásticos rígidos que causam rompimento, lesões mais graves no trato digestivo desses animais”, descreve.</p>\r\n</blockquote>\r\n\r\n<p>Os estudos da UFPR e do Rebimar mostram que <strong>cerca de mil tartarugas são encontradas mortas anualmente nas praias monitoradas. De cada dez, sete são vítimas de interação com a pesca.</strong></p>\r\n\r\n<p>A bióloga relaciona o lixo no mar com a vulnerabilidade das tartarugas.</p>\r\n\r\n<blockquote>\r\n<p>“O animal come o lixo, fica debilitado, fica mais flutuando porque não consegue defecar, não consegue se alimentar bem e, então, a interação com a pesca acontece”, detalha.</p>\r\n</blockquote>\r\n\r\n<p>O projeto utiliza tecnologias como rastreamento por satélite e acústico para acompanhar trajetos e costumes dos animais marinhos.</p>\r\n\r\n<p>De acordo com Camila Domit,<strong> as evidências científicas do Rebimar fornecem subsídios para que autoridades tomem decisões que favorecem a preservação dos animais.</strong></p>\r\n\r\n<p>Ela lembra que o conhecimento científico dessas pesquisas contribuiu para que a Ilha das Cobras, na Baía do Paranaguá, fosse transformada em parque estadual para conservação da espécie.</p>\r\n\r\n<p>“Quando você tem dados científicos, o processo da gestão é muito melhor”, conclui.<br />\r\n </p>\r\n\r\n<p><img alt=\"Paranaguá (PR), 19/05/2026  A pesquisadora Camila Domit conduz monitoramento de tartarugas-verde (Chelonia mydas) pelo Programa de Recuperação da Biodiversidade Marinha (Rebimar), na Ilha das Cobras. 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            "title": "Seminário debate sustentabilidade na gestão pública em Campo Grande",
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            "content_html": "<p data-end=\"465\" data-start=\"233\">O “1º Seminário Construindo Sustentabilidade na Gestão Pública” será realizado no dia 29 de maio de 2026, em Campo Grande, com uma programação voltada à discussão de práticas sustentáveis no setor público.</p>\r\n\r\n<p data-end=\"608\" data-start=\"467\">O encontro ocorre das 8h às 11h no Plenário do Tribunal de Contas do Estado  (TCE-MS) e contará com palestras, painéis e assinatura de um pacto de desenvolvimento sustentável.</p>\r\n\r\n<p data-end=\"881\" data-start=\"610\">A abertura oficial está prevista para 8h, com a participação de autoridades e representantes de instituições públicas. Às 8h20, será realizada a assinatura do Pacto pela Sustentabilidade do TC/MS, Governo do Estado de Mato Grosso do Sul, MPMS, AGEMS, Assomasul e UCVMS.</p>\r\n\r\n<p data-end=\"1116\" data-start=\"883\">Entre os destaques da programação está o desenvolvimento instrumental do programa “Município Verde”, às 8h30, seguido de debates sobre caminhos para implementação da coleta seletiva e políticas públicas sustentáveis nos municípios.</p>\r\n\r\n<p data-end=\"1304\" data-start=\"1118\">O seminário também terá palestra sobre a experiência imersiva “Travessia do Imerso”, voltada à conscientização ambiental e ao futuro sustentável. O encerramento está previsto para 11h.</p>\r\n\r\n<p data-end=\"1462\" data-is-last-node=\"\" data-is-only-node=\"\" data-start=\"1306\">O evento será realizado na sede do Tribunal de Contas de Mato Grosso do Sul, localizada na Avenida Desembargador José Nunes da Cunha, no Parque dos Poderes.</p>\r\n\r\n<p data-end=\"1462\" data-is-last-node=\"\" data-is-only-node=\"\" data-start=\"1306\"> </p>\r\n\r\n<div class=\"dn_noticiasRelacionadas\"><small>@@NOTICIAS_RELACIONADAS@@</small></div>\r\n",
            "summary": "O “1º Seminário Construindo Sustentabilidade na Gestão Pública” será realizado no dia 29 de maio de 2026, em Campo Grande, com uma programação voltada à discussão de práticas sustentáveis no setor púb...",
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            "title": "Bioparque Pantanal sedia congresso nacional sobre conservação e biodiversidade",
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            "content_html": "<p>O Bioparque Pantanal recebe o 49º Congresso da Associação de Zoológicos e Aquários do Brasil (AZAB), que teve início nesta terça-feira (26) e segue até o dia 30, em Campo Grande.</p>\r\n\r\n<p>A abertura contou com a presença do governador Eduardo Riedel, que tratou da política de desenvolvimento do Estado alinhada com a preservação do meio ambiente.</p>\r\n\r\n<p>“Um orgulho e uma honra para nós recebê-los aqui hoje e que possam ser dias de muita experiência e troca de informação. Uma oportunidade para discutirmos meio ambiente, conservação e desenvolvimento sustentável”, disse o governador.</p>\r\n\r\n<p>Riedel pontuou que Mato Grosso do Sul promove o desenvolvimento sustentável em seus biomas.</p>\r\n\r\n<p>“Temos o Pantanal, que é um bioma único no planeta, e criamos políticas para sua preservação. Aqui, desenvolvimento e sustentabilidade coexistem”.</p>\r\n\r\n<p>O congresso, que é referência nacional, traz nesta edição o tema “Um mergulho na conservação - ciência, sociedade e meio ambiente”, com especialistas de diversas áreas debatendo o futuro da biodiversidade.</p>\r\n\r\n<p>O evento ocorre anualmente desde 1977 e, nesta edição, conta com uma programação voltada a pesquisadores, acadêmicos e profissionais da Biologia, Medicina Veterinária, Zootecnia e áreas correlatas.</p>\r\n\r\n<p> </p>\r\n\r\n<div class=\"dn_noticiasRelacionadas\"><small>@@NOTICIAS_RELACIONADAS@@</small></div>\r\n",
            "summary": "O Bioparque Pantanal recebe o 49º Congresso da Associação de Zoológicos e Aquários do Brasil (AZAB), que teve início nesta terça-feira (26) e segue até o dia 30, em Campo Grande. A abertura contou com...",
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            "title": "Campo Grande terá plano para mapear áreas de risco e prevenir desastres",
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            "content_html": "<p>Campo Grande foi considerada apta pelo Ministério das Cidades para receber apoio técnico e financeiro na elaboração do Plano Municipal de Redução de Riscos, ferramenta que vai identificar áreas vulneráveis e orientar ações preventivas em cinco regiões da Capital.</p>\r\n\r\n<p>O trabalho será realizado com apoio do Governo Federal, que ficará responsável pela contratação de uma equipe técnica especializada para elaborar diagnósticos e propor medidas voltadas à redução de riscos em locais sujeitos a alagamentos, deslizamentos e outras situações que ameaçam a segurança da população.</p>\r\n\r\n<p>A prefeita Adriane Lopes afirmou que o município já iniciou o planejamento para definir as regiões que serão contempladas pelo projeto.</p>\r\n\r\n<p>“Assim que recebemos a notícia desse apoio do Governo Federal, já iniciamos os trabalhos para definir quais serão as áreas que receberão a intervenção da empresa designada pelo Ministério para atuar na redução dos riscos à população”, destacou.</p>\r\n\r\n<p>Segundo a Prefeitura, o objetivo do plano é antecipar problemas e orientar ações antes que situações emergenciais se agravem, fortalecendo a prevenção e melhorando a capacidade de resposta do município.</p>\r\n\r\n<p>O coordenador da Defesa Civil, Enéas Netto, explicou que o plano não se limita apenas a áreas tradicionalmente conhecidas por desastres climáticos.</p>\r\n\r\n<p>“É importante que tenhamos conhecimento que o plano atuará em locais onde, por algum motivo, a situação coloca em risco a vida da pessoa. Nem sempre uma área em que aparentemente não há perigo de desastre climático é uma região em que o risco é excluído”, afirmou.</p>\r\n\r\n<p>As áreas prioritárias serão definidas em conjunto entre representantes da Prefeitura e da sociedade civil, levando em consideração os pontos com maior necessidade de intervenção.</p>\r\n",
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            "title": "PMA resgata aves silvestres mantidas em cativeiro e aplica R$ 9,5 mil em multas \n",
            "url": "https://www.pixnewsms.com.br/meio-ambiente/2026/05/23/pma-resgata-aves-silvestres-mantidas-em-cativeiro-e-aplica-r-95-mil-em-multas.html",
            "content_html": "<p>A Polícia Militar Ambiental (PMA) resgatou animais silvestres mantidos em cativeiro e os encaminhou ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas), onde passaram por triagem veterinária.</p>\r\n\r\n<p>Somente nesta semana, o Cetas, unidade vinculada ao Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul), recebeu 11 aves silvestres apreendidas.</p>\r\n\r\n<p>Entre os pássaros resgatados estavam quatro canários-da-terra, quatro coleirinhas, um azulão e um papagaio-verdadeiro (Amazona aestiva), espécie protegida internacionalmente e incluída no Apêndice II da Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies da Fauna e Flora Selvagens Ameaçadas de Extinção (Cites).</p>\r\n\r\n<p>Nenhuma das aves possuía anilhas de identificação ou documentação de origem legal.</p>\r\n\r\n<p>Além das aves, um filhote de beija-flor também está recebendo cuidados da equipe, com alimentação e acompanhamento especializado, conforme a necessidade da espécie.</p>\r\n\r\n<h2><br />\r\nCrime</h2>\r\n\r\n<p>A pessoa que estava com os animais silvestres, responderá por crime ambiental, com aplicação de multas que somam R$ 9,5 mil.<br />\r\nConfira:</p>\r\n\r\n<ul>\r\n\t<li>R$ 4,5 mil referentes às aves passeriformes mantidas ilegalmente em cativeiro;</li>\r\n\t<li>R$ 5 mil pela posse do papagaio-verdadeiro.</li>\r\n</ul>\r\n\r\n<p>O fiscal ambiental e chefe da Unidade Regional do Imasul em Três Lagoas, Rafael Alex Barbosa, destacou a importância da atuação integrada entre os órgãos. </p>\r\n\r\n<p>“Esse tipo de ação demonstra como o trabalho conjunto entre segurança pública e fiscalização ambiental fortalece o combate aos crimes contra a fauna. O resgate e o encaminhamento adequado são fundamentais para garantir a preservação dessas espécies”, afirmou.</p>\r\n\r\n<p> </p>\r\n\r\n<div class=\"dn_galeria_noticia\"><small>@@NOTICIA_GALERIA@@</small></div>\r\n\r\n<h2><br />\r\nOutra espécie</h2>\r\n\r\n<p><br />\r\nA unidade também recebeu um filhote de tamanduá-bandeira, entregue à PMA por um proprietário rural.<br />\r\nO animal foi encontrado em uma propriedade da região e, após atendimento inicial, foi encaminhado ao</p>\r\n\r\n<p>Centro de Reabilitação de Animais Silvestres, em Campo Grande, onde seguirá sob cuidados especializados.</p>\r\n\r\n<div class=\"dn_noticiasRelacionadas\"><small>@@NOTICIAS_RELACIONADAS@@</small></div>\r\n<div class=\"tinymce-gallery mce-nonedit\" data-gallery=\"true\" data-noticia-imagem=\"true\"><figure data-media-id=\"019f3d47-5a69-734d-bd56-89ac0e50e404\"><img src=\"https://cdn1.pixnewsms.com.br/Post/2026/07/b87ec3c7-db5e-4ec5-932e-ef0d44f40a26/animais-resgatados-tres-lagoas-fotos-imasul-2.jpeg\" alt=\"\"><figcaption></figcaption></figure><figure data-media-id=\"019f3d47-62bf-7298-ba81-a20f2afbcaaa\"><img src=\"https://cdn1.pixnewsms.com.br/Post/2026/07/5707cba4-cf0f-4645-a588-da7631ef70d0/animais-resgatados-tres-lagoas-fotos-imasul-5.jpeg\" alt=\"\"><figcaption></figcaption></figure><figure data-media-id=\"019f3d47-5cb6-720d-a929-03cb523fdf41\"><img src=\"https://cdn1.pixnewsms.com.br/Post/2026/07/572b76c1-7f03-4d70-bda6-15b67219eada/animais-resgatados-tres-lagoas-fotos-imasul-6.jpeg\" alt=\"\"><figcaption></figcaption></figure></div>",
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            "date_published": "2026-05-23T18:12:00+00:00",
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            "title": "Sexta-feira tem mínima de 12°C em MS e alerta de tempestade para 37 cidades do MS",
            "url": "https://www.pixnewsms.com.br/meio-ambiente/2026/05/22/sexta-feira-tem-minima-de-12c-em-ms-e-alerta-de-tempestade-para-37-cidades-do-ms.html",
            "content_html": "<p>Mato Grosso do Sul amanheceu com temperaturas baixas nesta sexta-feira (22), mas a previsão indica mudança no tempo ao longo do dia, com risco de pancadas de chuva e tempestades isoladas em diversas regiões do Estado.</p>\r\n\r\n<p>Segundo o Cemtec (Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima), a combinação entre nebulosidade, umidade e avanço de áreas de instabilidade deve provocar chuvas acompanhadas de raios e ventos fortes, principalmente nas regiões sul, sudeste e nordeste.</p>\r\n\r\n<p>Em Campo Grande - MS, os termômetros marcaram 13°C nas primeiras horas da manhã. A máxima prevista para a Capital varia entre 22°C e 23°C, com céu nublado durante boa parte do dia.</p>\r\n\r\n<p>O Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) emitiu alerta de tempestade para 37 municípios de Mato Grosso do Sul até o fim da noite desta sexta-feira. Há risco de ventos de até 60 km/h, quedas de árvores, alagamentos e interrupções no fornecimento de energia elétrica.</p>\r\n\r\n<p>Na região sul do Estado, Ponta Porã registrou a menor temperatura do dia, com mínima de 12°C e máxima prevista de apenas 16°C. Iguatemi varia entre 14°C e 19°C, enquanto Dourados deve registrar temperaturas entre 14°C e 21°C.</p>\r\n\r\n<p>No Pantanal, Porto Murtinho terá mínima de 14°C e máxima de 18°C. Já Corumbá varia entre 15°C e 22°C, enquanto Aquidauana segue com clima parecido ao da Capital, entre 15°C e 23°C.</p>\r\n\r\n<p>As temperaturas mais altas desta sexta-feira devem ser registradas nas regiões norte e do Bolsão. Camapuã e Coxim podem chegar aos 28°C durante a tarde. Em Três Lagoas, os termômetros variam entre 18°C e 26°C, enquanto Paranaíba pode atingir 27°C.</p>\r\n\r\n<h3 data-end=\"1875\" data-section-id=\"14loyat\" data-start=\"1816\">Veja como fica o tempo no fim de semana em Campo Grande</h3>\r\n\r\n<p data-end=\"1893\" data-start=\"1877\"><strong data-end=\"1893\" data-start=\"1877\">Sábado (23):</strong></p>\r\n\r\n<ul data-end=\"2081\" data-start=\"1894\">\r\n\t<li data-end=\"1928\" data-section-id=\"u6j276\" data-start=\"1894\">Mínima de <strong>18°C </strong>e máxima de<strong> 25°C</strong>;</li>\r\n\t<li data-end=\"1971\" data-section-id=\"36puth\" data-start=\"1929\">Sol entre muitas nuvens ao longo do dia;</li>\r\n\t<li data-end=\"2005\" data-section-id=\"1sp3t44\" data-start=\"1972\">Céu nublado em alguns períodos;</li>\r\n\t<li data-end=\"2030\" data-section-id=\"15qqo9z\" data-start=\"2006\">Sem previsão de chuva;</li>\r\n\t<li data-end=\"2054\" data-section-id=\"1f66u8d\" data-start=\"2031\">Ventos de até <strong>7 km/h</strong>;</li>\r\n\t<li data-end=\"2081\" data-section-id=\"1oproik\" data-start=\"2055\">Umidade entre <strong>69%</strong> e <strong>94%</strong>.</li>\r\n</ul>\r\n\r\n<p data-end=\"2100\" data-start=\"2083\"><strong data-end=\"2100\" data-start=\"2083\">Domingo (24):</strong></p>\r\n\r\n<ul data-end=\"2302\" data-is-last-node=\"\" data-is-only-node=\"\" data-start=\"2101\">\r\n\t<li data-end=\"2135\" data-section-id=\"1w4rpwj\" data-start=\"2101\">Mínima de <strong>19°C</strong> e máxima de <strong>25°C</strong>;</li>\r\n\t<li data-end=\"2160\" data-section-id=\"1rr8g2o\" data-start=\"2136\">Sol com muitas nuvens;</li>\r\n\t<li data-end=\"2214\" data-section-id=\"7dhanr\" data-start=\"2161\">Possibilidade de pancadas de chuva durante a tarde;</li>\r\n\t<li data-end=\"2240\" data-section-id=\"1j1o7f5\" data-start=\"2215\">Chance de chuva de <strong>48%</strong>;</li>\r\n\t<li data-end=\"2302\" data-is-last-node=\"\" data-section-id=\"g52lht\" data-start=\"2241\">Noite com muitas nuvens, mas sem previsão de chuva intensa.</li>\r\n</ul>\r\n",
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            "title": "Cobra é encontrada em cadeira da recepção do TCE-MS e reacende histórico de aparições no Parque dos",
            "url": "https://www.pixnewsms.com.br/meio-ambiente/2026/05/18/cobra-e-encontrada-em-cadeira-da-recepcao-do-tce-ms-e-reacende-historico-de-aparicoes-no-parque-dos.html",
            "content_html": "<p>Uma cobra foi encontrada na manhã desta segunda-feira (18) na recepção do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso do Sul (TCE-MS), em Campo Grande. O animal estava escondido embaixo de uma cadeira utilizada por um funcionário e causou susto logo no início do expediente.</p>\r\n\r\n<p>Segundo relatos, o servidor percebeu que havia algo impedindo o movimento da cadeira e, ao verificar, encontrou a serpente no local. Em vídeo gravado por funcionários, uma pessoa comenta sobre a “visitinha” inesperada dentro do prédio.</p>\r\n\r\n<p>A Polícia Militar Ambiental (PMA) foi acionada para realizar o resgate do animal e garantir a segurança dos servidores. Conforme informações divulgadas posteriormente, a cobra foi identificada como uma caninana, espécie não peçonhenta conhecida pela agilidade e comportamento defensivo quando se sente ameaçada. Após a captura, ela foi devolvida ao habitat natural.</p>\r\n\r\n<p>O episódio voltou a chamar atenção para a frequente presença de animais silvestres na região do Parque dos Poderes, área cercada por vegetação e considerada corredor ecológico em Campo Grande. Não é a primeira vez que cobras aparecem em órgãos públicos da região.</p>\r\n\r\n<p>Em outras ocasiões, serpentes já foram flagradas em estacionamentos, calçadas e áreas internas de prédios públicos. Recentemente, uma jiboia apareceu próxima a áreas de caminhada e prática esportiva no Parque dos Poderes, surpreendendo frequentadores. Também há registros anteriores de cobras encontradas em repartições estaduais e até em veículos estacionados na região administrativa.</p>\r\n\r\n<p>Especialistas explicam que, nesta época do ano, o aumento das temperaturas e mudanças climáticas favorecem o deslocamento dos animais em busca de abrigo e alimento, o que aumenta as chances de encontros em áreas urbanas próximas à mata.</p>\r\n\r\n<p>A PMA reforça que, ao encontrar cobras ou outros animais silvestres, a recomendação é não tentar capturá-los ou espantá-los. O ideal é manter distância e acionar equipes especializadas para realizar o resgate adequado.</p>\r\n",
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            "title": "Frente fria avança e temperaturas devem despencar ao longo do dia em MS",
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            "content_html": "<p>A frente fria avançou sobre Mato Grosso do Sul nesta segunda-feira (18) e já provoca mudanças significativas no clima em diversas regiões do Estado. Além da chuva registrada durante a madrugada, as temperaturas começaram a cair e devem despencar ainda mais ao longo do dia, segundo o meteorologista Natálio Abrão.</p>\r\n\r\n<p>Ao Pix News, Natálio alertou que o frio deve se intensificar principalmente durante a noite. “O frio começa a cair e vai esfriar muito no decorrer do dia e da noite”, afirmou.</p>\r\n\r\n<p>Os menores registros de temperatura até as 5h foram observados na região sul do Estado. Em Aral Moreira, os termômetros marcaram 11,2°C com nevoeiro e acumulado de 48,4 milímetros de chuva. Em Ponta Porã, a mínima foi de 11,3°C, também com 52,2 mm de chuva.</p>\r\n\r\n<p>Amambai registrou 12,9°C e 39,4 mm, com formação de nevoeiro. Já em Iguatemi, a mínima foi de 13°C e volume de chuva de 29,8 mm. Mundo Novo teve 13,3°C e acumulado de 17,1 mm.</p>\r\n\r\n<p>Em Dourados, choveu 89,2 mm durante a madrugada e a temperatura chegou a 13,4°C. Naviraí registrou um dos maiores volumes de chuva, com 96,1 mm, além de nevoeiro e temperatura de 16,8°C.</p>\r\n\r\n<p>Campo Grande também teve chuva em diferentes regiões da cidade. Segundo dados repassados ao Pix News, o Inmet registrou apenas 1 mm oficialmente, mas bairros tiveram acumulados muito maiores. No Jardim Panamá, o volume chegou a 51,8 mm, enquanto no Carandá foram 23,3 mm. Na região central, a chuva acumulada foi de 17 mm.</p>\r\n\r\n<p>A previsão indica que a massa de ar frio continuará avançando sobre Mato Grosso do Sul nos próximos dias, mantendo o tempo fechado, ventos fortes e sensação térmica ainda mais baixa, principalmente nas cidades da fronteira sul.</p>\r\n\r\n<p>Há possibilidade de temperaturas próximas dos 5°C entre terça e quarta-feira em municípios do extremo sul do Estado.</p>\r\n\r\n<p><strong>Confira a previsão do tempo em MS até sexta-feira:</strong></p>\r\n\r\n<p>• Segunda-feira (18):<br />\r\nCampo Grande terá mínima de 12°C e máxima de 19°C, com sensação térmica próxima dos 8°C durante o amanhecer. No sul do Estado, cidades como Ponta Porã e Aral Moreira registram entre 10°C e 15°C, com chuva e ventos fortes.</p>\r\n\r\n<p>• Terça-feira (19):<br />\r\nDeve ser o dia mais frio da semana. Ponta Porã, Aral Moreira e Iguatemi podem amanhecer com mínimas entre 5°C e 7°C. Dourados deve variar entre 7°C e 18°C. Em Campo Grande, os termômetros ficam entre 8°C e 20°C.</p>\r\n\r\n<p>• Quarta-feira (20):<br />\r\nO frio continua intenso nas primeiras horas do dia. No sul do Estado, as mínimas seguem entre 6°C e 9°C. Campo Grande terá temperaturas entre 10°C e 22°C. O tempo fica mais seco e o sol volta a aparecer.</p>\r\n\r\n<p>• Quinta-feira (21):<br />\r\nAs temperaturas começam a subir gradualmente. Campo Grande deve registrar mínima de 13°C e máxima de 25°C. Em Dourados, os termômetros variam entre 11°C e 24°C.</p>\r\n\r\n<p>• Sexta-feira (22):<br />\r\nO tempo fica firme em praticamente todo o Estado. Campo Grande terá mínima de 15°C e máxima de 27°C. No interior, cidades do sul ainda amanhecem com temperaturas entre 12°C e 14°C, mas a tarde será mais quente.</p>\r\n\r\n<p> </p>\r\n\r\n<p> </p>\r\n",
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            "title": "Baleia encontrada morta no Mar Báltico pode ser \"Timmy\", jubarte resgatada após operação delicada",
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            "content_html": "<p>Uma baleia-jubarte encontrada morta próximo à ilha dinamarquesa de Anholt, no Mar Báltico, pode ser “Timmy”, animal que ficou conhecido internacionalmente após mobilizar uma longa e delicada operação de resgate nos últimos meses.</p>\r\n\r\n<p>Segundo o Ministério do Meio Ambiente do estado alemão de Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental, ainda não há confirmação oficial sobre a identidade da baleia. No entanto, especialistas consideram grande a possibilidade de que o corpo encontrado seja realmente o da jubarte resgatada.</p>\r\n\r\n<p>Timmy havia sido avistada pela primeira vez em março, presa em águas rasas nas proximidades do porto de Wismar, na Alemanha. Desde então, o caso gerou mobilização de autoridades ambientais, veterinários e equipes marítimas.</p>\r\n\r\n<p>A tentativa de salvar o animal também provocou debate entre especialistas. Enquanto integrantes da operação acreditavam que a baleia poderia sobreviver caso fosse conduzida novamente para águas profundas, pesquisadores do Museu Oceanográfico Alemão demonstravam preocupação com o estado de saúde do animal e suas chances de sobrevivência.</p>\r\n\r\n<p>No início de maio, Timmy voltou a nadar livremente após ser rebocada por uma balsa flutuante em direção ao Oceano Atlântico. A jubarte chegou a receber um dispositivo de rastreamento para monitoramento do trajeto.</p>\r\n\r\n<p>Agora, autoridades da Dinamarca devem analisar amostras da baleia encontrada morta para confirmar oficialmente se o animal é mesmo Timmy.</p>\r\n\r\n<p>O caso comoveu ambientalistas e ganhou repercussão internacional por conta da complexidade da operação de resgate e da preocupação em garantir a sobrevivência da baleia em segurança.</p>\r\n",
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            "title": "Campo Grande entra em alerta para chuvas intensas após onda de frio em MS",
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            "content_html": "<section data-scroll-anchor=\"false\" data-testid=\"conversation-turn-64\" data-turn=\"assistant\" data-turn-id=\"request-WEB:7b397738-09e1-43dd-b0c0-1cc078b13023-32\" data-turn-id-container=\"request-WEB:7b397738-09e1-43dd-b0c0-1cc078b13023-32\" dir=\"auto\">\r\n<p data-end=\"584\" data-start=\"240\">Depois dos dias de frio intenso em Mato Grosso do Sul, a previsão do tempo mudou e Campo Grande entrou em alerta para risco de chuvas fortes e tempestades. A Defesa Civil Municipal informou que o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) emitiu Alerta Amarelo para a Capital entre a tarde desta quinta-feira (14) e a noite de sexta-feira (15).</p>\r\n\r\n<p data-end=\"930\" data-start=\"586\">Segundo o aviso meteorológico, estão previstas chuvas entre 20 e 30 milímetros por hora, podendo chegar a 50 milímetros por dia, acompanhadas de ventos intensos e possibilidade de descargas elétricas. O alerta também aponta risco, ainda que baixo, para queda de galhos de árvores, alagamentos e interrupções no fornecimento de energia elétrica.</p>\r\n\r\n<p data-end=\"1110\" data-start=\"932\">Diante da previsão, a Defesa Civil orienta que a população evite áreas alagadas e procure locais seguros durante as tempestades, especialmente longe de árvores e redes elétricas.</p>\r\n\r\n<p data-end=\"1422\" data-start=\"1112\">A equipe do órgão permanece em plantão 24 horas para monitoramento e atendimento à população. Em casos de emergência, os moradores podem acionar os seguintes canais: Defesa Civil pelo telefone 199, Corpo de Bombeiros pelo 193 e o serviço 156 para solicitações gerais e atendimento a pessoas em situação de rua.</p>\r\n\r\n<p data-end=\"1712\" data-start=\"1424\">A mudança no tempo ocorre justamente após a passagem da forte massa de ar polar que derrubou as temperaturas em Mato Grosso do Sul nos últimos dias. Segundo a Climatempo, o frio começa a perder força a partir desta quarta-feira (13), com elevação rápida das temperaturas em todo o Estado.</p>\r\n\r\n<p data-end=\"1994\" data-start=\"1714\">De acordo com a meteorologista Joselia Pegorim, o calor deve voltar nos próximos dias, mas uma nova frente fria já tem data para retornar. A previsão indica nova queda nas temperaturas a partir da próxima segunda-feira (18), embora sem a mesma intensidade registrada nesta semana.</p>\r\n\r\n<p data-end=\"2178\" data-is-last-node=\"\" data-is-only-node=\"\" data-start=\"1996\">Ainda conforme a especialista, o inverno deste ano terá influência do fenômeno El Niño, o que pode provocar períodos de calor acima da média mesmo durante a estação mais fria do ano.</p>\r\n</section>\r\n",
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            "title": "IHP e Marinha da Bolívia fortalecem parceria para prevenir incêndios e proteger o Pantanal na fronte",
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            "content_html": "<p>O Instituto Homem Pantaneiro (IHP) e a Armada Boliviana ampliaram uma cooperação técnica voltada à prevenção e ao combate de incêndios florestais na região do Pantanal e do Chaco, áreas que sofrem com os impactos crescentes da estiagem e das queimadas na faixa de fronteira entre Brasil e Bolívia.</p>\r\n\r\n<p>A ação conjunta ocorreu nesta segunda-feira (12), em um intercâmbio técnico com duração de seis horas, envolvendo oficiais da Marinha boliviana e especialistas ligados à conservação ambiental no Pantanal sul-mato-grossense.</p>\r\n\r\n<p>A parceria acontece em meio ao alerta para uma nova temporada crítica de incêndios no bioma. Em Mato Grosso do Sul, o governo federal mantém decreto de emergência ambiental válido entre abril e dezembro de 2026 devido ao risco elevado de queimadas no Pantanal.</p>\r\n\r\n<p>Do lado boliviano, o cenário também preocupa. Em 2024, a Bolívia enfrentou o pior ciclo de incêndios já registrado no país, levando a Armada Boliviana a ampliar sua atuação em operações ambientais e resposta a desastres naturais.</p>\r\n\r\n<p>Segundo o IHP, a cooperação busca integrar conhecimento científico, monitoramento tecnológico e capacitação prática para fortalecer as ações preventivas nos dois países.</p>\r\n\r\n<p>Entre os principais temas abordados durante o treinamento esteve o uso de inteligência artificial no monitoramento ambiental. Os oficiais bolivianos conheceram sistemas de detecção precoce de focos de calor capazes de identificar incêndios ainda em estágio inicial, antes que avancem para grandes proporções.</p>\r\n\r\n<p>As ferramentas incluem tecnologias do Sistema Pantera, desenvolvido em parceria com a startup Um Grau e Meio, utilizadas atualmente em áreas estratégicas de conservação no Pantanal.</p>\r\n\r\n<p>As atividades também incluíram oficinas práticas sobre resgate de animais silvestres em situações de incêndio, técnica considerada essencial diante do impacto das queimadas sobre a fauna pantaneira.</p>\r\n\r\n<p>As ações se concentram em áreas consideradas corredores ecológicos importantes, como a Rede de Proteção e Conservação da Serra do Amolar, em Corumbá, além das Áreas Naturais de Manejo Integrado San Matías e Otuquis, localizadas em municípios bolivianos próximos da fronteira com Mato Grosso do Sul.</p>\r\n\r\n<p>O diretor-presidente do IHP, Angelo Rabelo, destacou que a preservação do Pantanal depende de cooperação entre os países que compartilham o bioma.</p>\r\n\r\n<p>“A conservação do Pantanal não reconhece fronteiras políticas. Temos áreas fundamentais para serem protegidas dos dois lados da fronteira e esse trabalho conjunto fortalece a resposta aos incêndios e a proteção da biodiversidade”, afirmou.</p>\r\n\r\n<p>Além do intercâmbio técnico, a parceria também discute mecanismos legais que permitam atuação conjunta mais rápida em situações de emergência ambiental. O objetivo é facilitar a circulação de brigadistas, equipamentos e equipes entre Brasil e Bolívia durante operações de combate ao fogo.</p>\r\n\r\n<p>O capitão de fragata José Martín Torrico Bravo, do 5º Distrito Naval Santa Cruz da Armada Boliviana, afirmou que a experiência brasileira contribui diretamente para a preparação das equipes bolivianas.</p>\r\n\r\n<p>“Os oficiais ampliam o conhecimento sobre novas tecnologias e aprendem técnicas de resgate de fauna, algo fundamental para atuação em incêndios florestais na região”, ressaltou.</p>\r\n\r\n<p>Fundado em Corumbá em 2002, o Instituto Homem Pantaneiro atua na conservação do Pantanal por meio de pesquisas científicas, gestão de áreas protegidas e ações voltadas ao desenvolvimento sustentável de comunidades tradicionais e povos originários.</p>\r\n",
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            "title": "Frio intenso derruba temperaturas e Mato Grosso do Sul amanhece com sensação negativa",
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            "title": "Frente fria avança e traz frio intenso, ventos e risco de geada em MS",
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            "content_html": "<p>A nova frente fria já provoca mudanças no tempo em Mato Grosso do Sul e deve avançar com força nos próximos dias, trazendo chuva, ventos intensos e queda acentuada nas temperaturas em todo o estado.</p>\r\n\r\n<p>Em entrevista ao Pix News, o meteorologista Natálio Abrão alertou que essa massa de ar frio será mais intensa do que as anteriores e terá impacto amplo, atingindo não apenas o Centro-Oeste, mas também outras regiões do país.</p>\r\n\r\n<blockquote>\r\n<p>“Essa frente fria ganha força entre Argentina e Uruguai e avança pelo Sul do Brasil, chegando ao Mato Grosso do Sul entre quinta e sexta-feira, com aumento de nebulosidade e rajadas de vento que podem ultrapassar 50 a 60 km/h”, explicou o meteorologista Natálio Abrão.</p>\r\n</blockquote>\r\n\r\n<h3>Sul já sente os efeitos</h3>\r\n\r\n<p>Os primeiros impactos já foram registrados no sul do estado. Em Sete Quedas, a temperatura chegou a 13,1°C. Em Amambai, rajadas atingiram 82,8 km/h. Já em Aral Moreira e Ponta Porã houve registro de chuva, nevoeiro e temperaturas próximas dos 13°C.</p>\r\n\r\n<p>Segundo Natálio, a chuva e a nebulosidade devem avançar entre Dourados e Sete Quedas ao longo de sexta-feira, com aumento das instabilidades.</p>\r\n\r\n<h3>Confira a previsão por dias, segundo o Cemtec-MS:</h3>\r\n\r\n<p>De acordo com o Cemtec-MS (Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima), o cenário deve evoluir da seguinte forma:</p>\r\n\r\n<div class=\"dn_galeria_noticia\"><small>@@NOTICIA_GALERIA@@</small></div>\r\n\r\n<p><strong>Sexta-feira (09) e sábado (10):</strong><br />\r\nTempo instável, com chuvas intensas, tempestades, raios, rajadas de vento e possibilidade de granizo. Os acumulados podem ultrapassar 40 mm em 24 horas, principalmente nas regiões centro-sul, sudoeste e leste. Os ventos variam entre 40 km/h e 60 km/h, com rajadas superiores .</p>\r\n\r\n<p><strong>Domingo (10) e segunda-feira (11):</strong><br />\r\nApós a passagem da frente fria, uma massa de ar polar avança sobre o estado, derrubando as temperaturas. Ainda há chance de chuva isolada no domingo, mas na segunda-feira o tempo fica mais firme, com frio intenso. As mínimas devem variar entre 4°C e 8°C no sul e sudoeste, podendo ser ainda menores .</p>\r\n\r\n<h3>Frio intenso e abrangente</h3>\r\n\r\n<div class=\"dn_imagemComLegenda iclEsquerda\" style=\"float:left\"><img alt=\"\" src=\"https://cdn.pixnewsms.com.br/upload/dn_arquivo/2026/05/sywfoi80wmui.webp\" style=\"height:340px; width:640px\" /><br />\r\nMeteorologista, Natálio Abrão. (Foto: Vitor Chileno)</div>\r\n\r\n<p>Segundo Natálio Abrão, o frio não ficará restrito ao sul. O sistema deve atingir praticamente todas as regiões do estado.</p>\r\n\r\n<blockquote>\r\n<p>“Esse frio vai avançar para Campo Grande, Dourados, Ponta Porã e Sete Quedas, e depois se espalha para Três Lagoas, Corumbá, Bonito e até o norte, como Coxim e Sonora. Todo o estado será impactado”, afirmou.</p>\r\n</blockquote>\r\n\r\n<p>De acordo com o meteorologista, as temperaturas devem cair gradualmente a partir de domingo, com maior intensidade entre a noite de domingo e a terça-feira.</p>\r\n\r\n<blockquote>\r\n<p>“No sul do estado, as mínimas podem ficar entre 7°C e 8°C já na virada de domingo para segunda. Depois, entre segunda e terça, há possibilidade de registros ainda mais baixos, com 3°C, 2°C e até 1°C em pontos isolados”, destacou.</p>\r\n</blockquote>\r\n\r\n<h3>Risco de geada e sensação térmica baixa</h3>\r\n\r\n<p>Com o avanço do ar frio, há risco de geada em áreas do extremo sul, principalmente em regiões mais elevadas próximas à divisa com o Paraná.</p>\r\n\r\n<p>Além disso, a combinação de vento e queda de temperatura deve provocar sensação térmica ainda mais baixa, aumentando o desconforto, especialmente durante as madrugadas.</p>\r\n\r\n<p>O alerta é para que a população se prepare para uma mudança brusca no clima, com chuva, vento forte e frio persistente que pode durar pelo menos até o dia 16 de maio.</p>\r\n<div class=\"tinymce-gallery mce-nonedit\" data-gallery=\"true\" data-noticia-imagem=\"true\"><figure data-media-id=\"019f3d47-62d3-70b4-87e2-24755912cb02\"><img src=\"https://cdn1.pixnewsms.com.br/Post/2026/07/e764ec47-c287-4c44-99d8-08f8c0164090/prev-4.png\" alt=\"\"><figcaption></figcaption></figure><figure data-media-id=\"019f3d47-5cea-721c-b09b-ed899437a0f5\"><img src=\"https://cdn1.pixnewsms.com.br/Post/2026/07/5bdf2467-e7b1-4c28-8f6a-1ddd1f3fc2ad/prev-3.png\" alt=\"\"><figcaption></figcaption></figure><figure data-media-id=\"019f3d47-5f93-725c-8fa9-269141f3ada5\"><img src=\"https://cdn1.pixnewsms.com.br/Post/2026/07/650d6135-16f4-47e4-b273-2b6a436c6121/prev-2.png\" alt=\"\"><figcaption></figcaption></figure><figure data-media-id=\"019f3d47-65e6-7006-96cc-6bc980017598\"><img src=\"https://cdn1.pixnewsms.com.br/Post/2026/07/c08fe155-808f-474c-ab4a-cb470a8c51cb/prev.png\" alt=\"\"><figcaption></figcaption></figure></div>",
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                "Meio ambiente"
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            "title": "Sobe para 6 número de mortos e mais de 1.600 ficam desabrigados após chuvas no Grande Recife",
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            "content_html": "<p data-end=\"519\" data-start=\"238\">As fortes chuvas que atingem o Recife e a Região Metropolitana desde a sexta-feira (1º) já deixaram seis mortos e ao menos 1.605 pessoas desabrigadas, segundo balanço atualizado da Defesa Civil de Pernambuco divulgado neste sábado (2).</p>\r\n\r\n<p data-end=\"821\" data-start=\"521\">As mortes foram registradas em Olinda, São Lourenço da Mata e na capital pernambucana. A vítima mais recente é um homem de 34 anos, encontrado após se afogar durante uma inundação em São Lourenço da Mata. Ele estava desaparecido desde a noite anterior.</p>\r\n\r\n<p data-end=\"1216\" data-start=\"823\">Outras cinco mortes ocorreram em deslizamentos de terra. Em Olinda, uma jovem de 20 anos e o filho, um bebê de 6 meses, morreram após serem soterrados. Já no bairro de Dois Unidos, na Zona Norte do Recife, o desabamento de uma barreira atingiu uma residência e matou uma mulher e dois filhos — um menino de 6 anos e uma criança de 1 ano e 6 meses, que chegou a ser socorrida, mas não resistiu.</p>\r\n\r\n<p data-end=\"1488\" data-start=\"1218\">Além das vítimas fatais, o temporal provocou uma crise humanitária na região. Ao todo, 1.094 pessoas estão desalojadas — aquelas que precisaram deixar suas casas temporariamente — elevando para 2.190 o número total de atingidos diretamente por enchentes e deslizamentos.</p>\r\n\r\n<p data-end=\"1821\" data-start=\"1490\">Equipes do Corpo de Bombeiros resgataram 525 pessoas em diversas ocorrências, muitas delas ilhadas dentro de casa. Em Jaboatão dos Guararapes, mais de 60% do bairro da Muribeca ficou submerso, e ao menos 130 moradores foram retirados de áreas alagadas em poucas horas. Também foram resgatados 12 animais de estimação.</p>\r\n\r\n<p data-end=\"2090\" data-start=\"1823\">A cidade de Goiana, na Zona da Mata Norte, está entre as mais afetadas, com mais de 500 desabrigados. Por causa das enchentes, até eventos esportivos foram impactados, como o adiamento de uma partida da Série D do Campeonato Brasileiro.</p>\r\n\r\n<p data-end=\"2432\" data-start=\"2092\">Diante da gravidade da situação, 27 abrigos foram abertos para acolher famílias que perderam suas casas. O governo do estado também iniciou a distribuição de donativos, como alimentos e colchões, e articula com o governo federal medidas para reforçar a assistência e viabilizar recursos por meio do reconhecimento de situação de emergência.</p>\r\n\r\n<p data-end=\"2708\" data-start=\"2434\">A governadora Raquel Lyra afirmou que o estado já está mobilizado para apoiar os municípios atingidos. “Estamos trabalhando para garantir assistência imediata e também estruturar o levantamento dos danos para buscar recursos e reconstrução”, disse.</p>\r\n\r\n<p data-end=\"2836\" data-start=\"2710\"><strong data-end=\"2747\" data-start=\"2710\">Como ajudar as famílias afetadas:</strong><br data-end=\"2750\" data-start=\"2747\" />\r\nDiversas organizações estão arrecadando doações. Confira alguns dos principais canais:</p>\r\n\r\n<ul data-end=\"3675\" data-start=\"2838\">\r\n\t<li data-end=\"2960\" data-section-id=\"1sx19c1\" data-start=\"2838\"><strong data-end=\"2881\" data-start=\"2840\">ONG Cores do Amanhã</strong><br data-end=\"2884\" data-start=\"2881\" />\r\n\t Avenida Garota de Ipanema, 03 – Sancho, Recife<br data-end=\"2938\" data-start=\"2935\" />\r\n\t (81) 98876-3593</li>\r\n\t<li data-end=\"3107\" data-section-id=\"c9szfp\" data-start=\"2962\"><strong data-end=\"3005\" data-start=\"2964\">Mãos Solidárias Pernambuco</strong><br data-end=\"3008\" data-start=\"3005\" />\r\n\t Pontos em Recife, Olinda, Camaragibe e Jaboatão (cozinhas solidárias)<br data-end=\"3085\" data-start=\"3082\" />\r\n\t (81) 99855-3121</li>\r\n\t<li data-end=\"3209\" data-section-id=\"n4a8dq\" data-start=\"3109\"><strong data-end=\"3152\" data-start=\"3111\">Instituto Giba Sobral</strong><br data-end=\"3155\" data-start=\"3152\" />\r\n\t Igrejas, colégios e pontos em Olinda e Paulista</li>\r\n\t<li data-end=\"3317\" data-section-id=\"wmowt4\" data-start=\"3211\"><strong data-end=\"3254\" data-start=\"3213\">Santuário Mãe Rainha</strong><br data-end=\"3257\" data-start=\"3254\" />\r\n\t Paróquias e conventos em Olinda<br data-end=\"3296\" data-start=\"3293\" />\r\n\t (81) 3429-0517</li>\r\n\t<li data-end=\"3437\" data-section-id=\"8ejnlz\" data-start=\"3319\"><strong data-end=\"3364\" data-start=\"3321\">Universidade Federal de Pernambuco</strong> – campanha “SOS Chuvas”<br data-end=\"3391\" data-start=\"3388\" />\r\n\t Reitoria – Cidade Universitária, Recife</li>\r\n\t<li data-end=\"3545\" data-section-id=\"lo8g9s\" data-start=\"3439\"><strong data-end=\"3484\" data-start=\"3441\">Câmara de Dirigentes Lojistas de Olinda</strong><br data-end=\"3487\" data-start=\"3484\" />\r\n\t Av. Presidente Getúlio Vargas, Bairro Novo – Olinda</li>\r\n\t<li data-end=\"3675\" data-section-id=\"hmen04\" data-start=\"3547\">Escolas e instituições como Colégio DOM, Colégio São Bento e Colégio Santa Emília também funcionam como pontos de arrecadação.</li>\r\n</ul>\r\n\r\n<p data-end=\"3909\" data-is-last-node=\"\" data-is-only-node=\"\" data-start=\"3677\">Os itens mais necessários são alimentos não perecíveis, água potável, roupas, cobertores e colchões. A recomendação é que as doações sejam entregues diretamente nos pontos oficiais para garantir a distribuição às famílias atingidas.</p>\r\n",
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